Eita pau!!!

E pedimos mais uma vez licença ao Jefferson, de O Planeta TV, para republicar aqui o quadro da audiência semanal que já é uma tradição no portal dele. ”Fina Estampa”, muitos pontos à frente, continua sendo o programa de televisão mais visto do Brasil. Ui ui ui…
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AIMEZ-VOUS BALTAZAR?

Uma das lendas urbanas mais recorrentes sobre “Fina Estampa” seria a popularidade da personagem Baltazar entre as mulheres reunidas no grupo de discussão que analisou a novela. Alguém publicou essa notícia, outros e outros repercutiram na internet, como costuma acontecer atualmente… E o que era apenas um boato virou verdade. Até eu e Alexandre Nero, o ator que faz a personagem, demos entrevistas declarando o nosso espanto, pois, nos diziam os entrevistadores, Baltazar é o terceiro personagem masculino mais popular da novela, logo abaixo de Crodoaldo Valério e José Antenor: justamente aquele que as mulheres deviam odiar é um dos mais amados?
Alguma coisa está errada com essa novela, berram as entrelinhas de todas as notícias a respeito. O autor quis denunciar a violência doméstica e acabou por promovê-la! Pois, se as mulheres adoram Baltazar, é porque, de algum modo sutil e abstruso, meu texto as convenceu de que bom mesmo é apanhar dos maridos, namorados e companheiros.
Onde foi que eu errei? – foi o que me perguntei primeiro. E como não achasse nenhuma resposta, me fiz outra pergunta:
Onde é que está dito isso no relatório do grupo de discussão?
Peguei o dito cujo e o folheei de A a Z, de cabo a rabo, e não achei um só comentário das mulheres lá reunidas que permitisse a alguém chegar a essa conclusão. Há sim, restrições ao comportamento de Celeste em relação à filha: acham que ela é leniente com Solange, ao contrário de Baltazar, que quer prendê-la em casa e livrá-la da perdição. Só isso, mais nada.
Ou seja: o tal índice positivo de popularidade de Baltazar não passou de uma notícia pra dizer o mínimo – porque eu sou um cidadão bem educado – equivocada.
É como diz minha amiga Bernie Piters lá do seu cafofo de 280 metros quaderados atrás da Torre Eiffel, em Paris:
- Falem mal, mas falem de você cheri, e de mim, por favor, respeito é bom e eu gosto… Não digam nada!
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Beijo gay? Só se for na tua mãe!
Francamente!
Por mais boa vontade que eu tenha, não entendo a obsessão de certos setores da mídia quanto a possíveis relações lésbicas em “Fina Estampa”. Primeiro falaram de um futuro caso entre Esther (Júlia Lemertz) e Danielle (Renata Sorrah). Eu desmenti várias vezes, e alguns jornalistas tiveram o desplante de dizer que o meu desmentido era apenas “para esconder o jogo”.
Agora eles se voltam pra Tia Iris e Alice. Vejam abaixo o que eu respondi à seguinte pergunta de uma jornalista: “Tia Iris e Alice têm um caso?”
Definitivamente não. Iris e Alice são amigas e cúmplices de trambicagens. Como todas as mulheres que têm uma longa convivência, elas se dão a intimidades como andar de mãos dadas e trocar selinhos… Mas se a gente for considerar isso como prova de que alguma mulher é lésbica, me desculpe, mas pelo menos 90 por cento das mulheres o seriam. Aliás, eu não entendo essa obsessão da mídia pelo assunto. Antes já tinham dito que Danielle e Esther teriam um caso, e eu tive que desmentir isso desesperadamente até que o andamento da novela mostrasse que não era nada disso. No caso de Iris e Alice, de novo: não, e mil vezes não… E eu espero que você leve a sério a minha declaração de autor de novela e não a escamoteie pra dizer na sua matéria justamente o contrário.
Eu já falei, por exemplo, que não vai ter mais beijo gay nas minhas novelas, só na minha casa. Aliás, nem na minha casa, porque nunca estive tão só (o que é ótimo!) e pretendo continuar assim por muito tempo, já que aderi à máxima de minha mãe, dona Maria do Carmo Ferreira da Silva, segundo a qual “antes só que mal acompanhado”.
Mas, mesmo depois de ter dito isso um milhão, setecentos e vinte e um mil duzentos e quarenta e oito vezes, mal um fifi que cobre televisão me vê pela frente vai logo perguntando: vai ter beijo gay na sua novela?
E eu tenho que me conter, morder a língua e cerrar os dentes pra não formular, alto e bom som, a única resposta que me vem à mente, que é: “ah, vai tomar no seu toba!”
Cruzes!
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MARAVILHA!
http://www.youtube.com/watch?v=W8a0-yEY9gs&feature=related
No próximo dia 12 de outubro o maior monumento da América Latina completa 80 anos: é o Cristo Redentor, inaugurado em 1931 no cume do Morro do Corcovado, de onde, desde então, abençoa esta cidade e recebe de braços abertos os que a visitam. Para homenageá-lo e festejar a data, selecionei algumas fotos do Cristo Redentor, todas exclusivas da minha coleção particular, que publico aí embaixo. Ele é, sem dúvida, de todas a nossa maior maravilha.






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A VERDADE, NADA MAIS QUE…
Recebi o e-mail abaixo, enviado pela repórter Thatiana Mendes, de um jornal que pertence ao Grupo Folha. Como interpelei – por enquanto extra-judicialmente – o grupo em questão, através do meu advogado, o dr. Sylvio Guerra, resolvi responder às perguntas que a repórter me faz… Mas aqui mesmo, no meu território. E faço isso para mostrar o quanto há de dolo em uma delas. Eu já desmenti de todas as formas possíveis que Esther e Danielle, personagens de “Fina Estampa”, vão viver um caso lésbico. Até agora nada no texto da novela indicou isso. É claro que a repórter leu os meus desmentidos (ou então é mal informada e sem condições de exercer a profissão) e sabe que a história não é verdadeira. Mesmo assim insiste com a pergunta, num visível flagrante de falta de respeito.
Respeito: é isso que eu quero para o meu trabalho. Por isso não vou aceitar que este ou aquele jornalista – e é claro que eu separo o joio do trigo –, em vez de partir para a apuração dos fatos, prefira impunemente “criá-los”.
Abaixo o e-mail, as perguntas e as minhas respostas.
Thatiana Mendes
Repórter do caderno Show!
Jornal Agora São Paulo – Grupo Folha
Alameda Barão de Limeira, 425, 5º andar
Campos Elíseos, São Paulo, SP – 01202-900
Boa noite Aguinaldo Silva, tudo bem?
Estou fazendo uma matéria sobre a fertilização da personagem Esther e gostaria de fazer uma entrevista com você.
Enviarei abaixo algumas peguntas (sic). Meu prazo de fechamento é amanhã, você me ajuda, por favor?
obrigada,
abs
Seguem as perguntas:
1) Existe a possibilidade de que Paulo mude de idéia (sic) e passe a apoiar Esther a fazer a fertilização?
R. Não. Ele será contra a fertilização in vitro da esposa até o fim. E quando ela engravidar ele a rejeitará de tal forma que os dois vão se separar e romper a sociedade na Fio Carioca. Ele vai se recusar até a ver a criança… Mas isso apenas até o dia em que… Aguarde os próximos capítulos.
2) Por que Paulo reluta em aceitar que Esther faça a fertilização?
R. Pela mesma razão porque vários homens muito bem casados, e apaixonados pelas suas esposas,mas incapacitados para a paternidade, relutaram quando elas, já em idade tardia, resolveram ter filhos através da fertilização in vitro: eles se consideram traídos… E têm ciúmes da criança que vai nascer, um estranho, que não é filho nem dele nem dela, mas vai alterar o equilíbrio do casamento.
3) Mesmo com toda essa crise no casamento, Esther levará adiante a ideia da fertilização? Se sim, como?
R. Simples: ela não depende do consentimento do marido para se submeter a este procedimento… Nem necessita da participação dele. O desejo dela de ter um filho é forte demais, ela precisa tê-lo agora antes que seja tarde… E mesmo sem o apoio do marido ela segue em frente.
4) É verdade que depois da decepção com o marido Esther terá um caso com Danielle?
R. Ah! Acho que todas as minhas respostas anteriores serão descartadas, porque o que você queria mesmo é que eu respondesse a essa pergunta. De uma vez por todas: não sei de onde saiu esse boato, que eu já desmenti várias vezes mas é recorrente. Tanto Danielle como Esther são mulheres hetero, a primeira é viúva, a segunda vai se separar do marido e, quando este quiser voltar, ela já estará com novo interesse romântico na vida… Mas será outro homem, um personagem que já está na novela, a quem ela não conhece, e que se aproximará dela justamente num instante em que ela corre o risco de perder o filho. Ou seja: Esther terá um caso com outro homem, Paulo terá um caso com outra mulher… Mas, na minha cabeça de autor, não há outro caminho para os dois no futuro da novela senão o happy end… Eles terminarão juntos… E com um filho que não é de nenhum dos dois, mas será muito amado.
QUANTO À INTERPELAÇÃO:
A notícia publicada no jornal “Agora São Paulo” e reproduzida na “Folha on Line”, segundo a qual eu já teria avisado o elenco de “Fina Estampa” de que haveria um assassinato por mês na novela, foi desmentida por mim durante uma conversa com o colunista que divulgou a notícia… Mas ele, embora tenha publicado a nossa conversa em todos os detalhes, simplesmente omitiu o meu desmentido… Ou seja: não quis reconhecer que havia errado.
Com isso ele errou de novo… E permitiu que o dr. Sylvio Guerra enviasse aos responsáveis pelas duas publicações a interpelação (por enquanto) extra-judicial, na qual pede que reconheçam o erro e publiquem a verdade dos fatos. A interpelação já chegou a quem de direito, mas o que ela reivindica não foi feito até agora.
Diz o dr. Sylvio Guerra a certa altura da interpelação extra-judicial:
“(…) O jornalismo tem uma responsabilidade que lhe é ínsita, qual seja de formar a opinião dos leitores, na medida que aquilo que é lido é tido por verdade, já que o leitor ao adquirir determinado jornal ou acessar determinada notícia o faz com base na credibilidade das notícias ali publicadas, acreditando que foi realizado um trabalho criterioso e após aprofundada pesquisa.
13. Destaque-se, outrossim, que as notícias jornalísticas, devem ser marcadas pela objetividade, distanciamento e isenção, não podendo as mesmas prejulgarem, serem obscuras, dúbias, omissas, preconceituosas, politizadas e se utilizarem de palavras insultuosas e aviltantes contra qualquer indivíduo, mesmo de forma indireta, e nem se deve passar informações obtidas de forma sorrateira com violações de residências, reuniões particulares e etc.
14. Ocorre que em especial destaque à notícia em questão, nota-se que o jornalista responsável por seu conteúdo, com a finalidade exclusiva de vender jornais e atrair acesso de leitores, criou falsas afirmações sobre a obra de autoria do interpelante, o que tem causado diversas consequências danosas conforme já se aludiu nesta oportunidade.
15. Esta prática não deve prevalecer também porque está afetando direitos autorais morais do autor, que são espécie do gênero direitos da personalidade, os quais, quando sob lesão ou ameaça de lesão, autorizam a intervenção estatal para que os atos possam cessar, nos termos do artigo 12 do Código Civil.
16. A interpelada, na medida que publicou notícia desvirtuada da realidade incorreu em culpa, e consequente abuso no exercício de informação.”
Leia a íntegra da interpelação extra-judicial redigida e entregue pelo dr. Sylvio Guerra clicando aqui.
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Ilustríssima
Ministra Iriny Lopes (na foto abaixo)

Não se preocupe, não vou dizer que a senhora parece com o cross dresser Laerte, nem que está tentando se promover à custa de Giselle Bündchen e da mídia televisiva, pois não aprovo esse tipo de comentários e os considero de extremo mau gosto.
Mas vou dizer sim, com todas as letras, que a senhora, no seu afã nobilíssimo de defender as mulheres oprimidas, pelo menos no caso de “Fina Estampa” não só foi com muita sede ao pote como demonstrou total desconhecimento das regras mais elementares do desenvolvimento de uma telenovela.
Senão vejamos: uma das regras básicas da dramaturgia é que não há questão se não há conflito. E sem que um problema seja enunciado em todos os seus detalhes não se pode partir para a solução do mesmo.
Assim, se Baltazar não for violento com Celeste, ou se no primeiro ato de violência dele ela correr até a delegacia mais próxima e mandar prendê-lo, não poderemos dizer o óbvio, que é: antes de tomar coragem e denunciar o marido violento as mulheres vítimas da violência hesitam… E por isso sofrem muito. É altamente positivo que se discuta as causas dessa hesitação na novela, assim como é positivo que se mostre como Celeste consegue superá-las passo a passo, até estar realmente pronta não só pra denunciar o marido, como também pra não se arrepender depois de ter feito isso.
Devagar se vai ao longe Ministra. De grão em grão a galinha enche o papo. Uma eleição para o Senado resulta num mandato de oito anos. Crescemos – e não estou me referindo apenas ao crescimento físico – passo a passo. E nesse processo não há nada pior que o açodamento.

Seu pedido pra que Celeste denuncie o marido violento é justo… Mas chegou atrasado. No ar Celeste ainda está apanhando. Mas no texto, as cenas em que ela denuncia o marido após um episódio de extrema violência – e assim o leva a ser preso – estão escritas a três semanas e já entregues à Rede Globo.
Ou a Ministra achava que eu, que nos anos 70, quando ela era apenas uma infanta, cheguei a ser processado duas vezes pelo Ministério da Justiça por publicar um jornal dedicado às minorias entre as quais estavam incluídas as mulheres, eu, um feminista emérito que há 28 anos enaltece e apregoa o progresso das mulheres no meu trabalho televisivo, ia deixar que numa das minhas novelas uma mulher fosse vítima de violência doméstica sem dar ao autor da violência o devido castigo?
A senhora visivelmente não me conhece, assim como eu também nunca tinha ouvido falar da senhora até esse momento, mas pelo menos numa coisa temos certeza que concordamos: respeito é bom e nós gostamos.
Aguinaldo Silva – escritor e jornalista.

P.S. (que não significa “psiu” e sim “post scriptum”) A senhora também é a favor da retirada de um quadro do Zorra Total, pois acha que ele incita ao assédio sexual nos vagões do metrô. Gostaria de lhe dizer que o quadro em questão, no qual aparecem as personagens Valéria e Janete, causa em mim profunda inquietação, extrema angústia… O que, segundo os meus critérios de valor, significa que ele é uma das melhores coisas apresentadas pela televisão brasileira atualmente; tanto que, em vez de ser censurado, deveria era merecer prêmios. Desculpe, mas quando se trata de dramaturgia, discordamos aqui também… E tenho certeza, pelo caminho que a senhora escolheu, tantas vezes se pronuncie discordaremos de novo.
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LA TOURTERELLE FATIGUÈE!
Oui, c´est moi!

Viram minha entrevista no Playboy? Se viram, então me respondam: que droga de fotografias são aquelas? Fiquei mais de um hora a posar infindavelmente, debaixo de uma pafernália que provocou vários apagões na minha casa, e no fim o que a revista publica são fotos que até o lambe-lambe da Praça da Sé lá em São Paulo faria melhor? Desculpem quereeeeedos, mas acho que vocês gastaram todo o photoshop disponível com a bunda da moça da capa, e pra mim não sobrou nem um retoque a lápis…
De qualquer forma, se as fotos eram horrendas, a entrevistadora foi fidelíssima a tudo que eu disse e assim a entrevista deu pro gasto. Na verdade deu pra mais do que isso, mas eu fico por aqui mesmo, porque a prudência manda que seja modesto: afinal, por conta do mezzo-sucesso de “Fina Estampa” já tem gente querendo me capar de tanto ódio (e eu digo mezzo porque, pra quem já deu 98 pontos, 45 é apenas um aperitivo)… E assim é de bom tom que eu fique na minha, não apareça nem um milímetro além do necessário e, mais que tudo, dê uma mergulhada rápida nas águas mortas do oblívio.
Tão low-profile resolvi ficar a partir de agora, que até recusei um convite pra enfrentar no próximo dia 17 a bancada do Roda Viva, pois o meu pai-de-santo recomendou fortemente que eu não fosse e, com sua voz de baixo-profundo, deixou bem claro: “se fores sairás de lá chamuscado”.
Se eu tenho um pai-de-santo? Tenho sim, o Pai Gentil, assim como tenho um padre, um pastor, um personal training e um enfermeiro de forno e fogão que, de vez em quando, me faz massagens e me dá uns banhos feitos à base de material incerto e não sabido. Mesmo assim, apesar da proteção e do apoio moral de todos eles, mal cheguei no capítulo 74 da novela e já estou um/trim-trim!!!!!
Peraí que o telefone tocou e eu vou atender no viva-voz pra ver do que se trata:
- Alô!
- É o Aguinaldo?
- Depende, se for do Serasa é apenas o mordomo.
- Aqui é o fulano, do Portal XPTO, estou ligando pra saber porque cortaram uma cena da novela hoje.
- Porque o capítulo estava grande quereeeeedo.
- Mas logo uma cena do Cro?…
- Dele, e da Marilda, Patrícia, René Jr., Tia Íris e Alice.
- Sim, mas já que o Cro também estava na cena… Não seria censura homofóbica?
Eu juro que ia responder um “não”, mas antes que o fizesse a linha caiu e o meu feeling me diz que, pelo menos pro Portal XPTO ela nunca mais será restabelecida.


Ah, mas onde é que eu estava mesmo antes desse diálogo telefônico tão inconveniente? Já sei: eu dizia que mal cheguei ao capítulo 74 e, pelo menos fisicamente, estou um caco. Por isso insisto em dizer que novelista tem prazo de validade e, tal como os cardeais fazem aos 74, eles devem se aposentar aos 70 anos. Eu, que apenas cheguei aos 37, ainda tenho 32 anos pela frente antes da aposentadoria – o que não me impede de me sentir terrivelmente cansado.
Assim, por estar cansado – me dêem esse direito – divago: sabiam que na casa do Quebramar onde hoje mora Griselda durante muitos anos funcionou um bar que atendia pelo mimoso nome de La Tourterelle Fatiguèe, o que, traduzido literalmente, significa A Rola Cansada?… Eu, que o freqüentei muitas vezes, posso atestar com toda segurança que o nome do bar fazia jus aos clientes…Embora alguns, fatiguèes ou não, até que davam pro gasto.
É por histórias como essas que não vou atender aos apelos desesperados da jornalista Laura Mattos pra que eu deixe que ela escreva minha biografia… Sinto muito quereeeeda, mas minhas historias eu mesmo conto.
Na minha entrevista ao Playboy o tempo todo eu tive uma preocupação: lançar minhas pérolas aos porcos e aos veados. Pensei em reproduzir alguma delas aqui, mas meu digitador já foi embora e eu, como já disse mil vezes ô caraças, estou muito cansado. De qualquer modo reproduzo uma delas, que é:
“A pessoa tem todo direito de dizer que não gosta de bicha. É como dizer: “eu não gosto de angu”. E não é por causa disso que o angu vai se sentir discriminado…
Ah, vocês ainda querem que eu dê uma palinha sobre “Fina Estampa”? Desculpem quereeeeedos, hoje não, só se for no próximo post… Porque a tourterelle aqui não está apenas fatiguèe… Está arrasada!

Ah sim, e quanto a essas fotos minhas, lindo de morrer com Lilian Seldin e o Marcelo Serrado? Foram feitas durante o fim de semana em que o ator se hospedou na Locanda della Mimosa, a qual serviu de cenário pra matéria que a Contigo publicou conosco: vocês leram?
E quanto à foto lá no alto, foi tirada no aeroporto JFK, em Nova Iorque, na sala VIP da Virgin, na qual posso afirmar com toda certeza que, nesse dia, a única Virgin era eu.