LARA COM Z… DE PICANHA!

Posted on : 28-01-2011 | By : aguinaldo silva | In : Aguinaldo Silva Digital

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Oh my God! – essa vida social acaba comigo! Além de depurar o texto de “Lara com Z”, fazer reunião via skype com os roteiristas de “Laços de Sangue”, e escrever um primeiro capítulo deslumbrante de “Fina Estampa”, ainda tive ontem dois compromissos sociais importantíssimos e inadiáveis. Ao primeiro eu fui: o jantar de comemoração com os roteiristas de “Lara com Z”, ao qual compareceu até o mais novo dos meus colaboradores, o jovem e promissor Bernardo, de dois meses, que ficou o tempo todo no colo da mamãe Simone Mousse (vide foto). Além desta, com seus respectivos e respectivas, lá estavam a partir da esquerda: Tatiana Contreiras, Fátima Diniz, Daniel Berlinsky, Ricardo Hautequestt, Maria Elisa Berredo…

E, naturalmente, o sexy, gostosão e lindo de cabelos prateados que vos fala, e que estava sem “respectivo” ou respectiva”, pois fez votos de castidade e está prestes a entrar na Ordem das Carmelitas Descalças da Observação e Contemplação da Vida Divina.

Ao segundo compromisso não pude ir, porque o primeiro, no Porcão de Ipanema, terminou tardíssimo. Não fui, mas mandei um enviado especial aqui do Portal, mas “viado” do que “en”… Ninguém menos que Matilde Bocão! Foi o lançamento dos livros “Carmen Verônica – o riso e o glamour”, uma biografia, da própria, e “As Grandes Vedetes do Brasil”, de Neyde Veneziano. Cliquem no link à direita e leiam na coluna da Matilde o texto engraçadíssimo que ela escreveu… No qual, de tão empolgada, esqueceu de incluir o mais importante: os títulos dos livros, bicha!

 

Quer saber das novidades, então clica na minha coluna

 

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VAMBORA SUBIR A SERRA!

 

 

Volto ao Locanda della Mimosa e dou sorte, pois encontro Dânio Braga at work. Janto espetacularmente um menu degustation “desenhado” por Lílian Braga, com quem partilhei a mesa junto com mais dois amigos. Para acompanhar, vinhos fantásticos, inclusive um grego que veio com a sobremesa e, por Zeus!, era divino. Horas e horas da mais pura conversa transcendental e depois, uma visita à adega, que é uma espécie de templo em honra da civilização e dos excelentes costumes.

Noite adorável.

 

Lília, que foi mãe aos 53 anos, é uma das mulheres mais interessantes com quem já conversei. Dânio Braga é um chef soberbo. E o Locanda della Mimosa, que os dois criaram como se fosse um filho, é uma instituição que deve ser preservada a qualquer preço.

Estou em Itaipava há uma semana, e me sinto na obrigação de vos dizer que, em relação a Petrópolis, quando fala do temporal recente a mídia está exagerando. Apenas uma parte muito pequena da cidade foi cruelmente atingida (e destruída): o Vale do Cuiabá. O resto nada sofreu, e continua agradável.

Por isso, a coisa mais esdrúxula que ouvi após o desastre saiu da boca do próprio prefeito de Petrópolis, Paulo Mustrangi, ex-bancário e sindicalista, que apregoou aos quatro ventos:

“Não subam a serra!”

Quando deveria dizer justamente o contrário, e não estaria mentindo. Pois, repito, a não ser no Vale do Cuiabá, o município de Petrópolis saiu intacto do temporal. E especificamente em Itaipava, com a qual tenho uma ligação muito especial, continuam funcionando a pleno vapor as pousadas, os restaurantes e o comércio.

 

 

Por isso, resolvo cumprir aqui o meu périplo de sempre, ou seja, ir aos restaurantes e às lojas mais simpáticas, mas dessa vez com uma missão a cumprir: gastar dinheiro. Pois é assim que se ajuda uma região que vive do turismo – indo lá e consumindo. E não fui eu quem descobriu essa receita, foi o próprio ex-Presidente Lula que, num momento de crise global, recomendou aos brasileiros: “gastem tudo!”.

Estava certíssimo.

Assim, deixo em Petrópolis um pouco dos meus suados caraminguás e aconselho a todos que amam aquele local: façam o mesmo.

(Em tempo: o Prefeito Mustrangi voltou atrás. Em nota oficial divulgada ontem, fez o mesmo que eu e pediu às pessoas que subam a serra. Fez muito bem)

 

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Mistério atrás da porta verde!

 

Todo mundo me pergunta:

“Por que Lara com Z?”

E eu dou a mais arrogante de todas as respostas:

“Porque eu quero, ora bolas!”

Mas não é bem assim. “Lara com Z”, o spin off de “Cinquentinha”, tem esse título por uma razão muito especial. Ela só será revelada a certa altura do seriado; e é o que nos remeterá à segunda temporada que, tudo indica, será produzida no próximo ano.

“E você não vai nos dizer que razão é essa?” – é o que agora me perguntarão.

E eu responderei que não, ora bolas de novo, não vou dizer por que, se eu o fizer vou estragar a surpresa, e não haverá nenhum impacto quando ela for apresentada a vocês no decorrer do seriado estrelado por Susana Vieira (na foto abaixo).

 

 

De qualquer modo, uma coisa eu já posso antecipar: mais do que quaisquer das minhas obras televisivas (hum! Gostei disso…), “Lara com Z” terá uma história toda baseada em grandes viradas. Haverá uma surpresa a cada cena… E de cada cena as personagens sairão – como é de praxe na melhor dramaturgia – modificadas.

O que significa isso? Significa que todos os que se envolveram com a escritura do seriado botaram nele a própria alma! Isso não devia ser novidade nenhuma na teledramaturgia, gênero no qual os roteiristas são mais bem pagos que em qualquer outro… Mas a tentativa de ir além dos próprios limites, e assim justificar o que lhes cai na conta bancária todos os meses, não é o que se vê nos trabalhos mais recentes dos nossos queridos roteiristas, incluindo esse que vos fala.

Seria por que, no fundo, não levamos o nosso trabalho a sério, e achamos que ele pode ser feito nas coxas?…

Ou ainda seria por que o que aspiramos mesmo é escrever “Leite Derramado” e nos tornarmos todos clones do late Chico Buarque de Holanda?…

Qualquer que seja o motivo: mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa – eu também já andei praticando o “não tem tu, vai tu mesmo”… Só que me arrependo mortalmente disso.

O que me salvou é que, de uns tempos pra cá, nunca fico feliz ou satisfeito com o que escrevo, e a expressão que mais uso para classificar o resultado dos meus trabalhos é: que merda! Mal acabei o 14° episódio de “Lara com Z” ontem à noite, tratei de relê-lo e fiquei horrorizado, pois pensei:

“Meu Deus, eu podia ter me esforçado mais e feito melhor que isso!”

Se este sentimento de frustração é bom ou ruim?

É uóóóóóóóóóóóóóóóóoóóóóóóóóóóótimo!

Pois é ele que nos move e nos faz ir além e mais além… Na esperança de um dia conseguir enxergar o que está escondido atrás da Porta Verde.

(Agora vão me perguntar:

“Mas que droga de porta verde é essa?”

E eu responderei:

“Não sei, acabei de inventar… Mas não ficou legal pra fechar o texto?…”)

 

 

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E AÍ, VAMOS PASSAR O

FIM DE SEMANA JUNTOS?

 

Fim de semana chegando e você só pensa em praia ou ensaio de escola de samba, seu Zé Ruela?

Então vai-te catar!…

Porque tem coisas bem melhores pra fazer no Rio de Janeiro fora do circuito labiríntico que sempre vai dar num botequim sórdido da Lapa, ou na barraca do Pepê (alguém ainda aguenta aquilo?), ou numa quadra de escola de samba, entre um tiroteio e um arrastão de traficantes, no meio de lugar nenhum. Eu digo isso porque sei. E se você está interessado nas minhas dicas, então leia aí embaixo… E eu te garanto que nenhuma delas vai te fazer passar o vexame de se submeter a um teste de bafômetro numa blitz da Polícia Militar.

A PEÇA:

É um musical: “Hair”.

Um espetáculo de Charles Moeller & Cláudio Botelho no Teatro Oi Casa Grande.

 

A primeira vez que vi “Hair” foi aqui mesmo no Rio, no antigo Teatro República, onde hoje funciona a TV Educativa. Não me lembro se Ney Latorraca, José Wilker e Antônio Fagundes, do elenco original paulista, ainda faziam a peça quando a vi, mas sei que Zezé Mota e Sônia Braga estavam lá. No dia em que eu fui também compareceu ao teatro a Seleção Brasileira campeã mundial de 1970, e claro, elenco e platéia enlouqueceram ao ver Brito, Jairzinho & companhia bela assim, tão pertinho deles… E todos entusiasmadésimos. Pra falar a verdade, não curti muito o espetáculo. Achei tudo freak demais até mesmo pro meu (mau) gosto da época: aqueles cabelos, aqueles andrajos, aquela sensação de que ninguém ali no palco tomava banho há uma semana… Mas havia a famosa cena em que todo mundo ficava nu, algumas músicas me ficaram na cabeça… E o fato é que “Hair” é um ícone dos anos 70, os espetáculos da dupla Moeller & Botelho são sempre caprichadíssimos, por isso, 40 anos depois, vale a pena revisitá-lo.

 

O FILME:

Não está no cinema, mas você pode vê-lo no seu home theather, a salvo (de novo) das blitzen da PM e do concurso nacional de balas perdidas… E no seu blu-ray!

 

Falcão Negro em Perigo.

Do mestre Ridley Scott.

Lembram daquele filme-patacoada que ganhou o Oscar no ano passado? Claro que não, ninguém lembra mais, era um filmeco… E nem chegava aos pés do original, que é este filme arrasador de Ridley Scott sobre a loucura da guerra em território alheio, por causas que os soldados nem ao menos sabem direito quais são. Veja com calma, use e abuse da tecla que lhe permite recuar e ver de novo… E no final você terá aprendido uma lição sobre o que é cinema de verdade, e não contrafação.

 

O LIVRO:

Truman Capote [ensaios]

606 páginas, Editora Leya.

 

Eu me sinto suspeito pra falar de Truman Capote, já que sou fanzoca do baixinho e o considero o maior contista norte-americano do século XX – pra mim, TC é o Tchecov deles. Além de mestre contista, ele foi também roteirista eventual, um grande romancista, e um ensaísta de mão cheia. E são justamente os seus ensaios que estão reunidos neste volume monumental, entre eles “Ouvindo as Musas”, um relato alentadíssimo sobre a tournée do musical “Porgy e Bess” a Moscou, à qual Capote foi agregado como uma espécie de “correspondente de guerra”. Leiam com atenção e muita calma, pois TC é, acima de tudo, um estilista.  E não se deixem impressionar pela palavra “ensaio”, pois o que este escritor faz nos seus textos é abordar, de forma pessoal e intransferível, o que ele acha que deva ser o significado da vida.

 

MEU FIM DE SEMANA:

 

 

E agora vocês me perguntam:

“E você, seu Zé Ruela, o que vai fazer no fim de semana?”

Ah quereeedos, vou continuar na minha querida Itaipava, cuja vida não foi afetada pelos temporais recentes aqui na serra, e é sempre adorável. Vou ler junto com vocês o livro do Truman Capote, ver mais alguns episódios do seriado “Spartacus” (sim, estou curtindo, depois comento)… E no domingo vou comer um belo de um bacalhau lá em Araras, especialmente preparado pela minha querida Vera (que aparece comigo na foto) no restaurante “Oliveiras da Serra”. E antes que alguém pense que isso é merchandising, vou logo avisando: comigo não tem esse negócio de comer de graça – eu sempre pago!

 

“OSCAR”: EIS OS CANDIDATOS!

Posted on : 21-01-2011 | By : aguinaldo silva | In : Aguinaldo Silva Digital

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DUAS CRUELAS BEM  CRUÉIS!

Olha só gente, que luxo: “Lara com Z” não terá apenas uma vilã, terá duas, e justamente essas duas senhoras aí na foto. Eliane Giardini fará Sandra Heibert, uma crítica de teatro aloprada e raivosa que nós criamos baseados só Deus sabe em quem, e Beatriz Segall será Maria Beatriz Ventura Passos de Albuquerque, rica de fazer dó, e mais malvada que Odete Roitman… E as duas se unirão pra fazer Susana Vieira, que é Lara Romero em pessoa, cair do salto alto e se dar mal! Nesse momento glorioso – são 21h32m  – acabei de escrever a palavra “FIM” no 14° episódio, e agora, junto com a turma toda, vou me preparar pra partir pro abraço! Ah, esqueci de dizer: a foto foi tirada no estúdio, onde a equipe de “Lara com Z” está gravando desde o dia 9 de janeiro.

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“BOCAS DE MATILDE”

GANHA CASA NOVA!

Estou até com inveja. Matilde Bocão fez tanto sucesso aqui no portal que teve direito a um cantinho especial no nosso espaço.  A partir de agora é só clicar no link aí do lado direito, que você terá acesso à coluna atual e às antigas assinadas pela nossa fofoqueira mor. Aproveitem!

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LARA ROMERO

RIDES AGAIN!

 

Em primeiríssima mão (segundíssima, aliás, porque a foto é by appointment do blog da Patrícia Kogut), eis a foto de Lara Romero e Leandro Moraes, seu par romântico em Lara com Z” cujas gravações, iniciadas no dia 9 de janeiro, caminham a todo vapor. Ela é a primeira e única Susana, La Vieyra, e ele é ninguém menos que Humberto Martins, de oclinhos, porque faz um sujeito tímido que, quando tira os óculos e parte pra cima de Lara… Sai FUEGO!

E por falar em FUEGO, bem, não posso dar maiores detalhes, mas Maria Elisa Berredo, eu e a nossa equipe já escrevemos os três últimos episódios da série, que agora estão sendo revistos e amanhã chegam às mãos do diretor Wolf Maya. Quando o seriado estrear em abril, um fato inédito na nossa televisão: todos os episódios estarão gravados e finalizados!

Sim, porque não é só o Humberto Martins: Wolf, Susana, Maria Elisa, eu, a turma toda: a gente também é FUEGO!!!!

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“O Discurso do Rei”, que foi o meu filme preferido no ano que passou, teve doze indicações e disparou na frente na disputa do Oscar. Os nomes dos candidatos acabaram de ser divulgados em Los Angeles, e a lista completa segue abaixo.

Filme

“Cisne Negro”
“O Vencedor”
“A Origem”
“Minhas Mães e Meu Pai”
“O Discurso do Rei”
“127 Horas”
“A Rede Social”
“Toy Story 3″
“Bravura Indômita”
“Inverno da Alma”

Ator

Colin Firth – “O Discurso do Rei”
Javier Bardem – “Biutiful”
Jeff bridges – “Bravura Indômita”
Jesse Eisenberg – “A Rede Social”
James Franco – “127 Horas”

Atriz

Annette Bening – “Minhas Mães e Meu Pai”
Nicole Kidman – “Reencontrando a Felicidade”
Michele Williams – “Namorados para Sempre”
Jennifer Lawrence – “Inverno da Alma”
Natalie Portman – “Cisne Negro”

Ator coadjuvante

Christian Bale – “O Vencedor”
John Hawkes – “Iverno da Alma”
Jeremy Renner – “Atração Perigosa”
Mark Ruffalo – “Minhas Mães e Meu Pai”
Geoffrey Rush – “O Discurso do Rei”

Atriz coadjuvante

Amy Adams – “O Vencedor”
Helena Bonham Carter – “O Discurso do Rei”
Melissa Leo – “O Vencedor”
Hailee Steinfeld – “Bravura Indômita”
Jacki Weaver – “Animal Kingdom”

Diretor

Daren Aronofsky – “Cisne Negro”
David Fincher – “A Rede Social”
Tom Hooper – “O Discurso do Rei”
David O. Russell – “O Vencedor”
Joel Coen e Ethan Coen – “Bravura Indômita”

Roteiro original

“A Origem”
“Minhas Mães e Meu Pai”
“O Discurso do Rei”
“Another Year”
“O Vencedor”

Roteiro adaptado

“127 Horas”
“Toy Story 3″
“Bravura Indômita”
“Inverno da Alma”

Animação

“Como Treinar Seu Dragão”
“O Mágico”
“Toy Story 3″

Filme estrangeiro

“Biutiful” (México), de Alejandro Iñarritu
“Incendies” (Canadá), de Denis Villeneuve
“Em um Mundo Melhor” (Dinamarca), de Susanne Bier
“Dente Canino” (Grécia), de Yorgos Lanthimos
“Fora da Lei” (Argélia), de Rachid Bouchareb.

Documentário
“Exit through the Gift Shop”
“Gasland”
“Trabalho Interno”
“Restrepo”
“Waste Land”

Trilha sonora
“Como Treinar Seu Dragão”
“A Origem”
“O Discurso do Rei”
“127 Horas”
“A Rede Social”

Canção Original
“Cooming Home”, de “Country Song”
“I See the Light”, de “Enrolados”
“If I Rise”, de “127 Horas”
“We Belong Together”, de “Toy Story 3″

 

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patrocínio? também quero!

Se a primeira fase do concurso para escolher “O Maior Brasileiro de Sempre” terminasse hoje, quem seriam os 30 semifinalistas? Aí vão eles:

Edir Macedo, Eike Baptista, Chico Xavier, Sílvio Santos, Lula da Silva, Lampião, Padre Cícero, Anita Garibaldi, Jorge Amado, Zilda Arns, Irmã Dulce, Zumbi, Chico Buarque, Fernando Henrique Cardoso, Clodovil, Elis Regina, Villa-Lobos, Luiz Gonzaga, Machado de Assis, Cecília Meirelles, Chico Mendes, Carlos Chagas, Adolpho Lutz, Ayrton Senna, Roberto Carlos, Duque de Caxias, Gisele Bündchen, Portinari e João Cândido.

Você discorda dessa lista? Eu, de alguns nomes, discordo veementemente, assim como acho deplorável a ausência de outros. Como é possível que ninguém se lembre de votar, por exemplo, em Dom Pedro II? Ou em João do Rio? Ou em Carmem Miranda, que nem era brasileira, mas foi a portuguesa mais brasileira de quantas andaram por aí?

Mas se posso discordar, não posso reclamar de nada, já que o regulamento do concurso era claro – nessa primeira fase as pessoas podiam votar quantas vezes quisessem nos seus candidatos. Já na segunda fase, que começa no dia 5 de maço e contará apenas com os 30 mais votados a coisa será diferente, pois segundo o regulamento a votação será assim: cada voto, um IP… E aí é que vamos ver.

Nesse momento já chegamos a 2.213.000 votos. Trata-se de um tremendo sucesso. Poucas promoções desse tipo no Brasil contaram com uma adesão tão maciça, e a essa altura “O Maior Brasileiro de Sempre” bem que merecia um patrocinador, além de um parceiro, quem sabe um programa de rádio, que entrasse de sola na promoção conosco…

Mas cadê?

De qualquer modo continuamos aqui… E fica a dica: quem não se comunica marca touca e se trumbica, moçada! Algum comunicador se arrisca a entrar nessa parada com a gente?

Estou esperando pra ver.

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TEM VIDEO NOVO NAS PARADAS!

Vejam abaixo mais um vídeo produzido pelo confrade Leonardo Alves, no qual ele interage com a turma fiel aqui do Portal do Aguinaldão. Eu achei ótimo!

http://www.youtube.com/watch?v=A8weuxFqdNk

 

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Ay, meo Deos!

O chefe prateado me pede uma coluna “pra ontem”. E eu, que estou de férias num hotel cinco estrelas da Bahia, saco do meu I-Phone e disparo meia dúzia de mensagens em busca de alguma notícia relevante. Mas as respostas que me vêm são: nada, nothing, necas de pitiritiba, a não ser que eu queira falar pra vocês sobre este BBB sem gracíssima.

Devo?

Então lá vai.

1, amigos “up close and personal” de Adriana (Na foto acima) juram que ela não é operada coisa nenhuma. Enquanto esteve na Casa manteve um tremendo de um bilau perigosamente escondido na terra de ninguém. Será?

2, papo cabeça entre Diogo mexe-que-mexe (na foto acima) e aquela moça que diz gostar de moças, esqueci o nome dela, os dois já bem calibrados durante uma festa. Ela: “o que você acha de mim?” Ele: “você diz que gosta de mulher, mas eu tenho certeza que gosta mesmo é de homem”. Só faltou dizer: “me dá uma chance que te trago de volta pro bom caminho”. Axé, meu rei.

3, causou espécie o comentário do Chefe Prateado, reproduzido na coluna do Alcelmo de Góis, segundo o qual os homens do BBB “têm cara de quem não lava as partes há vários dias”. Eu não diria tanto, mas até do lado de cá da tevê dá pra sentir um certo odor de cecê no ar, não dá não?

E chega de BB…

1, Mas não vou fazer o que vocês estão esperando, não, me recuso… Não vou falar da performance de Lázaro Ramos em “Insensato Coração”, a não ser que… Ele está fingindo que é o Hélio de La Peña!

2, E Ricky Martin? Declarou que todo gay nasce gay. Queria o quê, lindinho? Que os gays nascessem heteros e depois declarassem que tudo não passou de um lamentável engano?

3, Já George Clooney declarou que não volta a casar nunca mais. Então ele já foi casado? Com a Isis de Oliveira nós sabemos que não. Aliás, estes solteiros empedernidos sempre me deixam com uma pulga atrás da orelha… Mas cala-te, bocão!

4, E Angelina Jolie, numa entrevista recente, prometeu pra breve uma visita ao Brasil, ela, Brad e aquele bando de filhos, já que ele virá fazer um filme. Como sempre acontece quando o casal viaja com a prole, as crianças serão matriculadas numa escola local… De preferência numa comunidade porque, embora venham de avião particular e faturem milhões de dólares por ano, eles são de isquerda. Pode?…

 

 

E agora me dêem licença, que chegou a caipirinha… Que eu pedi aqui na beira da piscina há 40 minutos! Aos 25 eu chamei a garçonete vestida de mucama e perguntei: “cadê minha caipinha?”A resposta: “oxente, moça, por que a sinhora não disse que tava cum pressa? Já vem!…” Demorou mais quinze minutos. É como diz a Gal Costa: é a Bahia, gente! Muito axé pra vocês também!

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SETENTINHA… E TININDO!

http://www.youtube.com/watch?v=5Wht9s628-k

Moacir Jardim manda a dica diretamente da Batatalândia - quer dizer, da Alemanha, e eu não resisto e publico aqui: eis o Kaiser, Karl Lagerfeld em pessoa, meu primo e tio da Susana Vieira, em plena forma com mais de 70 anos, ganhando dinheiro sem parar e até fazendo propaganda de carros… Pra jovens! Tudo isso enquanto dirige a Chanel com mão de ferro e a faz faturar pra caramba. Isso é que é homem, aqueles lá do BBB11 são apenas figuração!

 

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Quem dorme na minha cama?

 

 

Diz o meu médico, com uma pontinha de inveja, depois de revirar o dedão enluvado prum lado e pro outro:

“Você continua com uma próstata de criança!”

Em que circunstâncias ele diz isso? Ao final DAQUELE exame que eu odeio… E odeiam também todos os homens do mundo. Mas, fazer o quê? Começo a disputar minhas olimpíadas daqui a pouco e antes delas tenho que fazer aquele check up pra ver se continuo sexy, gostosão e lindo.

De que olimpíadas estou falando? Do ato de escrever novela, ô Zé Ruelas! Pensam que é fácil? Tem que ver as costas, as pernas, o joelho, o peito, o velho e machucado coração, e todo o resto do corpo sobre o qual você descarrega a pressão de ter que fazer com que alce vôo um Jumbo cheio de passageiros. Pois é isso que é a novela das oito: um Airbus A-380. E o seu piloto – o autor – tem a difícil missão de fazê-lo voar, com o mínimo de turbulência possível, num céu constantemente proceloso.

Ai, meu Deus, lá vou eu de novo – divagando!

Volto ao assunto. Meu médico conclui que estou em plena forma, inclusive com a taxa de colesterol que o deixa histérico – “não passa nunca de 167, porra?!” E assim, já não tenho saída. Não posso mais ir até a direção-geral da Globo e dizer:

“Dessa vez não posso, convoquem já a Glória Perez!”

Sim, não há outro remédio, estou ótimo segundo os exames médicos e, portanto, tenho que começar a escrever Fina Estampa.

Mas antes preciso terminar Lara com Z, que, se Deus assim o quiser, será a mãe de todos os seriados brasileiros – já que posso dizer, de tudo que assisti até agora, que por enquanto passamos longe do gênero.

Estou aqui, diante do computador, a escrever pra vocês, com o último episódio do seriado, o décimo-quarto, minimizado e a meio. Quero acabá-lo no fim de semana, enquanto Maria Elisa Berredo escreve o décimo-terceiro, e nossa briosa equipe (Daniel Berlinsky, Tatiana Contreiras, Simone Mousse, Ricardo Hautequestt e Fátima Diniz) escreve o décimo-segundo. Estou preparando uma armadilha para os produtores nesse episódio final – ele termina de tal maneira que, se não houver uma segunda temporada, os telespectadores vão se rasgar todos de tanto ódio.

Como será possível isso? Ah, queridinhos, depois de mais de 30 anos de roteirista de televisão eu virei uma boa de uma puta velha, sei muito bem como dar uma chave de coxa no telespectador… Mas não posso lhes revelar meus segredos, por isso… Aguardem o próximo episódio.

Quanto a Fina Estampa, bem… Resolvi esperar que a novela anterior estreasse antes de voltar à sinopse e atualizá-la. É o que vou fazer agora. Entram novas histórias, saem algumas antigas, personagens mudam de perfil, cenários e locações ganham nova cara… Pois a verdade é que esta sinopse foi produzida há dois anos, durante a minha master class, e não por defeito, mas pela pressa com que foi confeccionada, carece de uma depuração que cabe a mim fazer agora… Até que ela fique do jeito que eu quero.

Com quem vou escrevê-la? Com Maria Elisa Berredo, Nelson Nadotti e Patrícia Moretzsohn… E mais os colaboradores Meg Santos, Rodrigo Ribeiro, Maurício Gyboski e Brunno Pires, e os afiadíssimos pesquisadores: Carla Siqueira, Eduardo Nassife e Mônica Mattos.

De saída já digo pra vocês que dessa vez não vou partir praquelas invenções que resultaram em Duas Caras. Vou fazer um novelão, gênero no qual me garanto, digno de botar no chinelo até mesmo Senhora do Destino, a recordista de audiência do milênio até agora (sorry, periferia…).

Sei, vocês querem que eu faça igual ao pessoal do famigerado wikileaks e lhes dê um monte de nomes: quem, afinal de contas, vai estar no elenco da novela? Gente muito boa! Por exemplo: Lília Cabral, Cristiane Torloni, Caio Castro, Isis Valverde, Malvino Salvador, Adriana Birolli, Rafael Cardoso, Rafael Zulu, José Meyer, Dira Paes, Júlia Lemmertz, Tânia Kalil, Carlos Casa Grande, Humberto Martins, Paulo Rocha, José Wilker, Dalton Vigh ou Alexandre Borges, Eva Wilma, Arlete Salles, Chris Vianna, Totia Meirelles, Juliana Paes, Júlio Rocha, Susana Pires, Eri Johnson, Marcelo Brou, Sandro Pedroso, Evandro Mesquista… E outros mais sobre os quais (ainda) não digo.

E o que é Fina Estampa, afinal de contas? É o que possui o ator principal – um cavalheiro de fina estampa -, e é a empresa em torno da qual gira grande parte da trama – a “Fina Estampa” é uma fábrica de roupa de praia brasileira que se tornou famosa internacionalmente e, já no segundo capítulo, trará para um desfile monumental todas as top models internacionais brasileiras, incluindo, é claro, a minha querida Gisele Bündchen.

Se durante o desfile eu também vou pisar a passarela de shortinho? Me aguardem!

Cheguei de Lisboa há quinze dias, mas resolvi fingir que ainda estava lá, pra ver se os fifis me deixavam em paz e eu tinha um pouco de tranqüilidade. Nesse período mudei mais vezes de casa que Sadan Hussein (que Alá o tenha!) nos seus áureos dias. Dormi na Barra, no Jardim Oceânico, no Castelo, em Itaipava, numa suíte do Copacabana Palace, no Sheraton do Vidigal, na Hospedaria Ostal ali na Gomes Freire (é mentirinha!)… E em todos esses locais tive o notebook e um pen drive no qual está escrito “Fina Estampa” como companhia… E só dependi da bondade de estranhos uma vez: quando abri minhas portas pra receber a equipe que está fazendo um documentário especialíssimo sobre o fenômeno “Roque Santeiro” (vide fotos). Falei feito uma cacatua histérica cheia de bola pra emagrecer, foi o máximo!

Onde estou agora? Ah, quereeeedos, de tanto mudar de casa, esta é sempre a pergunta que me faço quando acordo:

“Quem sou eu? Onde estou? Quem é esse careca com o peito cheio de tatuagens que está aí do meu lado?…

Cruzes!

Porque vocês não iam querer que eu trocasse de casa tantas vezes e dormisse só ou mal acompanhado – é ou não é?

Mas, voltando a Fina Estampa: depois eu conto!

(Nas fotos comigo, durante a entrevista, a diretora Lúcia Abreu, o produtor executivo e câmera Ronaldo Morant, e sua assistente Eliane Belo)

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Família Hadi em Lisboa!

Dona Neli e a dra. Soraia Hadi, flagradas à beira do Rio Tejo, em Lisboa, com o Cristo Rei, o Cristo Redentor de lá, ao fundo. Quem são elas? A mãe e a irmã do nosso confrade Alexandre Ganso, quereeeedos!

É DANDO QUE SE RECEBE!

Posted on : 16-01-2011 | By : aguinaldo silva | In : Aguinaldo Silva Digital

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‘Laços de Sangue’

bateu mais uma vez

‘Mar de Paixão”.

Leiam abaixo o texto escrito hoje pelo jornalista Nuno Azinheira no jornal “Diário de Notícias” de Portugal: não é máximo?… Não aguento mais ser campeão de audiência: até no além mar? Coisa mais chata…

Algo parece estar a mudar no prime time televisivo. A novela portuguesa da SIC, Laços de Sangue, voltou ontem a ganhar à sua concorrente directa, Mar de Paixão, da TVI. A história protagonizada por Diogo Morgado, Diana Chaves e Joana Santos registou, de acordo com a Marktest, 905 mil espectadores (9,6% de audiência média) e 28,7% de quota de mercado, enquanto a trama de Paula Lobo Antunes e Rogério Samora se ficou pelos 893 mil espectadores (9,4%).

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Vou contar duas histórias edificantes pra vocês.

História n° 1: estava eu, no começo do milênio, a escrever uma novela chamada “Porto dos Milagres”, baseada em “Mar Morto” de Jorge Amado. Ou seja: não podia haver nada de mais popular. Um belo dia fazia eu minhas compras da semana no supermercado, quando fui abordado por uma das caixas, que me falou assim:

“Estou achando sua novela complicada demais, tem muita coisa que eu não entendo!”

Fiquei perplexo, mas me conformei, pois aprendi há muito tempo que, se tem alguma coisa errada, é sempre com a novela, e nunca com o telespectador… E tratei de tornar a novela ainda mais popular, rasteira mesmo, até que ninguém mais reclamou.

História n° 2: em “Duas Caras”, por conta do sufoco de ter que tirar o cenário do uísque bar da novela em apenas uma noite, eu inventei um personagem misterioso chamado Sufocador, que atacava as mulheres remanescentes do tal cenário e, descobriu-se depois, foi quem o mandou pelos ares. Eu morria de vergonha daqueles ataques, achava tudo ridículo… Até o dia em que descobri que os maiores piques de audiência da novela, quando o Ibope subia mais que piru de adolescente, eram nos momentos em que o Sufocador atacava!

Ou seja: entre Chico Buarque de Holanda e Reginaldo Rossi, o povão que vê novela nem pestaneja: prefere o segundo e acha o primeiro complicado demais, tipo Beethoven, num sabe? E povão, vocês sabem, é quem elege candidato populista e dá Ibope, por isso, na dúvida fique sempre do lado dele.

Por que eu estou escrevendo tudo isso? Por causa do tanto que se escreveu aqui sobre os pontos “negativos” de “Insensato Coração”. Eu vos digo que Gilberto Braga e Ricardo Linhares estão certíssimos em insistir neles… Pois é justamente por causa desses pontos que a gente acha “negativos” (história simples, direta, sem complicações existenciais, com Bem e Mal bem definidos) que o povão gosta de uma novela, joga a audiência nas alturas e a transforma em sucesso.

Agora, bota “Boardwalk Empire” no horário nobre e num canal aberto pra ver: o povão que dá audiência vai achar aquilo um saco, horrível!

O que significa que, em relação ao povo que vê novela e o brasileiro que, de um modo geral, é levado em conta pelos institutos que pesquisam audiências, se pode usar aquela frase de que eu tanto gosto:

É A EDUCAÇÃO, ESTÚPIDO!

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EU NÃO FALEI QUE IA DAR M…?

Escrevo com certo atraso estas mal traçadas linhas, apenas para confirmar o que disse abaixo da foto: o preconceito é uma merda, e no Brasil é ainda mais, porque é sempre mascarado. Tanto é que a revista “Play Boy” já se apressou em dizer que não está interessada em Adriana, a primeira a ser expulsa do BBB, antes mesmo que alguém perguntasse… Porque ela é transexual e brasileiros não gostam dessas coisas. Em público pode ser. Mas no privado, bem, pelo menos no que se refere àquela parte dos brasileiros que fazem fila com seus carros nos pontos de travestis… Há controvérsias.

Dêem uma olhada nessa foto de Ariadna, Lucival e Janaína aí em cima: percebam a perplexidade nos olhares dos três. Foram os escolhidos para o primeiro paredão do Big Brother Brasil. Atônitos, eles parecem se perguntar: por quê? E eu lhes respondo: por preconceito, quereeedos. Está na cara que, na caça às bruxas em que o BBB sempre acaba se tornando, vocês tinham o perfil daqueles que devem ser expulsos a vassouradas primeiro. O líder da semana, Cristiano, ao escolher o transexual Ariadna pra ir à pu*a que o pariu, disse que o fazia porque “não tinha afinidade com ela”. Antes, já dissera que beijá-la seria “nojento”. Imagino quantas vezes ele se viu a beijá-la em pensamento antes de chegar a essa conclusão. Que cara mais nojento! De qualquer modo não é Cristiano quem decide o destino de Ariadna, é você, que vota. E então eu lhe pergunto: vai deixar o preconceito prevalecer logo na primeira rodada?…

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GOSTO NÃO SE DISCUTE!

http://www.youtube.com/watch?v=lJ8XVQ8T45M

Gosto cada um tem o seu…  não se discute. O meu me diz que a melhor coisa produzida este ano em matéria de audiovisual é “Boardwalk Empire” e que, de todos os filmecos finalistas dos Globos de Ouro, “O Discurso do Rei” é o mais interessante. Mas quem ganhou foi “Rede Social”, que tem até Justin Timberlake no elenco juvenil e fala da criação do facebook. Enfim, gosto é gosto, o importante é que a premiação dos Globos de Ouro foi entre nós objeto de um concurso de palpites… E que os acertadores foram, pela ordem: Bruno Fracchia 16, Rogério Sabath 17, e Victor, 18. Este último, se a recontagem confirmar sua vitória, receberá o DVD de “Cinquentinha”. Vamos repetir a dose nos Oscars?…

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“Laços de Sangue” bate récorde!

Ay, caraças, a notícia chegou quentinha de Lisboa e eu já trato de divulgá-la aqui: nesta sexta-feira a novela “Laços de Sangue”, da SIC, que Pedro Lopes escreve com sua equipe e eu modestamente supervisiono, foi o programa de televisão mais visto em Portugal, uauauauauauauauauáu! Agora é que eu vou ficar metido a besta, mermo…

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A FILA ANDA, QUEREEEDOS!

 

Pois é, quereeedos, como eu disse lá em cima, a fila anda! Amanhã estréia “Insensato Coração”, e em agosto é a vez de “Fina Estampa”! E eu, que não durmo de touca, me apresso em terminar os trabalhos de “Lara com Z” pra logo me atracar com a minha próxima novela. Prometo a vocês que não serei burocrático, pelo contrário, dessa como das outras vezes darei meus sangue, suor e lágrimas… E vou brigar feito um tigre até dar um jeito de – com a ajuda de vocês – ir mais uma vez pras cabeças!

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UM PRESENTE PRA VOCÊ!

Quer ganhar um presente do Portal do Aguinaldão? Então faça o seguinte: mande um comentário com suas sugestões de ganhadores para todas as categorias do Globo de Ouro hoje à noite. Quem acertar o maior número de nomes ganha um DVD de “Cinquentinha”. Agora um de vocês me pergunta: e se houver empate? Nesse caso o ganhador será escolhido por sorteio, ora bolas!

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DIFÍCIL VIDA FÁCIL EM PORTUGAL!

Cerca de 40% das vítimas de tráfico de pessoas em Portugal são mulheres de nacionalidade brasileira, de acordo com um relatório anual do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, órgão ligado ao Ministério da Administração Interna português. Interessado em escrever no futuro uma minissérie intitulada “Brasilusos” contando as aventuras de brasileiros que vêm tentar a vida aqui em Portugal, fiz várias entrevistas em Lisboa a adjacências, algumas com mulheres vítimas do tráfico, uma das quais vai reproduzida aqui depois de resumida. Toda a parte referente à apreensão do seu passaporte pelos que a exploravam, e o modo como o conseguiu de volta depois de pagar por isso, narrada em detalhes por ela, foi retirada por problemas de espaço.

Por exigência da entrevistada e seu noivo português também não posso publicar fotos, a não ser a que está aí embaixo, tirada no restaurante onde conversamos, e na qual, se eles aparecem ou não… Eu não posso dizer.

 

Ela se chama H., e mais não digo, pois prometi que manteria em sigilo sua identidade. É brasileira, tem alegados 27 anos, e está em Portugal há cinco. Veio pra cá, segundo ela, com uma promessa de emprego que não se concretizou, e isso a fez passar por uma série de percalços que a levaram a buscar abrigo, junto com outra brasileira, no que aqui chamam “casa de alterne” e nós aí chamamos de puteiro.

“Sim, eu trabalhei lá – me diz H. com os olhos marejados -. Passei naquela casa os piores momentos da minha vida. Mas não posso me queixar de todo, pois foi lá que conheci o homem que amo”.

Estamos, eu e H., no restaurante Curral dos Caprinos, que fica em Cabriz, perto de Sintra, e foi o local escolhido por ela pra me dar essa entrevista. O restaurante é típico, basicamente freqüentado por famílias portuguesas, e tem como prato forte o que o seu nome indica – borregos e cabritos.

Eu a conheci através de um amigo comum – um brasileiro que trabalha como garçon num restaurante argentino em Lisboa. Eu lhe falei sobre a minha vontade de entrevistar uma brasileira que tivesse passado pela via crucis habitual das que vêm pra cá em busca de oportunidades e se dão mal, e ele me disse que me apresentaria “alguém que talvez pudesse me contar algumas histórias”, desde que eu não pedisse pra fazer fotos. Concordei com essa primeira exigência…

E assim cheguei a H., que é dos confins mais profundos de Minas Gerais, onde tem mãe e cinco irmãos aos quais ela manda mensalmente boa parte do que ganha, sem que algum deles revele a menor curiosidade em saber de onde vem o dinheiro.

“E de onde vem o dinheiro?” – eu lhe pergunto, e ela responde:

“Antes, do que eu conseguia tirar do que faturava lá na casa de alterne, e era muito pouco; e agora de Tozé (que é, aqui, o apelido de Antônio José para os íntimos), que me tirou de lá, decidiu que eu não ia mais trabalhar pra ninguém, e agora me dá de tudo”.

A presença de Tozé – que vai chegar daqui a pouco – foi mais uma das condições estipuladas por H. pra dar a entrevista. Outras mais ainda foram: o local – o restaurante –, e que eu pagasse o almoço. Antes que ele chegue, tento tirar o máximo de informações possíveis de H., e ela, meio sem se dar conta, vai abrindo o jogo:

Quantos homens atendia diariamente lá na casa de alterne? Às vezes até doze. Quanto ganhava? O que os donos da casa estavam dispostos a lhe dar, e era muito pouco. Quem eram os donos da casa? Uma portuguesa e seu amante brasileiro. Havia lá mulheres portuguesas trabalhando? Não, só brasileiras, que eram arregimentadas pelo tal patrício. Enquanto esteve lá a polícia apareceu alguma vez? Nunca, mas essa era uma ameaça constante – “eu vivia sempre com medo”. Medo de quê? De ficar doente, de ser expulsa de lá ou ir parar no olho da rua (o passaporte dela estava preso), de me mandarem embora de Portugal, de ser roubada… De ser agredida por um cliente, e até de ser morta.

E como eram os clientes?

“Eram homens que vinham das aldeias próximas, fediam, tinham os dentes estragados, eram horríveis! Mas pelo menos pagavam. Cada uma das mulheres que trabalhava na casa escondia o dinheiro amealhado no seu próprio local secreto, e nenhum deles era seguro”.

Quanto tempo ficou lá?

“Durante sete meses, trabalhando diariamente, até que um dia…”

Nesse momento um homem aparece na porta do restaurante e, ao vê-lo, os olhos de H. se iluminam.

“Chegou meu português”, ela me diz enquanto ele se aproxima da nossa mesa com cara de poucos amigos. Ela me apresenta Antônio José, Tozé para os íntimos. Ele senta e, sem nenhum preâmbulo, já vai me perguntando o que eu pretendo com aquela entrevista. Eu lhe digo: acrescentar dados a uma pesquisa que estou fazendo sobre brasileiros em Portugal, com vistas à futura realização de uma minissérie chamada Brasilusos.

Sim, pois na hora de H. e Tozé decidirem se ela me daria ou não a entrevista, o fato de eu ser um autor de telenovelas brasileiras contou pontos.

Satisfeito com minha resposta, ele me diz o quanto gostou de “Gabriela” e claro: de “Roque Santeiro”. Ela comenta que não viu nem uma nem outra, pois naquela época ainda era menina, e na sua casa a primeira televisão só entrou em meados da década de 90.

Fazemos uma pausa pra pedir a comida – todos querem provar do cabrito – e, claro está, o vinho… E voltamos ao assunto. Pergunto a Tozé se o fato de ter conhecido H. numa casa de alterne não o incomoda, e ele me responde da maneira mais direta possível:

“Não, porque eu me apaixonei por ela, e a cada dia que passa mais a amo”.

Ouço isso e me volto pra H., vejo que seus olhos estão marejados de novo, e não posso deixar de pensar o quanto o amor é lindo.

“Quer dizer que a possibilidade dela voltar àquela vida está afastada?” – eu pergunto a Tozé, e ele me responde:

“Vão ter que me matar duas vezes antes de chegarmos a isso”.

Então eles têm planos para um futuro juntos? “Não apenas juntos, mas casados”, Tozé me diz. E H. explica:

“Ele vai vender o táxi (Tozé é taxista) e, com o dinheiro, nós vamos montar um negócio na minha cidade lá em Minas”.

Trata-se de uma história recorrente, que em geral termina da mesma maneira: o português não consegue se aclimatar no fim-de-mundo brasileiro, e acaba voltando pra Portugal sem nada, pois é obrigado a deixar tudo o que investiu lá pra esposa.

Ouso lembrar aos dois que há vários casos como o dele que deram errados, mas H. não se impressiona com isso e enfatiza:

“Com a gente a história vai ser outra”.

Penso comigo mesmo: tomara! E faço uma pausa na entrevista porque acaba de chegar à mesa, para os três, o tão famoso cabrito.

Comemos. A segunda garrafa de vinho faz o desconfiado Tozé soltar a língua. Num instante em que H. vai à casa de banho (é assim que eles chamam aqui os banheiros), ele me confidencia:

“Eu já tinha saído com muitas portuguesas. Mas descobri que ainda não sabia o que era uma mulher no dia em que fiz amor pela primeira vez com minha brasileira”.

Pensei no nome que damos pra isso no Brasil, que é: chave de coxa. Foi o que H. aplicou no até então mal amado Tozé, e com isso provocou nele um acesso de amor à primeira vista. Mas, levando em conta o desespero em que vivia me pergunto: quem pode acusá-la por isso?…

H. volta da casa de banho e – eu percebo – todos os olhares dos homens portugueses presentes no restaurante a observam. Eles sabem – pelo andar, pelo jeito de vestir, pela atitude – que se trata de uma brasileira, e como aqui elas são consideradas “as melhores mulheres do mundo”, não se envergonham de mostrar que a cobiçam. Já as portuguesas, pelo desdém que demonstram no olhar, fazem questão de deixar claro o quanto a odeiam.

Mas H. já tem o seu português, e por isso se considera acima de tudo isso. “Não foi pra isso que eu vim”, ela me explica, “pra arranjar um casamento; foi pra trabalhar e ganhar dinheiro vivendo honestamente. Mas infelizmente não deu certo… Até que eu conheci meu homem”.

Ela se volta pra Tozé e lhe dá um beijo. Ele corresponde, meio envergonhado, depois olha em torno, vê que está sendo observado pelos outros homens e proclama: “morrem de inveja”.

Vem a sobremesa e a inevitável bica (o cafezinho), o almoço termina, e o que posso lhes dizer é que a entrevista aqui resumida foi muito produtiva. Já à saída do restaurante, mais duas perguntas antes de entrar no carro que me espera. A primeira é: quando casam?

“Assim que eu vender o táxi”, diz Tozé, e H.: acrescenta: “já ofereceram até 90 mil euros, mas a gente quer chegar a 100”. E vão investir tudo no Brasil? “É claro”, diz H. E Tozé arremata: “aqui em Portugal não vejo mais nenhum futuro”.

Que sejam felizes lá nos confins de Minas Gerais, eu lhes desejo. Diz H.: “seremos”. E Tozé finaliza: “Deus lhe ouça”.

 

ORAÇÃO PRA LEONEL BRIZOLA!

Posted on : 10-01-2011 | By : aguinaldo silva | In : Aguinaldo Silva Digital

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A propósito da tragédia que se abateu sobre a região serrana do Estado do Rio, mais uma a se juntar a quase uma dezena nos últimos quinze anos, disse o governador Sérgio Cabral, durante a visita que fez àquela área junto com a Presidente Dilma Roussef:

“Do início dos anos 80 para cá, essas três cidades (Friburgo, Teresópolis e Petrópolis) tiveram um problema muito semelhante ao que houve na cidade do Rio que é a desgraça do populismo. Que é a permissividade de ocupação de áreas de uma maneira irresponsável, como se fossem aliados do mais pobre, do mais necessitado”.

Sim, o governador está certíssimo: é a desgraça do populismo, que vê nas populações carentes apenas o valor dos seus votos e assim lhes permite tudo, o responsável por esse tipo de tragédias: deixa que os pobres ocupem as encostas mesmo sabendo que elas são áreas de alto risco, e depois se apresenta como seus defensores quando alguém realmente interessado em defender a vida daqueles cidadãos tenta removê-los.

A desgraça do populismo é a grande responsável por essas 528 mortes até agora e, no Estado do Rio, a desgraça do populismo tem um nome. Ela se chama “Leonel Brizola”. Foi ele quem, nos anos 80, tornou prática comum essa política nefasta. A pretexto de defender os pobres, humilhados e ofendidos, mas na verdade interessado apenas em mantê-los como o seu curral de votos, ele e seus discípulos lhes permitiram tudo.

E o resultado é o que se vê: as favelas são intocáveis. Seus moradores são dispensados de quaisquer ônus. Mas a natureza, esta não perdoa, e sempre cobra seus tributos. Assim, vêm as chuvas, as enchentes, e os deslizamentos em áreas de moradias irregulares que, pelo alto risco que representam para os que ali vivem, jamais deveriam ter sido ocupadas.

O populismo by Leonel Brizola foi e continua a ser a desgraça do Rio e da região serrana. E nesta, tantos anos depois da morte dele, ainda continua forte, a julgar pelo que aconteceu em Petrópolis que, tendo que escolher um nome para a sua nova rodoviária, foi buscá-lo não entre as suas figuras ilustres e históricas, mas no distante Rio Grande do Sul, batizando-a de Leonel Brizola.

Os desastres se sucedem na região, por conta dessa política nefanda e cada vez mais comumente praticada. E nada indica que nos próximos verões, e nas próximas chuvas, eles saiam de cena. Pois o que não falta entre nós hoje em dia são os populistas, os falsos amigos do povo. E é a demagogia deles que impedirá que soluções definitivas, e que resultem na salvação de muitas vidas e de patrimônios, sejam tomadas.

Por isso, aguardem os próximos capítulos dessa novela infame, e se preparem para contar muitas outras mortes.

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AS AUDIÊNCIAS DA DÉCADA!

Sem quaisquer intervenções da minha parte, vale a pena ler de novo o comentário que nosso colaborador Marcos Silvério acabou de postar. Abaixo, depois da foto:

 

A novela “Passione”, de Silvio de Abreu, termina amanhã com média de 35,1 pontos no ibope. Cada ponto vale por cerca de 60 mil domicílios assistindo à novela somente na Grande São Paulo.

Na faixa nobre das 21h, na Globo, trata-se do pior resultado já obtido. Dez anos atrás, por exemplo, “Porto dos Milagres” obteve média de 44,6 pontos. Antes de “Passione”, a mais baixa audiência atingida por uma novela no horário foi “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, com 35,8 pontos.

Antes disso, houve “Esperança”, em 2002, com 38 pontos de média. Foi uma obra tumultuada, com grandes atrasos e que chegou a sofrer intervenção direta da direção da Globo, que afastou o autor da trama, Benedito Ruy Barbosa.

“Senhora do Destino”, de Aguinaldo Silva, continua como a novela das 21h mais assistida da década, com 50,4 pontos de média em seus 221 capítulos.

Veja o ibope de todas as novelas da década às 21h:

“Senhora do Destino” (2004/2005)….. – 50,4 pontos
“América” (2005)…………………………… – 49,4 pontos
“Belíssima” (2006)…………………………. – 48,5 pontos
“O Clone” (2002)…………………………… – 47,0 pontos
“Páginas da Vida” (2006/2007)……….. – 46,8 pontos
“Mulheres Apaixonadas” (2003)……… – 46,6 pontos
“Celebridade” (2003/2004)…………….. – 46,0 pontos
“Laços de Família” (2000/2001) ……… – 44,9 pontos
“Porto dos Milagres (2001)…………….. – 44,6 pontos
“Paraíso Tropical” (2007)………………… – 42,8 pontos
“Duas Caras” (2007/2008)………………. – 41,1 pontos
“A Favorita” (2008/2009)………………… – 39,5 pontos
“Caminho das Índias” (2009)…………… – 38,8 pontos
“Esperança” (2003)………………………… – 38,0 pontos
“Viver a Vida” (2010)………………………. – 35,8 pontos
“Passione” (2010/2011)………………….. – 35,1 pontos

 

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2.061.323!

É este, aí em cima, o total de votos computados até agora no concurso para escolher O Maior Brasileiro de Sempre. Se isso não é sucesso, queridinhos, então o que é sucesso, me digam?

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Com meu patrão, via skype!

Como vocês sabem, eu adoro uma fofoca – ou não me chamaria Matilde Bocão. Mas nunca perco de vista o fato de que sou jornalista e que, por isso, me cabe correr atrás da notícia e não publicar qualquer boato como se fosse um fato consumado.

Se estou fazendo algum tipo de mea culpa?

Claro que não, queridos, sentimento de culpa é coisa de rico, e eu ralo feito uma filha da mãe e mal consigo pagar o aluguel do apê em Santa Teresa no final do mês, por isso…

“Chega de enrolação, ô Matilde, vai direto ao ponto!” – Já vejo o meu patrão prateado a resmungar lá de Lisboa, por isso vou direto ao a que ele chama de “ponto”.

E o direto ao ponto é que fiquei tão curiosa quando Aguinaldo Silva escreveu no twitter que Sônia Braga não ia mais ser a vilã de “Lara com Z”, que não perdi tempo. Liguei pra ele via skype e lhe fiz algumas perguntas, que seguem aí embaixo em forma de entrevista:

O que houve com a Sônia Braga?

Primeiro ela pediu um preço de mercado internacional, e o Brasil, por mais que o Lula diga o contrário, ainda é um país pobre. E segundo porque, mesmo que a proposta dela fosse aceita, havia outro impedimento: um compromisso com a televisão americana a levaria a ficar algum tempo sem gravar aqui no Brasil, o que, do ponto-de-vista do nosso cronograma, seria desastroso.

Mas as gravações começam semana que vem! E o seriado ainda não tem vilã?…

Claro que tem! E a escolhida é alguém com quem eu queria trabalhar de novo há séculos (a última foi em A Indomada), mas nos últimos anos esteve sempre comprometida com as novelas da Glória Perez: a vilã de Lara com Z será…. Tchan, tchan, tchan… Eliane Giardini!

E já está tudo certo mesmo?

Claro, meu bem, nesta segunda-feira ela já provou até os figurinos… Ela e ninguém menos que Beatriz Segall, que, em Lara com Z, também vai fazer uma milionária malvada, daquelas de botar qualquer Odete Roitman no chinelo!

Hum… Já vi que essa minissérie vai pegar fogo. E quanto aos bofes – é verdade que, além de Humberto Martins e Dalton Vigh, Daniel Boaventura também vai estar no elenco?

Os dois primeiros estavam desde o primeiro instante. Quanto ao terceiro, só depois que o Wolf Maya me disser yes, we can!, é que eu confirmo.

E essa história de Lara Romero dessa vez ter apenas 35 anos no seriado?

Eu disse muito claramente a um jornalista que, a certa altura, Lara viverá, como atriz que é no seriado, uma personagem de 35 anos. O jornalista entendeu que ela teria essa idade a história toda, e se perguntou que truques digitais seriam usados para diminuir a idade de Susana Vieira (67 anos) pela metade. Isso, é claro, me deixou irritado, por isso eu falei o que repito agora: Susana Vieira é uma atriz tão incrível, que seria capaz de interpretar uma menina de cinco anos, e todos acreditariam nisso!

E é aqui que a gente entra no momento mais delicado da nossa entrevista: você disse que estava pensando em chamar e menina Maisa, a estrelinha do SBT, pra fazer um teste para o elenco de Fina Estampa: é verdade?

Bom quereeeeeda, eu tenho uma personagem da idade dela na novela. E já que a Susana Vieira não pode fazê-la, porque está comprometida com Lara com Z, eu pensei: se o negócio é chamar uma estrela e Susana não pode, então, por que não a Maísa?…

Desculpa, mas essa resposta me pareceu muito vaga. Você vai ou não chamar a Maisa pra/

CHEGA, Ô CARAÇAS!

E assim, antes que fosse demitida via skype, eu resolvi encerrar a entrevista.

 

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APRENDA A LIÇÃO DOS MESTRES!

 

Você tá mesmo a fim de aprender a escrever roteiro, ô Zé Ruela? Então não perca tempo com mariquices. Nada de ficar conformado com “Vale Tudo”, “Senhora do Destino” ou “O Clone”, vá mamar direto no peito da vaca, de onde sai o leite quente… E o leite quente agora é Boardwalk Empire, o seriado americano que tem roteiros melhores que quaisquer – eu disse QUAISQUER – dos filmes que tenham estreado nos últimos cinco anos, incluindo os que ganharam os óscares.

Desde Os Sopranos que não se via nada parecido; e a essa altura estou tentado a dizer que este seriado, graças aos dedinhos mágicos de Martin Scorcese, e da turma trazida de Os Sopranos, é um passo adiante deste: é uma lição, minuto a minuto, cena a cena, take a take, da arte de produzir, dirigir e, principalmente, de escrever roteiros. Por favor, baixe o episódio 07, que está na internet pra quem quiser ver no computador, inclusive legendado em português. Veja, reveja, triveja… E, caraças, aprenda!

 

 

Preste atenção, principalmente na personagem à “fantasma da ópera”, o mascarado vivido por Jack Huston (na foto acima). Este ator faz parte de uma dinastia hollywoodiana: é bisneto de Walter, neto de John e filho de Angélica Huston. Beba, como se fosse um néctar dos deuses, cada diálogo das cenas em que ele aparece… Mas não perca de vista nem por um momento sequer a personagem principal, vivida por Steve Buscemi… E prepare-se para um dos finais mais surpreendentes e impactantes da história dos seriados.

Sim, encare essa tarefa como se fosse um dever de casa que este seu professor velho e cansado lhe passou… E depois escreva aqui o que achou. E se você disser que não achou lá essas coisas, então se conforme com a sorte: desista de ser roteirista e vá se candidatar a um emprego público.

Mas se você acha que seu negócio é televisão, então, além de ver, dissecar e analisar Boarwalk Empire, ilustre-se. E uma das formas de fazer isso é lendo a edição especial do Jornal da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) dedicado aos 60 anos da televisão brasileira, este que eu estou lendo na foto abaixo.

O Jornal da ABI é mensal, é o melhor jornal alternativo dentre os que se produzem atualmente no país (levando em conta que Piauí é uma revista), e nesse número especial está melhor ainda… E não apenas porque tem uma entrevista de cinco páginas comigo (a primeira delas aparece na foto abaixo), mas porque disseca, de forma quase científica, os primeiros sessenta anos dessa que é a nossa grande paixão – minha, sua e de 180 milhões de pessoas -, a televisão brasileira.

O jornal é distribuído gratuitamente, é só ligar pra ABI e pedir um exemplar, se é que ele ainda não se esgotou…

JÁ CHEGA DE VIADAGEM!

Posted on : 06-01-2011 | By : aguinaldo silva | In : Aguinaldo Silva Digital

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O PREÇO DA SEGURANÇA!

 

Taí, gostei dessa frase do Moderador no comentário lá embaixo:

“O preço da segurança é a eterna vigilância!”

Vou usá-la como lema aqui do Portal do Aguinaldão. Bom dia gente, aguardem novidades quentíssimas pra hoje!

 

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AVISO IMPORTANTE AOS COMENTARISTAS

 

A partir de agora o portal está parcialmente moderado. Os comentários só serão publicados depois de lidos e aprovados. Os que passarem por este processo inicial de aprovação passarão a  ter seus textos automaticamente publicados sempre que os enviarem. Mas, para isso, será preciso que usem sempre o mesmo nome e o mesmo e-mail. Assim, em pouco tempo toda a nossa comunidade estará registrada no portal, podendo postar com segurança e sem nenhum delay.

 

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Recebo um e-mail da minha amiga Bernadete, uma cearense que viajou pra Paris de mala e cuia há vinte anos, e lá fez uma célere carreira de personal entertainer, em cujo currículo há nomes de clientes famosos que vão das letras A a Z, passando pelo S com final Zy (ela jura que já espancou o baixinho). Na mensagem ela faz uma análise dos conteúdos do meu portal e conclui:

“Está ótimo, mas podia ser menos agayzado”.

Esse comentário, vindo de uma mulher que diz ter nascido com este sexo por uma circunstância trágica do destino, mas que gostaria mesmo era de ser viado, me faz pensar: estarei eu, até mesmo para os padrões GLS de Bernadete Maria da Conceição… Exagerando?

Faço uma breve retrospectiva no portal. Tenho falado, com uma freqüência quase obsessiva, da arte de escrever roteiros, e da necessidade de surgimento de novos roteiristas na televisão brasileira. O que Bernie acha disso?

“Trata-se de um assunto que só interessa a uns poucos, é muito específico” – fulmina ela em seu e-mail.

Ah é, quereeeeeda? Então, por que, no dia em que publiquei o texto sobre o concurso de roteiros, o portal teve mais de 11 mil acessos?

“Porque você disse que ia dar cem mil Reais de prêmio ao melhor roteiro, e até os gatos vadios da rua, diante de tal recompensa, virariam roteiristas”

Mas então, pergunto eu à minha amiga, que assuntos você sugere que eu aborde?

“Você escreve bem demais pra se limitar a meia dúzia de assuntos” – ela responde: “por que não fala de economia, ou de política?”

A economia não comento, porque não tenho o único instrumento de que os economistas dispõem pra fazer suas previsões que nunca se cumprem: uma bola de cristal.

E de política não falo por duas razões. Primeiro porque me dá nojo. E segundo porque, nas circunstâncias atuais de democracia de um partido só em que vive o Brasil, abordar o tema de modo crítico é sempre muito perigoso.

“Então escreve de modo crítico sobre as chamadas celebridades, e essa mania de aparecer que acomete um número cada vez maior de brasileiros” – Bernadete segue adiante.

Mas como eu vou criticar as celebridades se, de acordo com o jornalismo fifi – que, tal como a falsa democracia, é a moda do Brasil neste momento -, no frigir dos ovos eu também sou uma delas?Não posso soltar sequer um peidinho chiado sem que isso seja noticiado em 150 mil blogs, portais e sites… Sem falar no orkut, no qual milhões de pessoas escrevem diariamente a meu respeito o mantra preferido delas, que é: “eu te odeio!”

Sim, Bernadete Píteris quereeeeda, eu quero ser original, aspiro ao cargo de Diogo Mainardi um-pouco-mais-descontraído. Mas se não devo escrever sobre a arte de roteiros, se não posso ser camp nem agayzado, se não devo falar daqueles rapazes tão simpáticos e inteligentes que receberam passaportes diplomáticos sem merecê-los, e se não me cabe atirar a primeira pedra nas Marias Celebridades já que sou uma delas…

Então sobre o que escrevo?

Eis a resposta de Bernadete Subiru (outro dos sobrenomes que, juro por Deus, ela andou usando uns tempos):

Ah, quereeeedo, a criatividade não é o teu forte? Então é contigo mesmo…”

Tchau, Bernie.

(Ah, sim: esqueci de dizer, mas ainda está em tempo: as duas gostosonas lá de cima foram pintadas por uma das minhas artistas plásticas preferidas: Tamara de Lempicka. Os quadro dela valem milhões, e eu daria meia dúzia de meus cabelos prateados pra ter um deles na minha pinacoteca…)

 

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Meo Deos!

 

 

Que “Insensato Coração” que nada! O que vai gritar ‘FUEGO” nesse começo de janeiro quente, mas chuvoso, é o BBB! Dessa vez a turma liderada pelo Boninho se excedeu e selecionou um elenco que, antes mesmo da estréia, já está dando o que falar. Tem de tudo! Gente quadrada, gente esquisita, gente feia, gente bonita, gente com algumas gramas a mais ou a menos de cérebro… E tem ainda um (a) transexual de arrasar quarteirão (a moça da foto)… Que ainda por cima se chama Ariadna Thalia! E o meu favorito pra ganhar o prêmio desde já: um bailarino baiano, Diogo Pretto, de meros 24 aninhos e um rebolado de deixar qualquer senhora decente feito eu sem fôlego, como vocês podem constatar nas fotos e, principalmente, no vídeo abaixo (cliquem no link que ele abre e MOSTRA TUDO!)…

 

http://terratv.terra.com.br/videos/Especiais/Hits-da-Web/4412-340182/Video-flagra-participante-de-BBB-11-em-coreografia-sensual.htm

 

Ou seja: esse BBB, se tudo der certo, promete ficar pra história… E garantir pelo menos mais meia dúzia de edições nos próximos anos.

Não percam!

Mas não façam igual ao meu patrão prateado: ele diz que não vê… Mas no recôndito do lar, escondido no home theater de ultimíssima geração, não perde um capítulo… E ainda torce pelos favoritos feito uma fanzoca histérica!

Acho que depois dessa ele me demite… Cruzes!

 

 

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O MAIOR BRASILEIRO DE SEMPRE:

Às 13 horas do dia 06/01 atingimos a marca dos

1.856.000 votos!!!!!!

É mole, ou querem ainda mais?

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SALVEMOS NOSSAS CRIANÇAS!!!!!

 

 

Nos anos 40 nos Estados Unidos, durante uma das primeiras campanhas pela união civil entre homossexuais (à qual a mídia insiste em chamar de “casamento” e assim sugerir que está se falando de alianças, véu e grinalda, o que não é verdade), perguntaram à escritora Dorothy Parker (na foto abaixo), que ficou famosa pela fina ironia, se ela era a favor ou contra.

“Claro que sou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo” – ela respondeu: “afinal, temos que pensar nos filhos que eles vão gerar”.

 

Homossexuais, vocês sabem, não podem ter filhos entre si… Ou pelo menos não podiam na época da Dorothy Parker, porque hoje em dia lá nos Estados Unidos é prática comum que uma parelha homossexual – no caso masculina – doe esperma a uma mãe de aluguel pra que ela engravide de um deles, tudo isso legal e medicamente assistido: simples assim. Tão simples que, na quarta temporada de “Brothers and Sisters” o casal gay decide fazê-lo e, no último episódio, descobre que está prestes a dar mais um netinho a Sally Field… Que certamente será, como todos os outros membros da família Walker, mais um descompassado.

Claro, nos Estados Unidos os homossexuais só podem “casar” em alguns Estados. Mas quanto a ter filhos através do método que citei acima não há impedimento em lugar nenhum.

No Brasil, onde – vamos encarar os fatos – os homossexuais soltam a franga e dão a cara a tapas como em pouquíssimos países do resto do mundo, casar, Maria da Glória, nem pensar! Você pode ser a Isabelita dos Patins, se vestir de ave do paraíso e ser convidada pra todas as festas que contam no Rio de Janeiro, que será acarinhada, paparicada e admirada. Mas legalizar a união com seu parceiro de anos – eu disse anos! – e com isso passar a ter direitos comuns aos outros cidadãos… Isso não pode, porque – segundo as igrejas que proliferam pelo país afora como se fossem cogumelos venenosos – poderia provocar uma tsunami.

Talvez as coisas mudem a partir de agora já que, como diria Dorothy Parker se viva ainda fosse, temos que pensar nos filhos dessas pessoas! Pois o Conselho Federal de Medicina divulgou nesta quarta-feira uma resolução que permite aos homossexuais e solteiros beneficiar-se das técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro e a inseminação artificial. Até hoje, o Conselho só permitia esses procedimentos a casais heterossexuais e oficialmente casados.

Eu sei, no Brasil criança nasce em pencas, feito banana, e depois é largada pelos pais na rua. Mesmo assim, deve-se pensar no futuro delas… Incluindo, neste pensamento, os filhos resultantes dessa mudança de posição do Conselho Federal de Medicina:

Já pensaram no karma dessas pobres criancinhas – além de filho de viado, menino de rua?…

Gente, façamos como Dorothy Parker: vamos nos preocupar com o futuro desses infantes! E qual a melhor maneira de fazer isso? Permitir que os pais delas se casem, é claro… Pois a evidência está nas nossas ruas e deve ser ressaltada: é melhor ter dois pais do que não ter nenhum!