A ARTE DE BEIJAR GLÓRIA PIRES

» Públicado por em jul 17, 2015 | 8 comentários

 

Teatro, cinema, novela das 21h na qual

contracena com (e beija) Glória Pires…  

André Bankoff nos diz porque

está na melhor fase de sua carreira

 

Os olhos azuis e a beleza de André Bankoff já o deixaram em maus lençóis, literalmente. Vendedor de enxovais na adolescência, o ator se viu trancado em um quarto por uma dona de casa que queria muito mais do que comprar fronhas e edredons. Mas se a senhorinha não teve a sorte que imaginou merecer, o mesmo não se pode dizer do ator, que se orgulha de contracenar com Glória Pires na novela das nove. Beijá-la, então… Bankoff é determinado. Além da novela, atua numa peça em que interpreta 13 personagens – 10 deles mulheres –, ensaia outra para outubro e estreia na direção com um espetáculo infantil, estimulado pela convivência com o sobrinho de cinco anos. Pensa em casamento e filhos, apesar de solteiro e dos boatos sobre um affair com Marília Gabriela. Na Entrevista ao ASDigital, o ator abre o livro de sua vida artística e pessoal, e fala sobre um tal ‘book rosa’ na TV, sem temer críticas e dispensando o rótulo de galã.

 entrevista: Virgílio Silva

fotos: Francisco Patrício

 

AS – É verdade que você já foi jogador de futebol?

Sim, joguei quando era garoto. Eu sou de Americana (SP), então eu jogava no time de várzea. Aí minha mãe foi fazer pós-doutorado em Roma, em biomecânica do esporte, e a gente se mudou pra lá. Nessa época eu tava com 14, 15 anos. Era um time de segunda divisão, um olheiro acabou assistindo um jogo meu e do meu irmão e levou a gente pra treinar. Eu fiquei no Roma durante um ano e quando voltei pro Brasil continuei na Ponte Preta até os meus 16. Mas aí eu acabei parando, porque fui estudar, fui fazer umas coisas, enfim, tocar a minha vida de uma outra forma.

AS – Foi estudar teatro?

Já fazia teatro em Campinas, então a arte pulsava mais forte. Meus pais são separados, e eu ia muito com a minha mãe em saraus. E eu acho que isso, de certa forma, acabou me influenciando muito e criou essa vontade, esse desejo em mim. Eu comecei com 12 anos, fazendo o meu primeiro comercial e passei a fazer teatro na escola, depois fui fazer teatro em Campinas. E o “Lume”, que é o grupo de teatro da Unicamp, tinha um galpão atrás da empresa do meu pai, então eu sempre subia lá, ficava observando as aulas e assistindo os ensaios, e acho que isso também, de certa forma, culminou nesse desejo. A arte falou mais forte, o futebol foi esquecido e eu continuei no teatro.

AS – Você jogava em que posição?

Centroavante, por causa da altura. Eu era bom cabeceador, jogava bem até. Mas acho que a arte era latente dentro de mim, então eu acabei indo por esse caminho. E, poxa… Melhor escolha que fiz na minha vida. Sou feliz como ator.

AS – Mas você também trabalhou como modelo?

Trabalhei em Nova Iorque, Milão, Paris. Em Nova Iorque fiz curso de cinema, e aí voltando pro Brasil continuei estudando e vim pro Rio fazer CAL, Casa de Artes de Laranjeiras. Também fiz jornalismo na Unimep, sou formado em jornalismo. E ao mesmo tempo fazia teatro no Conservatório Carlos Gomes em Campinas.

AS – Não tinha tempo livre…

Na verdade, eu nunca tive. Meu avô paterno é cigano búlgaro, então eu já fui vendedor de enxoval. Eu vendia enxoval nas minhas férias…

AS – De casa em casa?

De casa em casa, de porta em porta, vendia cama, mesa e banho. A minha avó é ucraniana judaica, então o comércio corre muito forte no meu sangue. Com 12, 13 anos a gente já tinha a obrigação de estar inserido no comércio, aprender a vender. Eu ia pra empresa com o meu pai no sábado e no domingo e ficava lá. Nas férias eu vendia, e como eu estudava em uma escola padrão modular, eu conseguia adiantar as matérias. Então ao invés de ter um mês de férias, eu tinha dois. E esses dois meses eu pegava pra trabalhar, ganhar meu dinheiro, minha independência. Isso muito novo, porque em casa já era uma obrigação do meu pai com a gente.

 

AS – Você é um cara bonito, galã de televisão. Mas a beleza já te ajudava a vender os enxovais?

Sei lá, (risos) em relação ao fato de ser galã, em relação à arte, à televisão, eu não dou muito valor a isso, porque pra mim o que conta são os personagens. O fato de ser galã, quem te coloca nessa posição é o público, a televisão, e eu prefiro não ficar estigmatizado. Eu prefiro fazer personagens que possam me desafiar, que possam contribuir pro meu repertório artístico como ator e daí você vai buscando suas referências, o que quer seguir. Agora, já pra venda, em relação ao paralelo de vendedor da rua e o fato de ter o olho claro e o cabelo castanho ou loiro, enfim, de repente, sim (risos).

AS – Foi assediado?

Teve uma situação em que uma mulher pediu pra experimentar a colcha que eu vendia, pediu pra eu colocar na cama dela, e acredite se quiser, quando eu joguei a colcha e ajeitava ali a cama dela, ela fechou com chave a porta do quarto e queria ficar comigo lá dentro. Era uma daquelas casinhas do interior, aí o meu irmão estava lá fora com outro vendedor e eu comecei a gritar pra ele pedir pra mulher abrir a porta. Ele insistiu até que ela abriu e eu fui embora, mas eu consegui vender. Eu vendia bem até. Acho que a gente aprende a vender mais a conversa do que a mercadoria, então acho que é uma coisa que a gente aprende desde pequeno.

AS – Você acha que ser bonito ajuda na profissão de ator?

Como eu disse antes, o que importa pra mim são os personagens. Se ele vai ser bonito, feio, se tem que engordar, emagrecer, eu acho ótimo até quando tem esses desafios. Porque pra mim, a beleza é muito efêmera. Acho que qualquer ator que se apoia na beleza tá perdido, eu me sentiria um pouco medíocre se eu me apoiasse na beleza. Eu acho que a beleza se vai com o tempo e o que fica é o que você constrói, a sua carreira, seu repertório, seu caráter, sua conduta numa empresa, seu profissionalismo… Isso é o que conta.

AS – Mas há personagens feios que para um ator bonito pode parecer mais difícil de interpretar. Você encararia com naturalidade um personagem como o “Corcunda de Notre-Dame”, por exemplo?

Sim. Aliás, eu iria amar fazer. De repente se eu tivesse que me desconstruir, colocar uma corcunda nas costas, usar uma peruca toda desgrenhada, uma maquiagem ruim, aí sim é uma construção de ator. Eu não sei, eu acho muito mais legal fazer um personagem como o Corcunda do que um mocinho.

AS – Existe um grande personagem que você não fez ainda?

Existe sim, acho que seria um grande desafio fazer um travesti, sem ser caricato. Fazer na simplicidade, desde a hora que você coloca um salto, uma meia, vai fazer um show, da colocação da voz, os gestos, o movimento do corpo… Acho que isso pra mim seria um grande desafio. Eu acabei de fazer um gay no cinema, o meu par romântico era o Marcello Airoldi. Foi pra Cannes, tava em cartaz em Berlim e Miami nessas últimas três semanas. Pra mim foi um desafio, porque era simples, não era caricato, era muito humano. Foi bom de fazer, porque a gente vai aprendendo com os personagens.

 

AS – E você também faz uma peça no teatro em que interpreta, não travestis, mas mulheres…

Sim. Aí já vai pra uma caricatura, é onde meu me divirto bastante. Caricatura não de forma negativa, mas o simples é um pouco mais difícil. E eu faço dez mulheres e três homens, sob a direção de Roberto Lage e Lúcio Mauro Filho. O texto é baseado no livro homônimo do André Aguiar Marques, que conta a história de um cara que foi separado, que foi traído pelo melhor amigo. E eu faço tudo ao mesmo tempo, não tem nenhuma caracterização, só um jeans e uma camisa. Só mudo a voz, o corpo, e é muito rápido. Estou viajando com ele pelo Brasil.

AS – É mais difícil se a caracterização…

Muito difícil, porque eu pergunto, mudo de lugar e respondo, e mudo de lugar de novo, vou pra plateia, porque aí eu saio dos personagens e volto pro cara que foi traído. E mesmo sendo um monólogo, eu desço na plateia e converso com eles, pego opinião, então eles acabam participando, entram na história. Eu me divirto bastante.

AS – Ainda no teatro, você também está ensaiando uma peça infantil?

Eu estou dirigindo e produzindo um espetáculo infantil chamado “As férias da família Pig”. Eu tenho um sobrinho de cinco anos e eu fico em casa assistindo desenho com ele às vezes, isso acabou me estimulando. E eu já queria começar a dirigir, então eu chamei alguns amigos que poderiam me ajudar, fazendo adaptação de texto, me assessorar na direção, produção. E assim eu acabei concluindo o meu primeiro espetáculo como produtor e diretor. E em outubro vou estrear outro, pelo grupo Tapa, em São Paulo. Nesse eu vou atuar. Acabo a novela agora em agosto, mas já tô ensaiando esse espetáculo que se chama, lá fora, The Effect, mas aqui “A Experiência”, direção da Clara Carvalho, estreia no teatro Nair Bello, em São Paulo. Nele eu faço um garoto que é cobaia de laboratório pra medicamentos antidepressivos. Então a gente vai falar um pouco sobre depressão nessa peça, que ganhou o Emmy em 2012. É um texto inglês.

 

AS – Agora voltando pra televisão. Você começou onde?

Na Record. Meu primeiro personagem foi Bicho do Mato. Mas participação eu já havia feito em “Mad Maria” na Rede Globo e depois em “Bang bang”. Eu fiz três novelas na Record e depois saí, porque eu queria fazer teatro, me reciclar como ator, e a televisão te suga muito. Eu sempre quis transitar entre as três linguagens, teatro, televisão e cinema, e hoje eu consigo fazer isso. Estou no meu segundo filme esse ano, que se chama “Taís e Taiane”, do Augusto Sevá, uma produção Brasília/São Paulo. Conta a história verídica de um cara que foi fazer uma experiência em um vilarejo no cerrado goiano. Então ele conhece uma garota, isso quando tinha aproximadamente 20 anos…

AS – E você já filmou em Brasília?

Sim, já rodei o filme. Ele estreia em agosto no festival do Canadá, em Toronto, depois vai pra Cannes, Berlim, Nova Iorque, Miami e vem pro Brasil. Quem faz meu pai é o Jairo Mattos, e conta a história desse cara que foi fazer a pesquisa e conheceu essa garota. Ele tem um romance de uma semana com ela e depois de 20 anos recebe uma carta dizendo que ele tem uma filha que é prostituta de beira de estrada. Ele tem um filho adotivo, que sou eu. Aí ele volta e vão os dois atrás dessa garota. A história começa a contar a relação de aproximação dos dois, do filho adotivo e do pai, com essa garota.

AS – Na TV você faz o Pedro de Babilônia.

Sim, o Pedro começou como um personagem pequeno, mas foi crescendo ao longo da novela. Hoje ele é dono de boate, começou um relacionamento com a Paula (Sharon Menezes),  tá na construtora, é amigo do prefeito… É um personagem que tá transitando muito, e eu estou super feliz por trabalhar com a Glória, que é uma atriz e pessoa maravilhosa, que me surpreendeu desde o primeiro dia.

AS – Todo mundo faz sempre a pergunta lugar-comum sobre como é trabalhar com Glória Pires. E você até já se antecipou. E como é beijar a Glória Pires?

É bom (risos). A Glória é muito profissional, já me deixou à vontade desde o primeiro dia, e apesar de ser essa grande atriz, ela é muito simples e humilde. Isso é muito legal de ver, porque tem muitos atores que se perdem um pouco em relação a isso, a ter essa simplicidade e humildade, que acho que é um grande diferencial.

AS – Antes de Babilônia você fez Morde e Assopra e Saramandaia.  

Morde e Assopra, que foi mais uma passagem, uma transição. Porque o personagem não se desenvolveu muito, mas me acrescentou experiência como ator.

AS – Existe uma história de que alguns autores – um, especificamente – da Rede Globo costumam “castigar” atores durante suas novelas. Você já foi castigado?

Não. Eu acho que o autor tá ali pra escrever. Se ele acha que o personagem funciona, vai escrever mais. Se não, ele vai valorizar mais as outras histórias e deixar de escrever a sua. O público que decide muito, e o autor vai muito com o que o público entrega pra ele.

AS – A novela Verdades Secretas, no ar às 23h, aborda a polêmica do “book rosa” no mundo da moda. Existe, ou você já ouviu falar, de “book rosa” ou “book azul” dentro da televisão? E você já recebeu alguma proposta do tipo?

Não, nunca ouvi falar e não recebi. Pelo contrário, as pessoas me tratam muito bem, são bem profissionais. Agora, do jeito que a novela trata, em relação ao ‘book rosa’, acredito que exista sim. Na verdade, a gente vive em uma sociedade hipócrita, em todo lugar pode acontecer isso, em um escritório, onde o patrão oferece dinheiro pra secretária, ou um médico oferece dinheiro pra uma enfermeira. Então isso não acontece só em agências, mas em vários lugares.

AS – Falando agora de vida pessoal. Há boatos de que você estaria muito próximo da Marília Gabriela…

Isso aí já é antigo, a Gabi é uma grande amiga minha. Sempre que eu estou em São Paulo nós saímos juntos, conversamos sobre os projetos de cada um… E eu jamais acabaria uma amizade com uma pessoa de quem eu gosto muito por causa de fofocas de imprensa.

AS – Porque a Gabi tem essa fama de se relacionar com homens mais jovens, então as pessoas se aproveitam disso…

Ela pode. É bonita e inteligente. Mas a imprensa fala mesmo…

AS – Você sempre encara o que sai na imprensa com naturalidade ou alguma coisa já te deixou mal?

Eu encaro, porque às vezes as pessoas criam coisas e propõem situações que elas imaginam. Então eu não vejo nada de ruim, porque essas notícias são substituídas por outras muito rapidamente e são esquecidas.

 AS – E as críticas?

Pra mim tudo bem, porque eu sou ator, então as pessoas estão ali pra assistir meu trabalho, e algumas podem gostar e outras odiar. Não posso agradar todo mundo. Eu vou pelo público, se eu vejo que eles gostam, não vai ser uma crítica que vai me afetar.

AS – Na entrevista em vídeo que o ator Paulo Betti deu ao ASDigital, ele disse que a nota zero do Theo Pereira em Império o deixou abalado. Mesmo com toda experiência, anos de carreira, ele ainda se sentiu afetado…

Assim você vê a experiência e a trajetória do ator. Quando ele recebeu a nota zero, foi porque uma pessoa estranhou o seu trabalho. Mas ele esperou o público se acostumar e pegar o personagem, e o Theo Pereira se tornou um sucesso. Eu acho que as críticas são uma coisa boa, elas te mantêm em movimento. Porém, o que não pode é deixar que elas pesem ao ponto de te atrapalhar e te jogar pra baixo. Aí é uma cilada. A crítica deve ser usada de forma que te faça crescer.

AS – E com as redes sociais, as críticas estão mais agressivas e instantâneas…

O público hoje tá mais exigente. Então eu assisto meu trabalho pra ver o que está bom ou ruim. Sou muito crítico em relação a isso, acho que meu maior crítico sou eu mesmo. Se eu vejo que está bom, eu procuro maneiras de melhorar ainda mais. E se eu vejo que está ruim, principalmente em início de novela, eu tento achar o tom do personagem, o que leva um tempinho, mas é normal acontecer.

AS – E a relação com as e os fãs?

Deu uma aumentada, agora com a novela das nove.

AS – Existe uma diferença de quando você está em uma novela das sete e uma das nove?

Sim, bastante. A novela das nove é o programa de maior audiência da Rede Globo, então sua exposição é maior. E é bom, porque as pessoas acabam conhecendo mais o seu trabalho.

AS – Você é assediado nas ruas?

Não era muito, mas agora com a novela das nove, estou sendo mais.

AS – Como você reage a isso?

Eu atendo as pessoas, converso, tiro foto… Isso não mudou a minha vida, pelo contrário, continuo o mesmo.

AS – Mas existem aquelas fãs mais exaltadas…

Sim, tem. Mas nunca tive história de alguma fã louca se descabelando por mim. Teve uma vez que eu tava em um mercado em São Paulo e quando eu virei um dos corredores uma mulher gritou que me reconhecia, que eu fazia o Pedro na novela, e começou a comentar sobre meu papel. Eu acho isso bacana, porque significa que você ta conseguindo chegar no objetivo que você deu pro personagem.

 

AS – Você já se sentiu atraído por uma fã?

Eu estou solteiro e tem várias fãs que são lindas. Então se eu me sentir atraído por uma fã, solteiro, não tenho o menor problema com isso. Mas nunca aconteceu de eu me envolver com uma fã.

AS – Está solteiro por opção?

Não, estou solteiro porque eu terminei e comecei a emendar um trabalho no outro. Na verdade, eu estou muito focado no trabalho e bem tranquilo em relação a isso.

AS – Apesar de solteiro, casamento está nos seus planos?

Claro, quando eu achar a pessoa certa quero me casar, ter filhos, formar uma família. Eu vejo isso na minha casa, a relação do meu irmão com meu sobrinho e também sua esposa. Quero ter uma família um dia, ter de dois a três filhos.

AS – Você faz baile de debutantes, presença vip?

Já fiz presença, mas baile de debutantes, não. Não faço e nunca fiz. Acho que é mais por conta da minha idade, 33. E nessas festas preferem chamar atores mais novos, como os de malhação, com uns 18, 19 anos. Mas se me chamassem eu iria tranquilamente. Financeiramente deve ser bom. Quando eu era da Rede Record, eu não tinha uma vitrine como tenho hoje na Rede Globo, então eu não trabalhava muito. Mas com a novela das nove já aparecem mais coisas, mais oportunidades de trabalho.

 

AS – Existe diferença entre trabalhar na TV Record e na TV Globo, em relação a cobrança?

A funcional é normal. Você acorda, estuda seu texto, vai gravar, o estúdio também começa à 13h e termina às 21h, isso não muda nada. O que muda é a audiência de uma e de outra, a sua exposição se torna bem maior. Agora, em relação à política da empresa, acho que só os executivos vão poder informar melhor.

AS – Voltando a falar sobre ser galã. Apesar de recusar o rótulo, você acha que existem características definidas pra se tornar um?

Não sei, acho que as pessoas meio que te empurram pra isso. E tá muito relacionado à beleza, então eu não dou muito valor a isso, como eu já havia dito, porque ser galã é muito pouco pra um ator, o que importa é sua carreira, seu repertório. Hoje, o público tá tão exigente, que você não consegue mais isso. No passado talvez isso tenha até convencido, mas hoje com a internet e as redes sociais, não. Então ou você é um bom ator, que faz um bom trabalho, ou vão te qualificar como um ator ruim.

 

8 comentários

  1. esse cara é fera a novela bicho do mato não perdia um dia de assistir valeu cara sucesso pra vc !

  2. Homem bonito. Entrevistado bem articulado, mas como ator ainda não fez nada de , realmente, expressivo. Me lembro dele em BICHO DO MATO e, logo depois, em outra novela da RECORD da qual nem me lembro o nome. Veio para a Globo com a notícia que participaria de FINA ESTAMPA, no entanto, teve a infelicidade de ser escalado MORDE E ASSOPRA; uma novela confusa e um personagem que saia do nada para chegar a lugar nenhum em . A passagem por SARAMANDAIA ( um remake descartável)também não acrescentou nada e, agora, em BABILONIA ( que é um assumido fracasso) a coisa mais marcante que fez até agora foi beijar a GLÓRIA PIRES… Se continuar assim cumprirá a sina de vários outros atores jovens e bonitos que chegaram a TV gerando grandes expectativas, mas, por falta de oportunidades e não de talento, caíram no esquecimento.

  3. Um ator com uma visão muito realista, muito focado na carreira! Boa entrevista, muito descontraída e informativa. Respostas muito sinceras e diretas!
    André Bankoff, com certeza é um dos destaques da novela “Babilônia” , e está jogando um “bolão” com a atriz Glória Pires.

  4. Um ator com uma visão muito realista, muito focado na carreira! Boa entrevista, muito descontraída e informativa. Respostas muito sinceras e diretas!
    André Bankoff, com certeza é um dos destaques da novela “Babilônia” , e está jogando um “bolão” com a atriz Glória Pires.

  5. Oi Aguinaldo,
    Sou ator, paulista, amigo do André Zogbi do Log. Ele me falou da sua generosidade e, vc sabe como é complicada a vida de um ator na busca por oportunidades de mostrar seu trabalho.Gostaria muito de mandar o meu material (DVD) para vc assistir. Posso mandar pelo correio? Como faço?

  6. Atualmente o homem mais bonito e mais sexy da TV brasileira e logo, logo estará protagonizando alguma novela, porque talento e beleza pra isso ele tem de sobra

  7. Existe diferença entre trabalhar na TV Record e na TV Globo, em relação a cobrança?
    “A funcional é normal. Você acorda, estuda seu texto, vai gravar, o estúdio também começa à 13h e termina às 21h, isso não muda nada. O que muda é a audiência de uma e de outra, a sua exposição se torna bem maior. ” – PAUSA.
    Nesse momento vale lembrar do naufrágio de Babilônia e da força dos Dez Mandamentos. E sabe do que mais ? O homem da cabeleira prateada tem parcela de culpa nisso, podes crer, já que ele deixou muitos telespectadores órfãos e saudosos do Comendador e a atual trama global não acompanhou o ritmo de audiência, que migou para a saga escrita pela talentosa Vivian de Oliveira que, diga-se de passagem, bebe muito na fonte do dono desse espaço, pois quem acompanha nota nitidamente os traços “aguinaldianos”. Dito isso, vamos que vamos porque hoje é SEXta-feira e as promoções nos mercados para o churrascão estão por aí. No mais, toda sorte do mundo ao André e também para nossa amiga Katia Moraes, que agora dá pinta na novela “Os Deeeeeeez Mandamentos” …

  8. Parabéns pela entrevista, Aguinaldo!!!

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