ENVERGONHADO ESTOU EU

»Públicado por em abr 23, 2015 | 13 comentários

 

 

Não, eu não entendi. O presidente da Petrobrás, sr. Aldemir Bendine, disse que a estatal “foi vítima de tudo que ela passou”. Estatal, vírgula, porque ela tem milhares de acionistas privados que, há anos vêm chorando lágrimas de sangue por conta do suado dinheirinho que investiram na empresa e viram escoar pelo ralo.

Mas, voltando ao “tudo que ela passou”: de acordo com Bendine foi o quê? Segundo ele há um “sentimento de vergonha” na companhia devido ao escândalo de corrupção investigado pela Operação Lava-Jato, “Vergonha”, Bendine? É pouco. Aliás, é nada, já que eu nunca soube que vergonha (ou falta de) pagasse dívidas.

Isso me lembra o que aconteceu com uma das minhas funcionárias domésticas. A irmã, que tinha o nome sujo, pediu a ela o cartão de crédito emprestado para fazer uma compra, com a promessa de que pagaria as prestações todo mês. A boba acreditou, emprestou o cartão, a outra fez a compra, não pagou sequer o primeiro mês e, quando cobrada, respondeu na lata:

“Você sabia que eu não ia pagar… Emprestou porque quis”.

Pois é, depenaram a Petrobrás, usaram-na para promover o maior escândalo de corrupção da História do universo, mas e daí? Trata-se de uma empresa estatal, por isso, quem paga a conta são os cidadãos contribuintes, acionistas da empresa ou não. Ou vocês acham que esses bilhões não vão sair de lugar nenhum?

 

A MORTE É SIMPLES?

 

Não gosto de falar de morte, já que, aos 71 anos, é possível que eu deva estar na fila… E ela anda sempre. Andou ontem, quando morreu Roberto Talma. Não posso falar muito sobre ele, a não ser do que vi ele fazer – e foi muito -, pois só trabalhei com ele uma vez, e mesmo assim na metade de “Partido Alto” da qual participei. Mas sei que Talma, junto com Paulo Ubiratan, Walter Avancini e Paulo Afonso Grisolli, foram os grandes diretores durante a época de ouro da Rede Globo, quando nela era proibido não ousar. Nenhum deles está mais vivo, mas a lição que nos deram naqueles anos dourados não pode ser esquecida: a maior riqueza de um criador é sua capacidade de ser original, de  inventar e de ousar. Dito o quê, eu aqui proclamo: ando com saudades de Rogério Gomes e sua equipe de audazes diretores.

 

UM BARCO CHAMADO EUROPA

 

A luta pela sobrevivência da Europa, pelo menos da Europa como a conhecemos hoje está se travando no mar, em torno da insignificante ilha de Lampedusa, no Sul da Itália, para onde rumam barco após barco de refugiados vindos da África e do Oriente Médio. Acho que é uma luta perdida. Aconselho aos turistas que ainda fervilham pelas ruas das cidades, vilas, aldeias e campos europeus a terem pressa e apreciarem o último espetáculo do por do sol. Não vejo outra saída para o chamado Velho Continente: os barcos continuarão a chegar à pequena ilha, a midia continuará a clamar pela proteção e o encaminhamento dos milhares e milhares de refugiados, a Europa terá que se adaptar a eles, e aí… Viverá uma nova História.

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CORRE, QUE VEM CHUVA!

»Públicado por em abr 20, 2015 | 35 comentários

 

“Por que sempre faz sol quando o senhor chega a Lisboa?”

- me perguntou certa vez o sr. José Correia,

uma das pessoas mais gentis que conheci na capital portuguesa.

E eu lhe respondi: “porque Deus é Grande e meu santo é forte”.

 

Na verdade, quando estou aqui às vezes chove. Aliás, choveu um dia depois desta minha chegada, choveu mesmo, choveu pra caramba… Mas eu não vi cair uma gota sequer, pois tinha desmaiado na minha cama depois de um lauto almoço regado a vinhos divinos.

Mas, sem dúvida, se tenho alguma qualidade é essa, de escapar das tempestades. Já estive bem próximo de ser alcançado por algumas delas, mas consegui me safar sem que caísse sobre mim um pingo. Esta que vocês veem se aproximando sinistramente na foto não me alcançou por pouco. Tinha tudo para fazer isso, já que os ventos lhe eram favoráveis. Mas eu mantive o passo firme e a cabeça erguida e fui mais rápido… E ela acabou por desabar com toda a força não no Castelo onde eu estava, mas algures, lá pras bandas dos bosques de Monsanto.

Se existe algum segredo nesta minha, digamos, capacidade de escapar da tempestade? Talvez. É tudo uma questão de estar atento. De calcular quando – e onde – ela vai cair e tratar de tomar todas as providências para evitá-la. O guarda-chuva que carrego discretamente na foto é uma boa ajuda, sem dúvida, mas é bom não esperar que ele me mantenha a salvo. É preciso mais do que um simples guarda-chuva para evitar que raios nos caiam sobre a cabeça e o dilúvio nos leve – temos que correr, seguir sempre em frente, mas com um porém importantíssimo… Temos que saber para onde é que vamos.

Agora vocês me perguntam: “por que será que ele está escrevendo essa bobajada toda?” E eu respondo: “porque a foto era tão bonita que eu tive de descobrir um jeito de publicá-la”.

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UM DIA EU MOREI AQUI!

»Públicado por em abr 18, 2015 | 34 comentários

 

Neste sobrado da Lapa, que já era uma ruína

nos anos 60, eu vivi alguns dos

melhores anos da minha puta vida.

 

Dá para acreditar? Eu já morei neste sobrado arruinado de portas azuis da foto acima, na Lapa, nos idos de 1960. Foi lá que conheci a verdadeira Xana Summer, além das dezenas de personagens, digamos assim, mais populares que povoam minhas novelas.

 Sim, as histórias que conto não são apenas fruto da minha imaginação, nem citações de filmes que eu tenha visto. Elas saem da minha própria experiência de vida, de tudo que testemunhei. Tanto que, tal como o andróide de “Blade Runner” posso dizer com o maior orgulho: o que estes meus olhos já viram… Só que nada do que vi vai se perder “como lágrimas na chuva” – estou citando o andróide de novo -, pois tudo que testemunhei está, de uma forma ou outra, contado em minhas novelas, nos meus livros, nos meus textos jornalísticos, e  por isso eles parecem tão sinceros e verdadeiros.

Tanto que, ao longo de “Império”, quando as pessoas me perguntavam de onde eu tinha tirado aquele comendador tão real eu lhes dizia: das minhas lembranças do passado, da época em que o conheci. Claro que dei a ele as tintas e nuances da ficção, eu o fiz não exatamente como ele era, mas como poderia – ou deveria – ter sido… Mas a verdade é que ele parecia tão real porque foi de carne e osso antes de ser personagem de novela..

Estas fotos foram tiradas numa das últimas vezes em que fui ao sobrado no qual dividi o primeiro andar, com minha amiga Danielle numa das fases mais atribuladas – e mais felizes – de toda a minha puta vida. Sim, porque de vez em quando vou lá para tomar um banho de humildade, lembrar que foi de lá que saí, e que, se lá não tivesse morado, nunca teria chegado onde estou agora.

Dessa vez, estava eu a posar para as fotos, quando um morador atual chegou à janela e, após alguns minutos a observar a cena, virou-se para Francisco Patrício e perguntou: “o que é que tá pegando – tá tirando foto na minha porta por quê?” Com sua boa educação típica dos portugueses, o fotógrafo respondeu: “é que ele já morou aí” Ao que o sujeito me examinou de cima abaixo e tascou:

“Esse cara todo alinhado já morou aqui? Tás brincando…”

O que ele não sabia é que, por trás das roupas ou, mais precisamente, da couraça que criei para sobreviver no mundo de falsidade, ingratidão, violência e grosseria em que hoje vivemos, eu continuo o mesmo – aquele que tomava banho de cuia na porta do sobrado porque a água não ia até lá em cima (e estes foram os melhores banhos da minha vida). Tanto continuo o mesmo que, quando estou escrevendo me transporto para lá, vivo tudo de novo, me recordo da vontade férrea, quase obsessiva, que eu tinha “de ser alguém, de vencer na vida”… E é disso, dessas lembranças todas, que saem minhas histórias, e não de filmes que vi, ou de livros que li… E por isso elas parecem tão sinceras e verdadeiras.

 

 

Ah sim: quem quiser saber – com todos os detalhes sórdidos – como foi essa minha passagem pela antiga Lapa – não essa de agora, que é cenográfica, totalmente fake é só ler este meu livro aí embaixo. Ele não está mais nas livrarias, mas pode ser encontrado no site  Estante Virtual, onde é vendido para todos os gostos e bolsos.

 

 

 

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CANSEI DE NÃO FAZER NADA

»Públicado por em abr 17, 2015 | 22 comentários

 

Com Rui Vilhena, num jantar de várias horas.

Adivinhem do que a gente falou

o tempo todo? De trabalho, é claro!

Conheci – mas não no sentido bíblico – um cidadão que nunca trabalhou na vida. Mas nunca, mesmo. Conseguiu, através de não sei que artimanhas, se aposentar aos 25 anos. E desde então nada mais fez senão beber cerveja e apostar nos cavalos. Passava a maior parte do tempo deitado. Às vezes viajava de ônibus para o Paraguai, supostamente para trazer muamba, mas na verdade para fazer farras homéricas longe dos parentes, que sempre o recriminavam. Casou, mas era egoísta demais para se preocupar com uma família – mulher e filho – e a deixou morando na rua após uma ação de despejo. Foi viver com uma amante, que o suportou durante alguns anos até que o expulsou de casa, segundo ela porque ele tinha perdido a capacidade de fazê-la feliz… Na cama.

Aos 40 anos ele padecia de gota e tinha problemas de pressão alta. Para se curar rapidamente das crises da primeira doença, começou a tomar umas injeções de anti-inflamatório para cavalos. Como estes animais pesam em média 450 quilos e ele apenas 85, imaginem os danos que uma injeção cavalar dessas lhe causava. Aos 54 anos seu coração explodiu e ele morreu, depois de passar pela vida em branco, sem fazer absolutamente nada.

Por que estou lhes contando essa história? Porque comecei a trabalhar aos 14 anos e desde então – tenho 71 agora – nunca mais parei. Nem penso em parar, pois tenho certeza que morreria logo se ficasse sem fazer mais nada.

Nesta segunda-feira fez um mês que “Império” terminou. Desde então estou de férias – que se prolongarão por mais 14 meses… E em apenas 30 dias já me sinto mortalmente entediado. Sem nada para fazer, não tenho mais horários. Eu, que sempre dormi religiosamente à meia-noite e meia para acordar às seis, ontem fui dormir às quatro da matina e acordei às nove, como só é capaz de fazer uma criatura irresponsavelmente desocupada.

Sou de uma época em que, quem não tinha carteira profissional assinada, era preso por conta de um crime previsto na Lei de Contravenções Penais – a vadiagem. Por causa dessa lei não havia problema de desemprego no país. A maioria absoluta dos cidadãos brasileiros tinha trabalho… E não saía na rua sem levar no bolso o documento que o comprovava.

Hoje, dizem as estatísticas oficiais, o número de desempregados é baixíssimo. Mas isso é porque não entram nas estatísticas os que são como o sujeito de quem falei lá em cima: desocupados. Esta é a profissão mais exercida no país -  a dos que fingem se ocupar com alguma coisa, mas na verdade não fazem nada.

Como é que eles preenchem o tempo? Não consigo imaginar, assim como não consigo ser como eles. Se não tenho o que fazer, fico logo inquieto, a seguir deprimido, e então começo a fazer besteiras. Que besteiras seriam essas? Nem me atrevo a dizê-lo. Por isso, hoje de manhã, ao acordar e ver com grande pesar que ainda tinha boa parte de um longo dia pela frente, disse para os pombos que voejavam diante de minha janela: “que se phuedam as férias!”. E aí sentei diante do computador e comecei a escrever uma minissérie.

Sobre o que é ela? Não vou dizer antes de registrá-la na Biblioteca Nacional e assim garantir que a escrevi primeiro. De uns tempos pra cá ando com meu rabo sempre encostado na parede. Afinal, gato escaldado, como é mesmo que se diz? Tem medo de água fria, é isso. Não sei se apresentarei a minissérie à emissora para a qual trabalho. Afinal, estou de férias e, como em “Império” eu combati muito bem o ótimo combate, não preciso fazer nada. Mas o importante é que não estou mais formando nas fileiras dos desocupados, voltei a fazer o que me deixa mais feliz – o meu trabalho. (Aguinaldo Silva)

 

Ontem eu estava assim (na foto acima): na maior preguiça. Mas hoje (na foto abaixo), mal acordei e já parti pro taca-taca.

 

 

 


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AMARELO É A COR DA MODA

»Públicado por em abr 12, 2015 | 17 comentários

 

Não é carnaval, nem Copa do Mundo…

Mas a alegria do povo está de novo nas ruas

 fotos: Fco. Patrício

 

 O dia não podia estar mais lindo em Copacabana. O céu luminoso e sem nuvens, as águas calmas, os barcos ancorados à distância a compor a paisagem… E o povo, como sempre, na rua. Mas dessa vez, não para o tradicional banho de mar, para o dolce farniente, para a caminhada sem objetivo e ao léu, mas sim, para se pronunciar. Para mostrar sua indignação diante do que está acontecendo no país. Para dizer que não suporta mais tanta mentira, tanta dissimulação, tanta hipocrisia e tanta roubalheira. Resisto em chamar o que aconteceu ontem em Copacabana – e no resto da cidade, e por todo o país – de “protesto”, porque foi mais que isso – o que se viu foram cidadãos decididos a tomar nas mãos as rédeas do seu destino e resgatar a sua cidadania. Foi uma festa linda, em que todos, orgulhosamente vestidos de amarelo, retomaram as ruas daqueles que preferem se vestir de vermelho e se deixam ofuscar pelas suas bandeiras.

Foram instantes de absoluta liberdade, de confraternização e de alegria. O único incidente, bem diante da minha casa, aconteceu quando o homem já entrado em anos, de megafone em punho, meteu-se entre os manifestantes e decidiu confrontá-los – talvez na esperança de que estes o linchassem e assim ele desse aos seus aliados um pretexto para salpicar de negro aquela tarde em que o amarelo predominava. Mas ninguém sequer o empurrou, apenas o carro de som pediu a intervenção da polícia, que o retirou do meio da festa e o levou para longe, como vocês podem ver na sequência de fotos abaixo.

Sim, ver o povo nas ruas – mas o povo de verdade, não aquele que só se manifesta em troca de um sanduíche, transporte grátis e alguns trocados – foi uma alegria… Ainda mais para os meus olhos velhos e cansados. Vou ficar de vigia, da minha janela, à espera de que haja novos domingos felizes como este, em que o povo sai de casa, sim, ms não para ficar apenas sem fazer nada. E quando houver, não me farei de rogado: lá estarei de novo, como o mais mortal e comum dos cidadãos – que, no fim de contas, é o que todos nós somos – a fazer a festa junto com o povo. Depois que a caravana da cidadania rumou na direção do Leme, fui almoçar, mas numa varanda de onde pudesse ver as pessoas que, orgulhosamente vestidas de amarelo, ou envoltas em bandeiras verde e amarelo, retornavam às suas casas. Sim, foi uma manhã linda… Digna dessa festa maravilhosa. (Aguinaldo Silva)


 

 

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50 TONS DE MATILDE

»Públicado por em abr 11, 2015 | 21 comentários

 

Pois é quereeeedos, mesmo sem a devida licença do meu Patrão Prateado (que talvez me suspenda de novo por causa disso), resolvi também dar notas às performances dos outros… O que, como vocês sabem, é uma tarefa bastante subjetiva e discutível cuja real validade depende do gosto, do humor e do comprometimento de cada um em relação ao que – ou quem – é avaliado. Mas como está na moda, eu não deixaria que me incluíssem fora disso. Aí vão minhas primeiras notas, como eu disse, segundo meus critérios pessoais – que, como todos os critérios pessoais, só são válidos pra mim e em geral são vistos com reservas até pela minha meia dúzia de amigos.

 

 

Nota 1017: para Suzi Rego, grande dama da televisão brasileira, que deu um show em “Império” e, por sua participação na novela, deveria ter ganho todos os prêmios.

 


 

Nota 1000: para Miss Barbara Heliodora, que se foi, e infelizmente não deixou herdeiros. A falta de críticos teatrais na praça chega a ser tocante. Eu ia dizer que a falta de ótimos espetáculos também, mas aí dei uma olhada na lista de peças em cartaz e vi que seria injusta e leviana se o fizesse. É assim que se faz, quereeedos, jornalista tem que checar e checar, pra não escrever besteira nem inverdade.

 

Nota 27,05: para a epidemia de pinta que de vez em quando grassa entre os egípcios de “Os Dez Mandamentos” entre uma e outra praga de gafanhotos. Força na peruca, galera… Ou seria melhor dizer na careca?

 

Nota 0000,37: para o jornalismo sério, responsável, sempre compromissado com a verdade, praticado pelo jornalista Daniel Castro no portal da Record. Ele e Fabíola Reippert – que casal perfeito: eu amo! – são um exemplo para a classe jornalístico/blogueira. O fato em primeiro lugar, quereeedos, é isso mesmo!

 

Nota marromenos: para o twitter criado para o próximo personagem de Alexandre Nero na televisão, um certo “Romero”. Atrás de cada tweet (ainda) está um certo comendador arregalando os olhos. Mas é claro que o ator, que é bom pra caraças, logo vai superar isso… E a novela, se Deus quiser, será um tremendo sucesso e mais um ponto alto da carreira de Nero.

 

 

Nota 20: para Humberto Martins. Por quê? Ora bolas, porque eu gosto dele… E todo mundo sabe que além de gato ele é bom ator pra caramba.

 

 

Nota “eu, hem?”: para a proliferação de programas supostamente humorísticos na tevê. Pipocam feito brotoejas, sempre com as mesmas figurinhas carimbadas e, tal como as flores do campo, logo fenecem e morrem e sempre se perdem na poeira.

 

Nota 1000: para Susana Vieira que defende, com coragem e ousadia raras, sua condição de Diva, uma figura cada vez mais rara no nosso meio artístico. Susana talvez seja a última da espécie… E pra mim foi a melhor de todas.

 

 

Nota 000000,0: para o salário que me pagam neste site, sem falar que depois ainda ficam me enviando mensagens nas quais recomendam: “pára de escrever besteira!”

 

Nota da Redação: o titular deste espaço virtual não concorda necessariamente com as opiniões da sra. Matilde Bocão – às vezes discorda com veemência -, mas não se considera no direito de censurar qualquer uma das notas, por mais tresloucada que seja, que ela aqui publica. Qualquer tentativa solerte de blogueiros, twiteiros e outros “eiros” impublicáveis de atribuir as opiniões de Miss Bocão ao senhor Aguinaldo Silva será rechaçada não só neste mesmo espaço, como também na Justiça, e os ganhos resultantes dos processos serão revertidos para uma causa nobre – a finalização da Casa Aguinaldo Silva de Cultura.

 
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É MENTIRA? PUBLIQUE-SE!

»Públicado por em abr 10, 2015 | 12 comentários

 

Tem blogueiro na net pra quem

a verdade é o que menos importa

A ânsia por cliques está levando a baixa mídia à loucura. É um tal de fabricar notícias e publicar meias verdades ou mentiras descaradas… Ainda bem que sou vacinado contra veneno de cobra e escorpião… E não tenho medo de aranha nem de barata. Depois ficam dizendo que Téo Pereira não era real. Como não era, se existe um Téo Pereira em cada esquina da internet?


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