A nota abaixo foi publicada hoje na coluna de Anselmo de Góis em O Globo…
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A bela adormecida
Ana Paula Arósio não deve ficar muito tempo na geladeira na TV Globo. A bela, que estaria com os salários cortados por ter abandonado “Insensato coração”, nova novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foi reservada, diz um diretor global, para “Fina estampa”, próxima trama de Aguinaldo Silva. A conferir. |
…E já me rendeu dois telefonemas de “fifís”! E olha que aqui em Lisboa são 7h42m, que significa que aí são 5h42m da manhã. Essa gente não dorme? Fica de butuca no computador dia e noite procurando assunto pra encher a paciência dos outros, é isso?
Bem, quanto à notícia. Se dependesse de mim ela não teria saído, pois, desde que um certo “diretor global” me acenou com essa possibilidade secreta, eu prometi, jurei de pés juntos pela alma da minha querida mãe que seria um túmulo. E continuo a sê-lo. Não confirmo nem desminto, espero que as notícias venham lá de cima.

Não posso negar que pra qualquer autor de novelas, ter Ana Paula Arósio no elenco seria um ganho. Mas existem outras opções para a personagem que me parecem igualmente atraentes.
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CADÊ MEU CHAMPANHE, CARAÇAS?

Escrevi o texto lá embaixo ontem à noite, depois que sai do restaurante Varanda, no Hotel Ritz daqui de Lisboa, onde tive uma ceia de Natal perfeita – pelas companhias, as conversas, a comida e a harmonização dos vinhos. Mas, além de consumir um vinho diferente para cada um dos seis pratos servidos, ainda tive que experimentar cada um deles, já que fui nomeado pelo maitre o provador oficial da mesa. Assim, acabei bebendo mais do que os outros e muito além do que a decência permitia… E bem, não sei como consegui perpetrar o tal texto, mas o fato é que, depois que o escrevi, caí durinho na cama… E acordei hoje de manhã com uma coisa que, assim como sexo, eu não tinha há pelo menos dez anos: uma ressaca. Pequena é verdade, mas suficiente pra fazer com que eu me perguntasse:
“Onde foi que errei, carajo?”
E como não pude responder a essa pergunta, desci, tomei um café da manhã devastadoramente pródigo e regado a… Champanhe, please!… Depois subi, caí na cama e fui dormir de novo.
Mesmo porque o tempo não convidava a outra coisa. Lá fora, chuva e nevoeiro. Cá dentro, no hotel, só os empregados a repetir meu nome, cada vez que eu passava, como se fosse um mantra: “sr. Aguinaldo Silva!” Quem os ensinou a dizer isso de maneira tão entusiástica? Bom, não interessa, o que interessa é que eu dormi, e quando acordei estava mais bem disposto.
Tomei um banho de banheira, arrumei a mala, desliguei o notebook e sua parafernália toda, desci, paguei a conta, mandei chamar um táxi – cujo motorista era mal humoradíssimo – e vim pra casa… Onde caí na cama e dormi de novo.
Walcyr Carrasco tinha me dito durante o jantar que hoje, em companhia de alguns amigos, iria a uma das cidades portuguesas que eu mais amo, a bela e misteriosa Évora. Disse a ele que fizesse marcação no Fialho, um dos restaurantes mais emblemáticos do País. Se ele o fez ou não eu não sei; não sei nem mesmo se viajou, já que o tempo estava péssimo… Por isso, Walcyr quereeeeedo, me dê notícias!
Quando acordei eram 14h30m do dia de Natal… E lá fora, é claro, ainda chovia a cântaros. Sentei diante do computador, abri um arquivo – Lara com Z, episódio08, que estava pela metade, e mandei bala. Às 18 horas tive um pequeno debate com o Moderador, pois ele acha que eu estou comendo mosca se ainda não mandei reservar Alexandre Borges para “Fina Estampa”, e eu, ao contrário dele, acho que Alexandre Borges é meu e ninguém tasca… Mas com todo respeito, Júlia Lemertz querida!
Mesmo com a pressão um tanto ou quanto alterada, consegui fechar o tal episódio, que termina com a casa de Lara Romero prestes a ser invadida por um bando de homens armados – não digo a mando de quem, aguardem…
Ou seja: em menos de 24 horas eu tive um jantar fantástico, uma ressaca, uma “reunião de elenco”, uma tarde de trabalho… E agora à noite, quando bateu a fome, ainda fui pra cozinha e fiz um macarrão daqueles de levar o ânus a fazer bico.
O que eu quero dizer com tudo isso? O óbvio queridinhos, que entra ano e sai ano e eu continuo vivo e bolindo… Sexy, gostosão, lindo e em plena forma…
Porque eu sou uóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóótimo!
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NATAL COM WALCIR CARRASCO!

Certas coincidências que acontecem na vida real, de tão coincidentes, fazem com que a gente se diga: “ah, isso é coisa de novela!…”
Pois uma dessas coincidências de novela me aconteceu nessa noite de Natal. Lembram do que eu disse sobre me hospedar nessa data especial no Ritz? Talvez não fosse, ia me dar muito trabalho, etc.. Mas na última hora mudei de idéia e fui: me hospedei lá em grande estilo, numa suite do décimo andar da qual dava pra ver Lisboa inteira. Marquei mesa no restaurante Varanda e, quando cheguei lá pra ceia, ou consoada, ou como quer que a chamem, quem encontrei?
Ninguém menos que Walcyr Carrasco, gente!
E claro, sentamos juntos, eu, ele e alguns amigos, para um jantar de seis pratos com vinhos harmonizados que durou mais de três horas e foi supimpa!
Se falamos sobre televisão? É claro, foi o assunto da noite! E o Walcyr me contou coisas do arco da velha. Por exemplo: aquela história de que ele interferiu nos figurinos de “Morde & Assopra” e mandou fazer tudo de novo é a maior mentira! “Eu só dei alguns palpites”, ele falou, “mas jamais faria uma grosseria dessas com a figurinista de quem, aliás, sou amigo!”
Ou seja, Walcyr foi vítima dos fofoqueiros de plantão que, nos bastidores das novelas, fornecem notícias nem sempre verdadeiras aos fifis de plantão. e ganham Deus sabe lá o què com isso.
Mas não é isso que importa, o que importa é que Walcyr está entusismadésimo com a novela, e tem todas as razões pra isso, pois a história – ele me contou todinha! – é supimpa, e eu não tenho dúvidas que vai ser o maior sucesso… Além de funcionar como novo marco na carreira de duas atrizes que eu adoro – Adriana Esteves e minha lindinha preferida, Flávia Alessandra. Sem falar que Cássia Kiss também vai arrasar, assim como Marcos Pasquim, Mateus Solano…
Ou seja, novela de Walcyr é garantia de sucesso… O que e ótimo porque, durante boa parte deste 2011 que está prestes a começar, ele com “Morde & Assopra”, e eu com “Fina Estampa”, estaremos no ar juntos!
Ah: e o que é que as fotos lá em cima lá em cima e aqui embaixo têm a ver com isso? Nada… A não ser que nelas eu apareço me preparando, aqui na minha suíte do Ritz, pra ir jantar, na noite de Natal, em grande estilo.

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HOJE A FESTA É NOSSA!
http://www.youtube.com/watch?v=HsvT-GbhZec
Um presente especial me chega da gelada – mais que o habitual – Alemanha, enviado pelo nosso Ministro das Relações Exteriores, Moacir Jardim: este vídeo no qual eu desejo, a todos vocês, um super, felicíssimo Natal! Infelizmente nem todo mundo aparece aí, pois o Moa teve que trabalhar com o material de que dispõe lá na distante (de nós, mas não do resto do mundo) Colônia. Os novatos surgidos aqui no Portalão, por exemplo, não aparecem… Mas certamente aparecerão no vídeo do próximo Natal, desde que nos mandem suas fotos. A todos, os que estão no vídeo e os que deveriam estar, meus votos sinceros: que tenham um ótimo Natal, e um 2011 daqueles de arrebentar a boca do balão!
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CADÊ O MEU PERU?…

Sou uma pessoa declaradamente esquisita, pois nesta época em que todos temem a solidão, eu adoro ficar só… Desde que num lugar onde haja um computador plugado ao resto do mundo, uma despensa cheia de boas comidas e bebidas, um home theater de última geração e uma estante abarrotada de DVDs e livros. Pessoas são bem vindas no meu refúgio, é claro… Se não trouxerem malas nem ficarem por muito tempo. Não que não goste de gente – gosto, mas tenho sempre tarefas a cumprir das quais ela está excluída… E nas quais, quando alguém tenta me ajudar, sempre me atrapalha.
Sou, e sinto um prazer enorme em sê-lo, um solitário. E é como tal que vou passar este Natal aqui em Lisboa: sozinho, ou melhor, na bela companhia de Annie Lennox, cujo último CD, A Christmas Cornucópia, tenho ouvido dia e noite, pois o Natal não me emociona nem um pouco, mas a música de Natal eu adoro.
Talvez não fique em casa. Pensei em aproveitar a data e, como faço de vez em quando, me refugiar no Ritz, que hoje é uma das jóias da coroa da cadeia de hotéis que atende pelo estranho nome de Four Seasons. Ah, aquela suíte de 135 metros quadrados… Aquele mordomo a deslizar como uma sombra para deixar sobre a mesa de centro todo tipo de mimos… E a visão, lá do sexto andar, do Parque Eduardo VII, em cujas alamedas os michês portugueses, como vampiros saídos das grotas, passeiam a partir da meia-noite seu desespero…
Sim, o Ritz, como o Natal, é uma das provas de que a cultura ocidental deu certo e cabe a nós, se possível com o sacrifício de nossas próprias vidas, preservá-la. Sou radical quanto a isso. Acho que vivemos uma guerra cultural, um retorno à época das Cruzadas, e cada um deve ter plena consciência sobre qual é o seu lado. O cara do wikileaks, por exemplo, quando denuncia as mazelas do Ocidente, mas finge não saber de nada sobre os crimes dos fundamentalistas islâmicos, torna-se quinta-coluna e sim, devem ser rigorosamente punido, nem que seja com o nosso desprezo.
Mas deixemos essa guerra cultural (e não religiosa) de lado, voltemos ao Natal e ao Ritz, pois é da época de boa vontade entre os homens que estamos falando. Já me vejo entregue às mãos daquele massagista e depois, a mergulhar naquela piscina de águas tépidas; a jantar em grande estilo, civilizadamente vestido com paletó, colete e gravata; e a tomar o café da manhã no Varanda, ao som daquela flauta, ou daquele violino.
Sim, no Ritz, mesmo sem levar em conta a data, eu terei um Natal e tanto.
Mas… Levar o notebook, montar a parafernália toda que me permite plugar através dele o resto do mundo, ter paciência bastante pra suportar os brancos do wireless que, nos hotéis, nunca é lá essas coisas… Enfim, me mudar apenas por um dia… Será que vale a pena?
É Natal, bimbalham os sinos das mil e uma igrejas de Lisboa… E eu acho que vou ficar é na minha casa mesmo.
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SUZANA PIRES ABRE O JOGO

Suzana Pires é uma mulher. Dito assim parece estranho, né não? Mas o que eu quero dizer é que, num universo cada vez mais cheio de jovenzinhas, quase ninfetas – o da televisão, ela surgiu para ocupar o lugar da mulher adulta, que sabe o que quer, que tem plena consciência dos seus objetivos, e não foi descoberta ali na passarela da esquina, mas se preparou arduamente para seguir o difícil caminho da vida artística. Sua entrevista – uma das melhores que aqui já publicamos – deixa isso bem claro: ela não entrou no ramo só para aparecer, ou pra brincar. Sim, Susana Pires é uma bela mulher. Leiam e sintam… E esperem pra vê-la em toda a sua plenitude em “Fina Estampa”.
1) Você começou na carreira artística ainda adolescente, aos 15 anos. Quando surgiu a certeza da vocação?
R. Desde criança eu dizia que seria atriz. Mas, entre os sete e os quinze anos me dediquei à prática da ginástica rítmica e aos estudos. Quando fiz 15 anos, falei para os meus pais que estava na hora de “começar a ser atriz”. Conseguimos uma vaga no Tablado e poucos meses depois eu já estava em cartaz e não parei mais. Mas, a certeza da vocação só veio quando eu comecei a produzir as peças que queria atuar. Quando eu me comprometi a transformar um sonho em realidade, aí sim minha vocação foi colocada à prova.
2) Fez escola de teatro, artes cênicas? Qual a sua formação?
R. Comecei a estudar aos 15 anos no Tablado que é um curso de improvisação. Dos 18 aos 22, fui aluna da Camila Amado. Eram aulas particulares onde aprendi técnicas de interpretação, análise de texto, dramaturgia, filosofia, enfim, foi o lugar onde comecei a entender um pouco mais sobre a profissão. Depois, tive a necessidade de expandir meu pensamento e fui fazer faculdade de filosofia onde me dediquei a estudar Filosofia e Teatro. Muita tragédia grega! E foi aí que comecei a escrever também. Fora isso, estudei clown com o Marcio Libar e fiz cursos específicos para desenvolver o instrumental básico do ator: corpo e voz.
3) Suzana Pires é uma artista multifacetada: atua, escreve, produz… Qual dessas atividades a seduz mais?
R. Quem faz todas essas atividades é a atriz. É ela quem manda em tudo! Rsrsrs… Vou explicar melhor: se eu não estou em cena, nada funciona, porque fico desorganizada. Minha cabeça não funciona muito bem e não fico feliz. Estando em cena, tudo fica perfeito e então consigo criar, escrever, produzir… aí também não paro!

4) Como organizar tantas atividades numa vida só?
R. No início, era o Caos! Mas fui conseguindo me organizar dentro da loucura que é meu dia-a-dia. Aprendi a ter foco, concentração e a priorizar. Então, se reservo uma hora para estudar e decorar texto, só faço isso. Não atendo nem telefone. Se estou escrevendo é a mesma coisa. Se estou gravando também. E assim fui ficando mais calma.
5) O que a Suzana Pires costuma fazer quando tem um período de descanso?
R. Eu amo ficar em casa. Posso passar o dia pendurando quadros, assistindo filmes ou seriados, recebendo amigos. Gosto também de ficar quieta, costurando roupas no ateliêzinho que fiz aqui em casa. Eu descanso na minha toca. É onde me recarrego.
6) Como é sua relação com a mídia? O excesso de exposição a incomoda?
R. Nesse pouco tempo em que fiquei uma atriz conhecida tive vários momentos na mídia. Primeiro foi o “quem é ela?”: então eram matérias que focavam minha história, o que eu já tinha feito e como tinha chegado à TV. Em seguida, o foco passou a ser minha vida pessoal. E, há alguns meses o foco da mídia voltou a ser a minha vida profissional. Graças! Em todos esses momentos, inclusive nos ruins, minha relação com a imprensa e a deles comigo, foi bem respeitosa. Mas, te confesso que foram dois anos me acostumando com tudo isso, conhecendo a mídia e me conhecendo em relação a ela, escolhendo como eu iria me colocar diante de toda essa exposição. E hoje, tenho uma postura bem clara com relação a isso: a minha vida profissional é absolutamente pública. Eu trabalho para o público, para tocar o coração das pessoas com a personagem que estiver fazendo. Mas, a minha vida pessoal é pessoal. Tenho feito de tudo para manter a milha vida íntima longe dos holofotes.
7) Você é uma mulher considerada sexy. Acaba sempre por ser escalada para viver mulheres “fatais”. Isso a desagrada?
R. De maneira alguma! Eu adoro isso! Acho que a sensualidade é um atributo muito feminino, que mexe com a nossa capacidade de gerar, de fecundar, de transformar uma possibilidade em algo real. É a capacidade de carregar um certo mistério que o outro quer desvendar. Isso talvez seja o que chamamos de “fatal”. E se esse mistério for… fatal? Rsrsrsrs Vejo a sensualidade com muito humor. É um jogo saudável. E, procuro colocar nas personagens uma pitada disso, em diferentes níveis e maneiras, claro! Mas, acho que uma mulher que tem consciência do poder da presença do seu feminino faz tudo ficar mais instigante.

8) Que tipo de personagem gostaria de interpretar e ainda não o fez?
R. Geralmente, eu não escolho as personagens que interpreto. E não pergunto se é grande ou pequeno. Eu sou seduzida pelo projeto, pelos profissionais envolvidos, pelo que está sendo dito, pela questão que levanta e pela mensagem que passa. Se confio nisso, aí vou com tudo! Me concentro totalmente em contar aquela história da melhor maneira possível. Me entrego totalmente.
9) Você é formada em filosofia; como esse conhecimento a ajuda a escrever e interpretar?
R. Não sei exatamente como ajuda, mas a filosofia me “alargou”, me fez “abrir o horizonte” dentro de mim mesma. Na prática, ter estudado filosofia me trouxe o contato com obras como “A Poética” de Aristóteles, que uso muito para meu trabalho como autora e como atriz, acho que me fez conhecer melhor as origens do teatro, do drama, porque mergulhei no estudo sobre a tragédia grega. Mas, eu tenho pavor de citar frases de filósofos e ficar falando “segundo fulaninho… segundo ciclaninho”. Acho que o conhecimento vai para a célula e não para a mente.
10) Qual o melhor conselho que recebeu ao abraçar a profissão?
R. Foi o conselho de um Mestre, um palhaço com quem tive a honra de estudar: “Suzana, não se leve a sério!” – demorei a entender o que isso significava. E com o tempo, percebi que todas as vezes que “me levei a sério” perdi a confiança em mim. Não consegui “achar uma saída” para algum problema, falei mais do que ouvi e minha “criança interior” me abandonou, me deixando cheia de pudores e neuroses. Então, cuido muito para que isso não aconteça! E, vem acontecendo “uma vez a cada nunca!” rsrsrsrs
11) Quais são seus planos para este 2011 que está quase começando?
R. Até março, estarei focada na Janaína de “Araguaia” e na redação do programa “Os Caras de Pau”, que vai continuar na grade em 2011. Em Abril, gostaria de apresentar minha peça “De Perto, ela não é normal!” em Lisboa. E, a partir de maio, estarei focada numa nova personagem criada por um certo senhor de cabelos-mega-prateados-e-lindos-olhos-cor-de-mel. Um Deuso! Um Mestre da dramaturgia! Conhece? Rsrsrs. Quero fazer juz ao convite que recebi desse senhor incrível e arrebentar numa “Fina Estampa”!
