AMANDA, A MÁ E A BOA

» Públicado por em out 15, 2014 | 5 comentários

Adriana Birolli não tem papas na língua. Aos 27 anos, esta curitibana de lindos olhos azuis conta que escolheu ser atriz aos 8, é determinada, fala o que pensa e acredita que o importante é o ser humano, não a beleza. Tanto que ela é de pouca vaidade: glamour e produção ficam para ocasiões especiais, principalmente à noite, quando sai com o amado, o ator Alexandre Contini, de 29 seu segundo namorado. E como na vida real, a Amanda, de IMPÉRIO, também vai se apaixonar por um ator: Leo (Klebber Toledo). Isso mesmo, ela vai resgatá-lo da rua da amargura literalmente -, despachar Zé Pedro (Caio Blat), bater de frente com Maria Marta (Lília Cabral) para ficar com o ex de Claudio (José Mayer). Isso é que é mulher poderosa!

entrevista: Simone Magalhães

fotos: Fco. Patrício

Vamos falar das suas personagens em IMPÉRIO. Você mudou o visual, mas as duas são más, uma menos do que a outra. Como lidou com a composição delas?

Acho que o fundamental é que antes de fazer a Maria Marta, fiquei sabendo que faria também a segunda fase, como sobrinha dela. Isso me ajudou muito, porque peguei a Marta – que já tinha o dado de ser anos 1980 -, foquei muito na caracterização, não só no figurino, que ajuda demais, como na sobrancelha grossa, que dá uma diferença. E a personagem, até por ser uma mulher de outra época, tem atitudes diferentes, Mais ou menos com a mesma idade da Amanda ela já estava separada uma vez, casando-se de novo, e constituindo família. Mas Amanda ainda não: estava na Europa, vivendo a vida, aprendendo muita coisa, como já é da mulher moderna: trabalhando, fazendo uma carreira.

Não querendo se encostar em homem nenhum, como a tia.

Apesar das provocações, de que aceitei dinheiro do José Alfredo (Alexandre Nero) para morar na Europa, a Danielle usa isso contra mim. Acho que Amanda é uma mulher que teve coragem de ir pra vida, não foi uma opção pelo jeito… Nem sei se ela gostava mesmo do José Pedro (Caio Blat).

Como assim? Acha que ela foi embora na marra?

Essa família é muito perigosa. Sabe Deus o que aconteceu nesse 30 anos! Porque o Imperador e a Imperatriz são capazes de tudo…

Você acha que ela voltou ao Brasil por algum outro interesse?

Não sei. Quando chega, ela pragueja contra família toda: ‘Eu voltei e vou dar um banho em todos vocês’. Então, tudo é possivel.

E ela foi irônica com José Pedro, não sei se pelo casamento dele ou para balançá-lo.

É da personalidade dela, sem dúvida, por tudo que chega pra mim. Mas as pessoas se defendem de maneiras inexplicáveis, às vezes. Vai ver ela é completamente apaixonada até hoje, mas o jeito de lidar com isso é assim. Não tenho como adivinhar, o Aguinaldo está lá no (capítulo)105, e eu ainda estou no 90 (risos). Mas acho possível tudo. Uma das grandes vantagens de trabalhar com Aguinaldo é que ele deixa muitas brechas, muitos ganchos.

Isso permite aos atores ‘viajarem’ nas possibilidades de seus personagens, não?

É muito rico para o ator trabalhar com todas essas possibilidades. Eu não vou cega e reta numa opção só. Nunca. Isso faz com que nós, atores, tenhamos que nos desdobrar em dez, abrindo um leque de opções. Eu nunca entrei no meio de uma novela. Então, é muito diferente. Um papel como Amanda, que chega ‘causando’, abre para o público outras possibilidades.

Acho que as pessoas não tinham tanta implicância com Maria Marta como tem com Amanda, por dar em cima do marido de outra.

Ninguém quer que alguém chegue e atrapalhe algo que está indo bem. Apesar de Maria Marta (Lília Cabral) não gostar, a princípio aquela relação funciona para os dois. Aí, chega uma mulher inescrupulosa querendo acabar com aquilo… E sei que incomoda muito a mulher, porque eu não quero que alguém venha a fazer isso com meu namorado.

 

Nesse caso, se você encontrasse um rapaz comprometido, não se envolveria?

De forma alguma. Claro que já olhei pra homem comprometido, e achei interessante, mas existe um momento em que a gente decide. Você se permite se apaixonar ou não.

Não acredita em amor à primeira vista?

Não. Acredito em encantamento à primeira vista. Já me encantei muito. Mas não acredito em paixão arrebatadora, incontrolável, à primeira vista. Você pode simplesmente se afastar da pessoas, acabou!

Você é muito pragmática…

Eu não quero atrapalhar a vida de ninguém, não faria com uma mulher uma coisa que não quero que façam comigo. Nunca traí na minha vida, não por causa da fidelidade em si, mas, acima disso, tem a lealdade com a pessoa. Se o combinado com meu parceiro é fidelidade, eu serei fiel por lealdade. Se um dia a gente se olhar e falar que não dá mais para ser fiel, porque está faltando algo para ambos, a gente pode conversar e tentar uma outra proposta. Mas com lealdade e honestidade.

Quando você fala em outra proposta é…

Um casamento aberto. Não sei… (pausa). Nunca conseguiria deitar na minha cama, abraçar o meu amor, dormir de conchinha depois de ter ido pra cama, há três horas, com outra pessoa. Não gosto disso. Você escolhe a pessoa para estar ao seu lado. Por que vai escolher alguém para enganar, mentir, trair? Tem muita gente que se diverte com isso, que acha que é uma pimenta pra vida, que tem três namorados.

Fidelidade é fundamental. É isso?

O que estou dizendo é como eu gosto de levar minha vida, e ter minhas relações. Mas conheço pessoas que gostam de ter dois, três, ao mesmo tempo pelo prazer de ficar nesse jogo, nessa brincadeira, de se desdobrar em mil para um não descobrir o outro. Tudo é possível. Talvez por eu ser atriz, e viver isso o tempo todo, ter esse privilégio de seduzir o José Pedro, transando com o Leo, vivendo essa vida maluca da Amanda, por exemplo. Tenho esse privilégio de ser milhões de mulheres durante a minha vida.

 

PAIXÃO DE AMANDA POR LEO FAZ ZÉ PEDRO SURTAR

Por falar em Leo, Amanda sabe que ele é gay, e transa com ele. Ela é uma mulher do mundo, é moderna, ou alguém que segue seus impulsos?

Acho que ela encontrou um gato, um homem que chama a atenção. E qual o problema? Eu particularmente não vejo problema.

Você acha que muitas pessoas optam sexo casual: gostou, transou e depois nunca mais?

No caso deles não foi bem assim, porque acabaram desenvolvendo uma relação. Mas muita gente faz isso. Não vejo problema algum. Cada um tem seu corpo, e faz dele o que quiser. O ruim é quando um está iludido na relação. Mas também faz parte da vida, relacionamento é isso.

Amanda vai se apaixonar pelo Leo. E ele por ela. Você acha que ela pode ter ciúme do Claudio (José Mayer), do passado dele?

Acho difícil que Amanda virar Danielle, louca de ciúmes, porque não é o perfil dela. Mas talvez seja alguém de quem ele precisa, já que ficou em casa esperando a vida acontecer até agora. escondido num relacionamento sem possibilidade de viver algo pleno. Porque tem isso: a questão de ser o outro na vida de qualquer um, sendo homossexual ou heterossexual, você acaba vivendo em segundo plano.

Leo vai ficar sem nada, depressivo, e virar um mendigo gato. Sua personagem vai fazer tudo para tentar salvá-lo, inclusive pedir ajuda de Cláudio (José Mayer). Como você vê isso?

Se você observar bem, Léo já é melancólico. E Amanda, um rastilho de pólvora. Mas como ninguém é uma coisa só, dependendo da situação e dos sentimentos, as coisas podem mudar. Ela vê que ele está se autodestruindo, e tenta ajudá-lo. Conseguindo tirá-o da rua com ajuda de Claudio, ela se humaniza nesse momento. Se você lembrar, ela chegou com sede de vingança, toda armada, protegida em relação às pessoas, e quando está com Leo ela é muito mais solar, consegue ser espontânea. Bem diferente de quando está com a família, na qual tudo muito difícil.

É interessante esses dois lados da personagem aflorarem em tão pouco tempo em que Amanda surgiu na novela.

Ninguém é nada. A gente está, graças a Deus, em constante transformação. Eu nunca vou me privar de poder ser o que quero, e vai ser excelente gravar esse lado da personagem, essa reviravolta.

Ficar apaixonada pelo Leo vai transtornar a vida de José Pedro, que a esta altura já estará separado de Danielle.

Ele vai ficar péssimo, sem Danielle e sem Amanda (risos). Mas talvez seja importante para o personagem que vive naquela redoma, manipulado pela mãe.

José Pedro, num surto de homofobia, perguntará como Amanda pode trocá-lo por “aquele viado”. E Maria Marta vai questionar o que a sobrinha viu em Leo. A resposta é: “Quer saber mesmo? Porque ele me diverte muito em todos os sentidos”.

(risos) Nossa! Que loucura! Mas tem sentido. Ela já gostou dele desde a primeira vez que o viu. Amanda exala sexo, e isso com amor então… Acho que é um caminho bem bacana para os dois.

DOIS NAMORADOS, CIÚMES E LIBERDADE

Acha que a mulher quer um estereótipo, que, na cabeça delas, o homem deve ser muito mais intenso?

Acho que é muito mais simples. Quando se fala de amor, paixão, a gente se apaixona, a gente ama o que a pessoa é. Você vai se casar com 20 anos, e seu marido com 60 que já terá engordado 40 quilos, vai estar careca, usando oclinhos na ponta do nariz… Então, você se apaixona pelo que o ser humano é. Ele pode se manter um cara gato o resto da vida, pode acontecer, existem milhões de exemplos. Mas não é isso que a gente, a princípio, vê. Claro que pra dar um ‘pega’ tá bom. Se você não vai comprar pro resto da vida tá lindo.

Mas você também vai embarangando, se tiver mais ou menos a idade dele, já não será mais aquela pessoa de quando tinha 20 anos.

É, mas um se cuida, outro não. Tem muito isso. Só quero dizer que a gente se apaixona pelo ser humano. No fim das contas, pra casar, a gente decide quando vê aquele ser humano que lhe completa, que dá apoio, que dá suporte… Só posso falar pela minha experiência. Tive dois namorados, o atual e o segundo.

Dois namorados sérios, você quer dizer?

Na minha vida só tive dois. Namorei seis anos o primeiro, e agora estou há quatro com o segundo. Eu tive ‘ficadas’ entre uma coisa e outra. Nunca tive namoradinho de mentira só pra dizer que era.

 

 

Você faz planos para o futuro?

Hoje eu faço.

Mas quando começou a relação?

Não. Eu amo meu ex-namorado até hoje.

Ama?

Amo como irmão. Hoje é outro tipo de amor. É uma pessoa maravilhosa, tem um caráter inabalável, ia estar do meu lado onde fosse, ia me apoiar assim como eu ia apoiá-lo. Isso que eu acho fundamental num relacionamento, se quer constituir família. O pai dos seus filhos você vai escolher pelo olho azul, que pode nem aparecer na criança? Não, eu quero um cara que tenha valores, que saiba passar esses valores assim como eu. É nisso que baseio a importância da relação.

Isso você encontrou no Alexandre?

Sem dúvida. No outro namoro éramos muito novos, eu tinha 16 anos, e ele, 17.

E o Alexandre pensa o mesmo que você em relação a tudo isso?

Imagino que sim. Ele é muito parecido comigo. Pra você ter uma ideia, ele nunca namorou. Tem 29 anos, e eu sou a primeira namorada dele.

Ele é de alguma religião que não permite?

De jeito nenhum. É porque ele dizia: ‘O dia em que eu arrumar namorada tem que ser uma que me entenda, me deixe livre, que eu seja eu, enfim’. Ele queria eu! (risos) E apareci. Porque ele também é ator, a gente se dá muita liberdade, eu viajo sozinha, faço o que quiser sozinha, e ele também.

Geralmente os homens têm sentimento de posse, não dá essa liberdade toda. Se sente que a mulher está escapando, fica enlouquecido.

Acho que tanto homem como mulher. Tenho amigo assim: lindo, maravilhoso, bom caráter, tudo de bom. Mas descobri, recentemente, que ele é um demônio de ciumento, e eu nunca soube, porque nunca acompanhei os relacionamentos dele de perto.

Ia perguntar se você já teve um ciumento na sua vida… Bom, um dos dois já fez alguma cena de ciúmes na rua?

Nunca. Imagina! Eu mostro mulher pro meu namorado, ele me mostra homem. Não tem o menor problema. Gente, é ilusão a pessoar querer achar que outra nunca olha pro lado uma vez na vida. Não é verdade? Você acha possivel se casar e nunca mais olhe pra homem bonito na sua vida?

Olhar o belo é inerente ao ser humano. Mas pode rolar um ciuminho…

Não tem problema, é um ciúme gostoso, saudável, a gente se sente lisonjeada, não tem problema. Mas imagina se fosse assim: apaga esse e-mail agora, não quero fale mais com esse cara. Viu? A diferença é essa. Não é que Alexandre não sinta ciúme, claro que sente, ele não é desprovido de sentimentos. Eu também sinto, mas nunca vou impedi-lo de fazer alguma coisa. Se alguém der em cima dele, quem está dando em cima é ela, cabe a ele não corresponder.

Já aconteceu isso?

Namorei o Alexandre escondido durante muito tempo, porque a gente queria ver se ia dar certo. Um dia, uma amiga trancou ele no banheiro e queria dar uns ‘pegas’. Eu ia fazer o quê? Na verdade, o que eles tinham era uma aventura gostosa, se encontravam e ficavam de vez em quando. Mas ela não sabia que ele estava namorando alguém. Por isso, não falei nada.

Você parece ser uma pessoa muito sincera…

Só falo na cara se me pedir. Tenho amigas que eu sei o que está acontecendo com elas, mas espero que venham me perguntar o que acho da situação. Na minha casa todo mundo fala o que sente, e o que acha uns para os outros. Eu não entro em discussões, em debates, que vão magoar ou deixar a pessoa numa situação constrangedora. Mas falo tudo o que penso, tenho personalidade forte.

 

FEIJÃO, FUTEBOL E FRUTA TIRADA DA ÁRVORE

Aos 15 anos, você optou pela carreira artística…

Na verdade eu resolvi com 8. Tirei meu DRT com 16, e todo mundo me cobrava o que eu ia fazer profissionalmente. Só que, depois da aula, eu ia para o teatro, trabalhava, já ganhava dinheiro com isso. Então fiquei pensando para o que ia prestar vestibular, não queria que fosse para artes cênicas. Acabei escolhendo publicidade no ‘uni-duni-tê’ (risos). E foi o curso perfeito pra mim. Era meu hobby, e o teatro, a profissão.

Sua família dava força para a carreira artística?

Ela sempre me apoiou em tudo. Meus pais sempre disseram: você é inteligente, tem possibilidade para fazer qualquer coisa. Eu fui escoteira, vajei muito pelo Brasil e para fora também, pratiquei vários esportes, trabalhei na loja da minha mãe, e na empresa do meu pai. Enfim, foram várias experiências, até que vim para o Rio contratada como ‘oficineira’, depois de ter feito a Oficina da Globo. Eu e toda minha turma ficamos contratados por mais um ano, e me chamaram para a novela Beleza Pura. Era para ser uma participação, mas o papel foi aumentando. Depois veio Viver a Vida. E era engraçado que, com 15 anos, nunca entendi a ironia e o sarcasmo dos personagens que fiz. Trabalhei arduamente isso e, justamente na primeira novela, era o que eu precisava, já que fiz uma adolescente que estava no auge da revolta, e usava o sarcasmo direto. Era boa em provocar os outros e colocá-los em seu lugar.

Aí, veio Fina Estampa (2011). Ela lhe deu grande visibilidade, não?

Muita gente, na rua, até hoje me chama de Patrícia (nome da personagem na novela de Aguinaldo Silva). Ela era muito verdadeira, batalhava pelo que queria.

E a Amanda? O que você tem em comum com ela?

Sou muito intensa, forte. Mas não sou de elogios falsos para conquistar as pessoas. Se eu não gostar de alguém, ela vai logo saber.

Soube que você nunca fez dieta na vida. Deve ter gente que morre de inveja, né?

Agradeço a papai e mamãe que me fizeram direitinha (risos). Quando eu era criança, minha mãe ficava preocupada porque me achava magra. Mas eu me alimentava bem, só não conseguia comer muito. Ela me levou na benzedeira, me dava sempre Biotônico Fontoura, mas eu não conseguia comer mais. O bom é que existem os abusos que a minha genética permite.

 

Você come de tudo?

Eu como mal (risos). Às vezes, vejo as pessoas no Projac comendo saladinha, quiche, e eu pergunto: ‘Não tem uma gordurinha, aí, não?’. Não que eu não goste de salada, mas eu prefiro arroz, feijão, carne… Legumes e verduras só sem temperos. Na casa dos meus pais, como somos três filhos (ela, a estilista Letícia e o músico Carlito), minha mãe tinha um armário de lanches, cheio de pacotes de salgadinhos, biscoitos, bombons, vários tipos de doces, e eu acabei fazendo o meu próprio armário na minha casa do Rio. Quando tenho vontade, vou lá e como.

Você gosta de cozinhar?

Gosto. Minha especialidade é feijão, com linguiça calabresa, paio, costelinha defumada, bacon, lombo… É quase uma feijoada. E a gente come com farinha.

Então você equilibra num café da manhã light?

Meu café da manhã é pão, presunto, queijo e Nescau. Sou muito criançona (risos).

Aliás, que história é essa de pegar frutas da árvore do vizinho?

No meu bairro tem muita ameixa, e as que eu peguei foram dos galhos estavam para o lado de fora da casa. Sempre subi muito em árvores. Como toda escoteira amo a natureza. Já fiz rapel, adoro altura, subi no balão do (Domingão do) Faustão, gosto de velocidade, adoro o mar. Quando íamos à praia na infância, passava o dia inteiro na água. E minha mãe levava aquela farofada… Eu brincava na rua, jogava futebol. Meu lado mais vaidoso, feminino, começou com o teatro. Tinha que me maquiar para entrar em cena, comecei a me produzir para ir a eventos, mas no dia a dia sou totalmente natural. Só uso um protetor solar.

E seu estilo de vestir?

Vai do mais simples ao mais brilhante. Tem dia que gosto de me arrumar, sair cheia de acessórios, colocar salto. E outros, uso só um macacão. Mas num evento profissional demoro dias para escolher o que vestir. Fico pensando em como as pessoas que estão me convidando querem me ver, e tento não decepcioná-las. Agora, não tenho nenhuma paciência para provar roupa em shopping. Geralmente, compro quando viajo. Na primeira fase da novela, tive um dia de folga em Genebra e encontrei peças lindas. O meu estilo é mais para despojado, chique e moderno.

 

5 comentários

  1. Atriz maravilhosa, com muito carisma, bela, pessoa sincera, mulher forte que veio enriquecer ainda mais a novela Império do talentoso e admirável Aguinaldo Silva. Parabéns à “Amanda” e parabéns a toda equipe pela entrevista com a linda atriz Adriana Birolli.

  2. Foi uma entrevista interessante até ao fim. EITA Simone!
    Gosto imenso da Birolli e ao que parece, Aguinaldo também.
    Óptima actriz, lindos olhos azuis e uma honestidade a toda à prova.
    Tem carisma!
    Estou gostando de a ver em Império.
    F. Patrício, belos “close-ups” da Adriana. Parabéns.
    Magdalena

  3. Adriana Birolli com sua beleza e talento só veio a acrescentar à novela. Sem dúvida causou desde a hora que chegou e pelo jeito ainda vai causar mais ainda.
    Amanda é tudo!

  4. É uma boa atriz, não se pode negar, mas parece que falta algo, não sei…deve ser o carisma.

  5. Maravilhosa mulher e atriz! Amei a entrevista.

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