ELE É BOM OU É MAU?

» Públicado por em jun 24, 2014 | 24 comentários

 

 

Com 1.89m e uns 80 quilos (no máximo!), Joaquim Lopes surge na sala de sua casa, na Barra da Tijuca, todo vestido de preto, magérrimo e impecável. Depois de personagens cômicos, rurais e internéticos, este paulistano de 34 anos, vai fazer em sua sétima novela, Império, a próxima das 21h da Globo, o que considera o maior desafio até agora: Enrico, um chef de cozinha que descobre a bissexualidade do pai, Claudio (José Mayer), e fica enfurecido, tão transtornado e com vergonha, que não aparece no casamento com Maria Clara (Andréia Horta), deixando a moça no altar, só porque foi o pai quem organizou a festa e vai estar presente.

Além disso, ele se vale do fato de ser dono de restaurante para usurpar receitas de seu ajudante de cozinha, Vicente (Rafael Cardoso). E, por conta do interesse deste pela noiva dele, está formado o triângulo amoroso! Aliás, quadrado, porque é a tal história do Enrico que amava Maria Clara que amava Vicente que amava Cristina (Leandra Leal), que pode ser irmã da rival. Babado fortíssimo!

Como se não bastassem as coincidências da ficção, existem as da vida real também: não é que Joaquim formou-se em gastronomia, trabalhou em restaurantes, em São Paulo, e adora cozinhar nos fins de semana para sua musa, a esposa sortuda Paolla Oliveira?

Bom,você pode não ter o Joaquim Lopes em casa, mas no final da entrevista, segue uma receita do galã para seu deleite. Aproveite!

entrevista: Simone Magalhães

fotos: Fco. Patrício

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Quando o pai é o gay da família  Acho que Enrico se sente traído pelo pai, pela mãe que sabe de tudo, pela irmã, que adora a história. Ele se sente sozinho, porque tem uma admiração absurda pelo pai, seu exemplo de vida, e acha que ele pode ter omitido, mentido em outras coisas, também. Para uma pessoa partir pra cima de outra, sob pretexto de preconceito, ela tem que estar muito desesperada, ter uma dor profunda. Não é só pelo ódio, mas tem uma insegurança muito grande. Nesse caso, além de demonstrar o horror que é a homofobia, o Enrico também se acha enganado.  Apesar de todos nós sermos contra a homofobia, ela continua por aí, destruindo pessoas, famílias… No caso da novela, me interessa é saber o que leva meu personagem a reagir dessa forma, por que tem essa insegurança, esse preconceito, esse desespero todo? Por que não pode sentar e conversar? Por que a primeira reação é tão violenta, agressiva?”

 

Uma outra visão sobre o namorado do pai  – “Tem uma cena em que meu personagem entra em casa, e o Leonardo (Klebber Toledo) e meu pai estão lá. Eu falo: ‘Quem é esse cara?’. Fico me questionando: por que ele pergunta isso dessa forma? Aquela cena me chamou a atenção porque pode ser ciúme de ver um cara jovem bonito, mais ou menos da mesma idade, conversando com o pai. Não quero nenhum outro macho da mesma idade conversando com meu pai. Acho que tem essa coisa de posse, do medo de alguém que pode oferecer algum risco, não financeiro, mas afetivo. ‘Esse cara pode estar roubando a atenção do meu pai.’ Essas possibilidades que o personagem têm são desafiadoras. O texto está tão bom! Estou enlouquecido com o texto do Aguinaldo Silva, com quem sempre quis trabalhar. Vi as imagens maravilhosas que o Papinha (Rogério Gomes, diretor de núcleo da novela) fez do Monte Roraima, para o início da trama. Estou achando que Enrico e Maria Marta (Lília Cabral) vão se juntar, viu? Ainda mais por que a ex-noiva do Enrico, Maria Clara (Andréia Horta), vai namorar o Vicente (Rafael Cardoso)”.

 

Enrico é mau-caráter? – “Ele é inseguro, um cara destemperado. Imagino o seguinte, em determinado momento está numa cena de amor com a noiva e, no seguinte, tem um rompante e quebra um celular, por exemplo. Antes do Vicente (Rafael Cardoso), o Enrico já era o melhor restaurante do Rio de Janeiro. Meu personagem é um líder da brigada de cozinha, se ele não está lá  o barco não vai pra frente. É um cara muito talentoso no salão, no marketing. Mas acho que nenhum restaurante hoje em dia se sustenta só com RP, a cozinha tem que ser boa. Então, no mínimo ele tem bom olho para talentos. Já trabalhei em cozinha e te digo: ‘Se o chef não tem firmeza – não digo brutalidade, não precisa ser grosso -, mas se não tem firmeza e postura, a coisa não vai, por maior que seja o talento da brigada dele. Tem que ter uma condução”.

 

Vale se apoderar das receitas do auxiliar?- “Isso é totalmente errado. Mas o que me interessa mais no Enrico não é o mau-caratismo. Quero descobrir por que ele age dessa maneira, o que tem de humano por trás desse cara e o que o leva a tomar decisões precipitadas. A cópia é algo muito complicado. Hoje em dia, os restaurantes renomados têm seus pratos originais, claro, mas têm muita coisa que é revisitada. Não  há essa possibilidade de prato desconstruído? Ou seja, o mesmo prato só que feito de outra maneira. O que é feio é apoderar-se de uma ideia e dizer que é sua. Você tem que dar o crédito! Nesse caso, o Enrico não faz. Ele se aproveita do talento e inteligência do Vicente, e acaba incluindo no cardápio como se fosse dele”.

 

 

 

Vicente é interiorano, mas não é bobo – “Quando falam pra ele: ‘Você sabe que se ele (Enrico) gostar desse molho vai virar parte do cardápio’, Vicente responde: ‘Não tem problema, vou pra outro restaurante e faço um molho melhor ainda’. Vicente é muito mais emocional do que racional. Na verdade, é como todo cozinheiro deve começar. Quando era pequeno, minha avó, dona Hilda, me acordava cedinho, às 6h, pra cozinhar, e era um momento maravilhoso. Lembro-me de que ela nunca media nada, ia no instinto… E dizia: ‘Prova aqui e vê se está bom. Precisa de mais sal?’. Eu dizia que precisava, e ela arrumava. E tem umas coisinhas que você vai aprendendo na vida, e quando faz faculdade. Fiz gastronomia na Faculdade Anhembi Morumbi, em São Paulo, e trabalhei em alguns restaurantes.”

 

Mas gastrononia não foi a primeira opção –  Sou de uma família de médicos. Passei para Medicina,mas não fiz. Meus pais sempre me apoiaram em todas as decisões. A frase deles era: ‘Você só tem uma obrigação na vida: ser feliz’. E outra coisa: ‘Seja lá o que for que queira fazer, seja o melhor. Não interessa o que você vai fazer, faça com paixão, com amor, que vai dar certo!’ Na verdade, eu estava muito confuso na época em que terminei o colegial. Acho muito cruel você pedir para um adolescente de 17 anos escolher o que vai ser para o resto da vida. Meu irmão, Antonio, de 38 anos, tinha a ideia muito clara: nasceu médico, cresceu médico e vai ser pro resto da vida. Ele é cirurgião gástrico. E muito feliz. Meu pai é médico, meu tio também, meu avô trabalhava em hospital. Enfim, parecia a escolha óbvia. Prestei vestibular, quando meu irmão já estava no quarto ano de medicina”.

 

E veio a desistência… –  O Antônio fazia USP, que é barra pesada, já dava plantão… E pude ver pela vida que ele estava levando que eu não dava conta daquilo. Não pela carga de trabalho, mas pela carga emocional que implicava. Acho que você tem que ter um laço emocional com paciente porque, por mais que pra você seja a quinta cirurgia do dia, para aquele cara é a primeira cirurgia da vida! Você tem que se proteger de alguma forma, senão não aguenta. Meu pai era hematologista. Eu sei que não conseguiria fazer essa especialidade, porque ia morrer junto, caso acontecesse. Meu pai trabalhava na equipe do professor (Euryclides de Jesus) Zerbini (cardiologista que realizou o primeiro transplante de coração no Brasil, em 1968). Mas é isso… Acabou que a medicina saiu pela janela, porque realmente não era pra mim. E o que um cara faz quando não sabe o que vai fazer? Comecei Administração de Empresas. Fiz dois anos, trabalhei na (holding) Camargo Correia, fazendo estágio.Queria ter uma profissão. Lá em casa, essa coisa do trabalho é tão forte, sabe? Meu pai tem 80 anos, e acorda todo dia às 6h30, e só volta pra casa às 19h. Trabalha até hoje, mas, atualmente, como empresário. Fico falando pra ele: ‘Pai, para! Está na hora de você descansar.’ Mas, ao mesmo tempo, prefiro que não, porque é o que deixa ele vivo. Ele fica feliz, sendo produtivo. Enfim, um homem sem trabalho não é nada.

 

 

 

Em busca de uma nova faculdade – “Sou péssimo com números, sempre fui a vida inteira, horroroso… (risos). Aquilo, pra mim, é uma língua arcaica, impossível de decifrar. Mas fui fazendo, trabalhei por seis meses até que meu chefe, um dia, me chamou e falou: ‘Jovem, você tem certeza de que está no lugar certo?’. Respondi: ‘Acho que não’. Ele continuou: ‘Jovem, vai pra casa, pensa um pouco e vê direito se é isso que você quer. E as portas estão abertas, pode voltar pra cá, você trabalha bem’. Ele foi um cara muito importante, se não tivesse me dado esse toque, talvez tivesse ficado. Cheguei em casa e falei: ‘Gente, vou largar a Administração, e fazer Publicidade – que, pra mim, era uma coisa mais artística. Sempre fui muito bom em redação. Inclusive, acho que foi o que me fez passar na faculdade, porque tirei nota 10.  Aí, vi na profissão de redator de agência de publicidade um caminho mais interessante pra mim. Comecei o curso na Faap, só que ainda tinha uma coisa que faltava…

 

Soltar a energia acumulada – “Minha mãe me obrigou: ‘Você vai fazer teatro. Vou inscrevê-lo no (curso) Célia Helena’. Nunca fui tímido, mas sempre reservado. Eu tinha muita energia acumulada. Quando  havia visita em casa, sempre ficava conversando com as pessoas, gostava de contar histórias. Meu pai, um dia, me trouxe uma espada de samurai, e eu me fantasiei inteiro. Não era nem chamar atenção, mas uma necessidade que tinha de me expressar artisticamente. E a gastronomia é isso também. Por isso, pra mim, ela é a arte mais estética do mundo, porque envolve os cinco sentidos. Mas voltando ao Célia Helena… Eu não fui. No ano seguinte, minha mãe me inscreveu de novo. Fui, fiz a prova e passei. Teve uma entrevista com a Ligia Cortez (professora e atriz), e ela me perguntou: ‘Por que você quer fazer teatro?’. Eu falei: ‘Não quero fazer teatro, minha mãe é que me obrigou’. Ela deu uma risadinha, me aprovou, e a minha vida mudou.

 

Tudo ao mesmo tempo –  Continuei fazendo publicidade, durante três anos, junto com teatro. E me formei no Célia Helena. Depois, comecei a participar de muitas peças, fiz umas 11, antes de atuar na primeira novela, no SBT, Os Ricos Tambem Choram (2005). Mas sempre tinha esse interesse pela cozinha – eu queria saber mais. Quando tinha 18 anos, minha avó faleceu… (pausa) Senti que eu tinha uma coisa a mais a aprender. Fui fazer faculdade de gastronomia. Fazia teatro, à tarde. Sempre gostei de estudar, de ler sobre tudo, sempre fui muito curioso. Tinha livro de física – que adorava -, romances, religião… Qualquer coisa que me interessasse, eu ia atrás. O que hoje em dia é muito útil pra mim. Eu me formei em gastronomia – seis meses de teoria e dois anos e meio de prática -, e foi maravilhoso.”

 

 

Atuar ou cozinhar? – “Ser ator é minha paixão, o que me move, faz o sangue ferver, ficar mais curioso. A cozinha é um amor, o que me acalma, me dá paz, me concentra. Tem surfista que fala que esquece do mundo quando está surfando. Isso sou eu na cozinha. Às vezes, fico lá cortando tudo, com calma… Tenho cozinheira, mas, todo fim de semana faço alguma coisa. Prefiro salgado, pra fazer e pra comer (risos). Não tenho essa história de dieta. Eu gosto de sorvete, pudim de leite e uma barra de chocolate que faço, que realmente é de lascar. Mas é só: como um pedacinho de doce e fico satisfeito.

 

Arte em várias formas –  “Tudo o que é expressão artística me interessa (mostra um dos quadros que pintou, com uma explosão de cores, e palavras como vida, amor, esperança etc). Então, é como se eu tivesse misturado a gastronomia com a atuação.  Afinal de contas, o chef de cozinha está preparando um produto que vai ser apreciado por um público. E o ator é a mesma coisa. E ainda tem a roupa do chef, o cenário que é a cozinha, os ingredientes, dá pra fazer um milhão de metáforas com isso. Tenho muita vontade de escrever um livro. Não só de receitas, mas talvez com um personagem, um chef, talvez em primeira pessoa. E sempre quis ter um restaurante. Minha avó tinha o Hilda’s Bar, e eu adoraria fazer essa homenagem a ela. Mas não agora, mais pra frente. Eu preciso de tempo pra isso, e não é o momento. Houve uma época, em 2003, 2004, em que tinha poucas produções para atuar, e eu trabalhava em restaurante. Precisava pagar minhas contas, então trabalhava como cozinheiro. Foi muito rico,  uma oportunidade de conhecer pessoas incríveis, ter experiências de vida muito interessantes. A cozinha é um mundo à parte.

 

Reconchudo na pré-adolescência – “Eu era gordo mesmo! Dos 11 aos 14 anos. E sabe como é criança: ela fala o que vem à cabeça. E eu estudava em semi-internato, das 8h às 16h, e ouvia aqueles apelidos que colocam em gordinhos. Mas tive uma infância privilegiada, com muito apoio da família. Acho que a melhor maneira de combater a violência – nesse caso, o bullying – é um gesto de carinho. Olhar bem para a pessoa e dizer: ‘Não faz isso, não, que está me machucando’. Pode continuar por mais um tempo, mas chega o dia em que ela para. Depois, pratiquei muito esporte – futebol, tênis, wakeboard – e hoje faço musculação de segunda a sábado na academia, com meu personal, o Baiano, além de yoga, e mantenho serenidade e aprendo com Osho (místico e escritor). A filosofia asiática me atrai muito, ajuda a lidar com os problemas. Quando estou tenso dou aquela respirada profunda.”

 

 

Por falar em comida… – “Eu como de tudo. De preferência comida saudável, de 3 em 3 horas, mas adoro uma pizza portuguesa (risos). No café da manhã podem ser duas tapiocas com queijo fresco e tomate, acompanhadas por um suco. Faço questão de provar tudo, se não gosto, penso assim: ‘Eu não entendi o prato, preciso repeti-lo’. E faço isso. Adoro miolo frito! Língua, dobradinha, jiló… Gosto de variar, principalmente quando viajo. Em Évora, Portugal, meu restaurante preferido é o Fialho; em Nova York, o Le Bernardin; tem os de LesBaux de Provence, na França; e o Fasano, em São Paulo. Tudo que como, vejo a procedência. Só me alimento de galinhas criadas ao ar livre, sem hormônios.”

 

Cartier que o filho vai herdar –  “Esse relógio foi do meu pai, e será do meu filho. Mas, por enquanto, eu e Paolla (Oliveira) achamos que ainda não é a hora certa. Quero ter um filho quando puder dar atenção total, brincar, acompanhá-lo ao máximo. É uma responsabilidade muito grande, e deve ser bem avaliada. Enquanto estou às voltas com o Enrico, a Paolla está estudando. Aliás, os atores estão sempre estudando para se renovar, se aprimorar e dar o seu melhor ao público”.

 

 

 

A RECEITA DO CHEF:

BARRA DE CHOCOLATE COM AMENDOIM

 

INGREDIENTES

1 xícara (chá) de amendoim sem pele e torrado

1 colher (sopa) de óleo de amendoim (ou de soja)

1 colher (chá) de açúcar

4 xícaras de chocolate ao leite picado

150 g de manteiga

1 ¼ xícara de (chá) de açúcar

3 colheres (sopa) de leite em pó dissolvido em 1/3 xícara (chá) de água

2 xícaras (chá cheias) de marshmallow picado

1 colher (chá) de essência de baunilha

1 ½ xícara (chá cheia) de amendoim sem pele e torrado

240 g de bala toffee de caramelo

½ xícara (chá) de creme de leite fresco

 

MODO DE PREPARO

1º) Manteiga de amendoim: em um processador coloque 1 xícara (chá) de amendoim sem pele, torrado, 1 colher (sopa) de óleo de amendoim (ou de soja) e 1 colher (chá) de açúcar. Processe bem até ficar uma manteiga de amendoim homogênea. Reserve.

2º) Base e cobertura: em banho-maria, derreta 4 xícaras (chá) de chocolate ao leite picado com 3 colheres (sopa) da manteiga de amendoim (feita acima) e reserve.

3º) Recheio 1: em uma panela, em fogo baixo, derreta 150 g de manteiga com 1 ¼ xícara de (chá) de açúcar. Assim que derreter, adicione 3 colheres (sopa) de leite em pó dissolvido em 1/3 xícara (chá) de água, 2 xícaras (chá cheias) de marshmallow picado, 1 colher (chá) de essência de baunilha e misture bem até derreter. Junte 1 ½ xícara (chá cheia) de amendoim sem pele e torrado, desligue o fogo e reserve.

4º) Recheio 2: em uma panela, derreta 240 g de bala toffee de caramelo com ½ xícara (chá) de creme de leite fresco. Reserve.

MONTAGEM

Em uma assadeira retangular (20cm X 32cm) forrada com saco plástico espalhe:

  • metade do chocolate derretido (base e cobertura) e leve ao freezer por 10 minutos até endurecer.

  • retire do freezer e espalhe a camada de marshmallow (recheio 1), alise a superfície e leve ao freezer novamente por 10 minutos.

  • retire novamente do freezer e espalhe uma camada de caramelo (recheio 2) e leve por mais 10 minutos ao freezer.

  • cubra com a outra metade do chocolate (base e cobertura), leve ao freezer por 2 horas e estará pronta.

 

24 comentários

  1. sir,Aguinaldo, sei que não ler os comentários, mas …porque deixar um personagem como o Enrico tao apagado na novela? Cadê o romance com a Cris??? seria muito bom essa reviravolta! pois VC mesmo disse isso em entrevistas.

  2. sir,Aguinaldo, sei que não ler os comentários, mas …porque deixar um personagem como o Enrico tao apagado na novela? Cadê o romance com a Cris??? seria muito bom essa reviravolta!

  3. Oi Enrico você quer casar com a Cristina ou a Paloma

  4. Bom dia! Enrico, porque você esta chorando na praia?

  5. não conheço esse rapaz , Joaquim Lopes, mais a mae conheço pessoalmente, é uma transtornada, agressiva, violenta, totalmente sem escrúpulos, mal vist ana cidade onde mora, leva o nome do filho como uma medalha , só se for de lata primeiro precisa ter mais educação , ao tratar as pessoas , segunda ser mais simples , porque ela mesma não é nada, poderia escrever horrores ao seu respeito , mais só lhe peço educação , poderia contar o que fizeste comigo , sem o menor problema , agora me diz igualar pra que , tem os direitos dos idosos, só queria deixar o meu recado, é uma pena ter uma mae dessa, só tenho a lamentar…

  6. Aguinaldo Silva torce por beijo entre José Mayer e Klebber Toledo em sua nova trama, “Império”: “Vou adorar”

    http://revistamarieclaire.globo.com/Celebridades/noticia/2014/06/aguinaldo-silva-torce-por-beijo-entre-jose-mayer-e-klebber-toledo-em-sua-nova-trama-imperio-vou-adorar.html

  7. Descobri este site faz pouco tempo, comecei a ler as matérias todas e não parei mais. Incrível como o autor escreve melhor que todos os outros blogs, inclusive aqueles que estão atrelados a grandes sites, como o UOL. É uma opção dele, ou ninguém se interessou até agora em tê-lo em sua bandeira?

  8. Aguinaldo querido, publica uma cena de Império, pra gente começar a curtir a próxima campeã de audiência!

  9. Quem é homem de bem não trai…
    http://youtu.be/oGTlpCMPoq4

  10. Adoro o Joaquim como ator e como pessoa.,
    Amei a entrevista e as fotos deste homem lindo de morrer.
    “Império” promete!
    Parabéns Agnaldo Silva.

  11. Amei essa matéria (Ele é bom ou é mau ????? ) com o Joaquim Lopes ele é um ator incrível estou ansiosa para novela estrear logo .Essa receita do Joaquim já fiz e fica delicia muito boa essa barra. Joaquim parabéns você é multi talentoso Ator/cozinheiro s2s2

  12. Amei essa matéria (Ele é bom ou é mau ????? ) com o Joaquim Lopes ele é um ator incrível estou ansiosa para novela estrear logo .Essa recita do Joaquim já fiz e fica delicia muito boa essa barra.

  13. Esse personagem vai marcar muito a vida do Joaquim! Fico feliz em saber que o Joca fará parte da novela #Império, novela do autor que admiro muito, autor que considero o rei das novelas, Aguinaldo Silva. Império vai ser, aliás, já é um grande sucesso! Simone, a entrevista ficou ótima, quero outras com o Joaquim e com a Paolla.

  14. Excelente trabalho, Simone!
    Vc é linda!

  15. Depois de Império virá o Dilúvio, e depois do Dilúvio virá a revolução bolivariana liderada por Lula!

  16. Bota mulher de peito de fora na novela!

  17. Não aguento mais de ansiedade. Por que a Globo ainda não botou no ar as chamadas de Império? Bota a boca no trombone Agnaldo.

  18. Bela entrevista, gostei da mudança feita pela Simone Magalhães, em vez de perguntas, botou o entrevistando falando sobre temas. Assim a entrevista, embora seja longa, fica menos cansativa, tem menos intervenções da entrevistadora, que é muito boa jornalista.

  19. Escritor Aguinaldo Silva, que história é essa de usar meu nome num personagem seu, e ainda mais, botar o Ailton Graça pra fazer o papel, em vez de me chamar? Eu sou artista-transformista, podia muito bem dar conta do recado.

  20. Aguinaldo, sou brasileira, estou passando uma temporada em Portugal, fui ontem à noite no Avenue, seu restaurante na Avenida da Liberdade, e estava lotado, tive que voltar da porta. Assim você vai ficar rico…

  21. Gente, que homem é esse, a Paola de Oliveira que me desculpe, mas tem muita gente querendo comer o creme brulê dele em casa.

  22. Ah, e esse rapaz, o Joaquim Lopes, é muito bem apessoado. Além disso tem esse nome antigo, “Joaquim”, nome de homem, nada de Cauê ou coisas assim.

  23. Agnaldo de meu coração, é verdade que a Letícia Isnard engravidou pouco antes de começar a trabalhar na tua novela?

    INTERVENÇÃO DO SOMBRA: prezada senhora Ludilene, o senhor Aguinaldo Silva não comenta assuntos íntimos dos que trabalham com ele.

  24. Depois de Império virá o Dilúvio!

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