AMAR FOI MINHA RUÍNA!

» Públicado por em abr 28, 2014 | 27 comentários

 

Príncipe de contos de fadas não existe, mas há quem chegue bem perto, como Klebber Toledo, 27 anos, 1.80m, olhos azuis, e que, além de inteligente, é um gentleman. Não é à toa que Marina Ruy Barbosa, sua namorada há três anos, é uma princesa. E o happy end dessa história é a estreia dos dois no horário das 21h, na mesma trama, Falso Brilhante, dia 28 de julho próximo. “Estou animadíssimo, muito feliz mesmo! Trabalhar com um autor como Aguinaldo Silva traz uma felicidade e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade imensas. É um presentaço”, comemora o ator – e surfista nas horas vagas -, diante do mar da Barra da Tijuca. Só que, na nova novela, Klebber – os dois “bes” foram um plus dado pelos pais ao nome do caçula; o primogênito chama-se Kristhiano – não vai direcionar seu charme à mulherada. Ele será Leonardo, eterno candidato a ator que espera realizar seu sonho mantendo um relacionamento homossexual com Claudio (José Mayer), cerimonialista influente na sociedade carioca, casado e pai de dois filhos. Passados dez anos, Leo continua trocando carinho e afeto em intensos momentos de intimidade com o amante, mas nem uma  figuraçãozinha na TV.  E, aí, ele resolve virar a mesa e muito mais acontece. Mas vamos começar do início?

entrevista de Simone Magalhães

fotos: Fco. Patrício

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As informações estão divididas: umas dizem que você nasceu em Bom Jesus dos Perdões; outras, em Nazaré Paulista, ambas no interior de São Paulo. Afinal, de onde você é?

Sou de São Paulo capital (risos). Morei lá até os 7 anos. Depois, minha família comprou um sítio em Nazaré Paulista (perto de Atibaia e Bragança Paulista), e eu estudava em Bom Jesus dos Perdões, que é pertinho.

Como era a vida lá?

É aquele lugar onde você diz: ‘Vamos dar um volta?’, e damos, literalmente, uma volta a pé em torno da praça (risos). Havia um clube, mas, normalmente, ia todo mundo lá pra casa, tinha churrasco, festa junina… Era muito animado.

Mas você foi crescendo… Não sentia falta de uma cidade maior, com mais opções culturais, de lazer?

Sempre tive vontade de ir para um centro urbano. Com 15 anos, eu tinha uma boa impulsão, e comecei a jogar vôlei em Bom Jesus e em Atibaia. Os técnicos viram que eu gostava, me dedicava muito e resolvi continuar com o esporte. Acabei indo jogar em Americana (SP).

Seus pais não ficaram preocupados com essa mudança de cidade, aos 15 anos?

Minha mãe sempre confiou muito em mim e me deu a maior força. A relação com meu pai sempre foi meio distante, mas não houve problema. Com 15 para 16 anos fui morar numa república do próprio time.

E passou dificuldades?

A gente sempre passa, né? Ganhava muito pouco, mas também fazia questão de pedir muito pouco à família. Eu convivia com pessoas bem humildes, de pouquíssimos recursos, gente que nunca tinha visto o mar, por exemplo. Uma vez, quando fomos à praia, um companheiro nosso ficou admirado com aquela quantidade de água, e até provou pra ter certeza de que era salgada. Aprendi muito naquela convivência. E também trabalhava como animador de festa infantil, o que era muito legal!

Jura? E você tinha paciência?(risos)

Tinha!(risos) Nas festas, mostrava meu lado lúdico, inventava e montava histórias para entreter a criançada, me fantasiava de Batman, de outros personagens. Exercitava meu lado artístico. Sempre fui aquele que fazia a rádio da escola, que participava dos eventos, que me envolvia com o lado cultural.

E como conseguia conciliar suas atividades?

Sempre que dava tempo. Fui garçom de bufês de festas, casamentos, aniversários. Comecei a trabalhar com malabares, aí um amigo, que era bartender, me ensinou a fazer os drinques, eu acrescentei o malabarismo, depois a pirofagia, e cheguei a montar uma equipe.

Nossa, quanto empreendedorismo! E o vôlei? Como é ficou nessa história?

Aos 17 anos tinha prazer em jogar, mas permanecia a curiosidade artística. Além disso, meus joelhos estavam machucados: tive tendinite nos dois. Resolvi ir para São Paulo, morar na casa de uma tia, e fazer cursos de interpretação. Consegui alguns comerciais e uma figuração para conhecer um set de filmagem. Novela era algo muito distante para mim, mas tinha definido que ia ser ator. Já estava fazendo o curso da Fátima Toledo (preparadora de elenco), há um ano.

 

DO INTERIOR PARA COPACABANA, VIA PROJAC

 

Não pensava em fazer curso superior?

Como minha mãe sempre achou a carreira de ator meio instável, e que eu deveria fazer também outro curso, comecei a faculdade de Fisioterapia. Não gostei. Resolvi cursar Educação Física, mas tranquei a matrícula, porque surgiu uma bateria de testes para a Oficina de Atores da Globo, no Rio. Fiz seis testes e um workshop, em São Paulo. Foi um momento de entrega total, vi quanto era importante para nossa profissão amor, vocação, dedicação… A gente acaba trabalhando dentro e fora 24 horas por dia!

E aí você passou?

Era muita gente, não me lembro exatamente quantos, mas, do meu grupo, viemos em quatro para o Rio.

Tantas mudanças em tão pouco tempo! O que achou da cidade?

O primeiro lugar que conheci foi Copacabana, onde acabei indo morar. Mas não me senti bem lá, muita gente, confusão, achava perigoso. Ia para o Projac bem cedo, e voltava às 20h. Depois de um mês e meio morando em Copacabana fui assaltado. Aí, resolvi me mudar para o Recreio (dos Bandeirantes, Zona Oeste carioca) e dividir um apartamento com o pessoal da Oficina, na qual fiquei uns seis meses. Fiz teste para Malhação, e atuei durante a temporada de 2006/2007. Foram surgindo alguns trabalhos e eu, que estava cursando Artes Dramáticas, na extinta UniverCidade, acabei trancando a faculdade no 4º período. Mas acho que o ator tem que estudar sempre, todo conteúdo, ensinamento, informações são importantes para a nossa profissão.

Em 2009 veio uma participação maior em novela, como Sid, um estilista homossexual, em Caras & Bocas. Você fez laboratório para o personagem?

Não tive tempo. O produtor de elenco, Nelson Fonseca, me chamou numa quinta-feira para começar a gravar na terça seguinte. Como o Sid era um estereótipo, estava mais para comédia, acho que me sai bem. Observei bem os trejeitos dos cabeleireiros e maquiadores da Globo. Além disso, foi ótimo contracenar com Maria Zilda (Bethlem) e com Marco Pigossi, que já conhecia de Malhação. Uma experiência muito positiva, em termos de receptividade do público também.

Duas novelas depois (Morde & Assopra e Lado a Lado) você estreia às 21h, fazendo um candidato a ator que mantém um caso com um homem mais velho, porque ele promete lançá-lo na carreira. Você acha que os fins justificam os meios?

Nunca! A gente tem que conseguir dormir em paz. Minha mãe (Marina) é uma mulher muito especial, religiosa, e sempre nos ensinou o melhor caminho a seguir.

 

LEONARDO: MOCINHO,

VILÃO OU NADA DISSO

Acha que Leonardo tem caráter duvidoso?

Pra mim, ele é manipulador, por querer usar alguém para se dar bem na vida. Acho que ele traz uma frustração muito grande, uma dor… Veio de baixo e busca um porto seguro emocional e financeiro no Claudio. Tem carinho, respeito, e uma ótima convivência com ele em todos os sentidos. Não se pode rotular, acho que cada um é de um jeito. Não julgo ninguém. Cada pessoa deve saber como se sente, e o que é melhor para sua vida.

E as cenas de intimidade entre os dois? Acha que vão rolar naturalmente?

O Aguinaldo é um dos melhores no que faz, eu o admiro muito, ele sabe lidar com as emoções e certas situações com muita maestria. Não é à toa que faz esse sucesso todo há tantos anos. Vou na confiança de que as cenas serão as que ele achar necessárias, e sempre dirigidas com sensibilidade pelo Papinha (Rogério Gomes, diretor de núcleo da trama).

Segundo Aguinaldo Silva, no Facebook, Leo pertence a um ‘gênero’ muito comum entre os brasileiros, que ele chama de ‘homens que dizem nim’, ou seja, transam com outros, embora não sejam gays necessariamente. Você acha que um homem que transa com outro homem pode se definir como hétero?

Para mim, se a pessoa tem um relacionamento com outra do mesmo gênero ela é gay. E qualquer relação entre homossexuais deve ser encarada de forma natural. Ainda há muito preconceito, pessoas que usam outras definições, outras palavras para disfarçar, muitas vezes, pelo medo de ser discriminada. E isso é absurdo.

Você falou em criação de novas definições. Eu pensei nos goys. Você já ouviu falar?

Não…

São homens que mantêm um relacionamento íntimo, se tocam, se beijam, se masturbam, mas não transam. Você acha que é um modismo, uma nova vertente da homossexualidade?

Se eles sentem o amor e o desejo dessa forma, que sejam felizes com suas escolhas. Se é um modismo, tudo bem também. O importante é ampliar o espaço para se falar de sexualidade, da violência que os gays sofrem – chegando a casos de homicídios -, do medo dos jovens serem expulsos de casa e precisarem viver nas ruas. Falar de forma verdadeira e buscar soluções. Não é o caso de pessoas que ficam preocupadas com a vida das outras, fazendo fofoca, apontando. Cada um tem que tratar de si, e deixar os outros serem felizes.

Você acha que sexo só com quem se é apaixonado?

Eu sou conservador, romântico (risos). Pra mim tem que ser com quem se ama. O que eu não acredito que seja o caso do Leonardo. Eu questiono até o desejo dele pelo Claudio e por querer ser ator.

Como assim?

Pelas atitudes dele, por essa obsessão que não o deixa sair do lugar, pelos casos com algumas mulheres que mantém em sigilo, pelo tempo – gente, dez anos! – que está esperando e não faz nada, não enxerga outra coisa… Pra mim, o Leonardo, na verdade, quer fama, ser celebridade, e não o compromisso com a arte de atuar. Além disso, quer levar uma boa vida, custeada pelo Claudio. Se ele realmente quisesse definir prioridades na vida não ficaria parado no tempo, não se deprimiria, nem viveria uma relação de acomodação: correria atrás de seus ideais. As pessoas têm que vencer pelos seus méritos, não ficar encostadas nas outras. Como minha mãe diz: ‘Tudo que vem fácil, vai fácil’.

Sua vida é pautada dessa forma? Batalhar sempre, ter caráter, seus méritos…

Sou um cara tranquilo, procuro ser sempre justo, odeio brigas, quero que minha família, minha namorada, meus sogros tenham orgulho de mim. É do meu caráter. Quero construir uma carreira sólida, trabalhar muito, fazer por merecer. Assim, como é do meu jeito gostar de abrir a porta do carro para a namorada, mandar flores, elogiá-la sempre.

 

O AMOR PODE MUDAR TUDO

Você é muito apaixonado pela Marina (Ruy Barbosa), não?

Sou. E tenho um orgulho imenso da pessoa maravilhosa que ela é. Sempre fui um cara que evitava se envolver, tinha medo de me magoar, mas quando conheci a Marina… Nossa, descobri quanto era importante se entregar ao sentimento. E esse, pra mim, é para sempre (emociona-se).

No caso do Leo, ele vai contra o Claudio na hora em que um inimigo pede que o seu personagem conte a todo mundo sobre o relacionamento dos dois, e afirma que conseguirá uma vaga na TV se ele fizer isso. Leonardo se volta contra o amante, mas o emprego fica só na promessa.

Acho que é nesse momento que o Leonardo entende que tem que se bastar, tomar as rédeas de sua vida, procurar um trabalho, e encontrar alguém a quem ame de verdade.

Está prevista a redenção dele pelo amor de uma mulher. Você acredita que alguém pode mudar por amor?

Acredito. Se for a pessoa pela qual sinta algo verdadeiro, se não quiser perdê-la de jeito algum, vai mudar, sim.

Sei que gosta de esportes, de surfar, de andar de bicicleta na orla, de ver lutas de MMA, e que tem o ‘péssimo’ hábito de comer de tudo e não ganhar peso!

(risos) Se bobear, perco peso! Tenho que fazer fortalecimento muscular. E, realmente, não tenho nenhuma restrição à comida: adoro junk food, pizza, como um monte de besteiras. E não resisto à lasanha da minha mãe. Só que sou viciado em esportes, então as calorias vão logo embora.

Você sabe cozinhar?

Eu me viro bem na cozinha. Também tanto tempo morando sozinho, você acaba aprendendo.

É vaidoso?

Não. Reconheço que passo pouco protetor solar, deveria usar mais. Não tenho paciência pra cuidar de cabelo, pele, essas coisas. Passo um shampoo qualquer. E creme, só se for pós-sol e eu tiver ficado muito vermelho, com o corpo ardendo.

 

     

O QUE VOCÊ ACHA?

METROSSEXUAL –

“É opção por um tipo de aparência, um cuidado especial com cabelos, sobrancelhas, depilação, que não me vejo tendo. Sou mais despojado mesmo. Mas não tenho nada contra. A pessoa deve sentir-se bem e pronto. Estão aí o Cristiano Ronaldo e o (David) Beckham fazendo o maior sucesso nessa linha”.

BISSEXUAL –

“No caso do Claudio, a esposa dele sabe sobre a bissexualidade, e não vê problemas. Acho um relacionamento muito moderno ou um amor avassalador, que faz com que ela mantenha aquela união. Se for uma opção consensual, que faça o casal feliz, tudo bem. O problema é se uma das partes não sabe. Aí, acho traição, falta de respeito. Se você convive, ama, tem uma vida íntima com alguém, essa outra pessoa tem saber tudo o que se passa com você. Descobrir depois e, às vezes, da pior forma possível, é uma traição a tudo que foi construído juntos”.

HOMOFOBIA –

“Vou usar um exemplo de Falso Brilhante. Um dos filhos do Claudio é homofóbico, vai arrasar com o pai, desrespeitar a mãe que aceita a situação, brigar com o meu personagem, enfim, agir com o preconceito que, infelizmente, ainda vemos por aí. Acho que isso bloqueia uma sociedade. O amor filial deveria vencer essa  discriminação. O rapaz  tem que ver o pai como um grande amigo, um grande ser humano, que jamais quis seu sofrimento – talvez por isso tenha mantido sua relação com Leonardo em sigilo. Meu lema pra ele é: ‘ Mais coração, e nenhum ódio’.

CASAMENTO GAY –

“Acho importante que um casal que se ama e está junto haja o que houver, tenha todos os direitos que vêm da união estável, e a assinar um papel que legitime o casamento . Algumas seitas e religiões realizam a cerimônia, mas isso é uma escolha muito pessoal.”

ADOÇÃO POR CASAIS HOMOSSEXUAIS –

“Sou a favor da adoção em qualquer circunstância, desde que, claro, sejam verificados todos os requisitos legais, que se tenha certeza de que aquela criança vai ser amada, bem tratada, receberá carinho, educação, enfim, tudo que for importante para estreitar, cada vez mais, os laços entre os pais ou as mães e seus filhos.”

AMOR –

“Não se escolhe, acontece. Ninguém tem só pontos ruins ou apenas coisas boas. É preciso lidar com isso, entender os motivos das atitudes, respeitar e admirar o outro, ser melhor naquilo que puder – e, se não puder, continuar tentando ser -, ter prazer em estar juntos, e caminhar na mesma direção. Amor é amor, seja entre quem for.”

 

27 comentários

  1. Globo Lixo, Mais uma novela lixo!

  2. Como sempre uma ótima entrevista. A entrevista com Malu Galli, será quando?

  3. Espero que tenha cenas hots. Não ao preconceito!!!!!!

  4. ÓPTIMA entrevista, Simone, como sempre. É uma delicia ler tudo o que escreve.
    Lindas Fotos, F. Patrício. Não é de admirar. Um profissional de mão cheia.
    E quanto ao K. Toledo, me pareceu que tem os pés bem assentes no chão, como dizem aqui na “terrinha”.
    Estou curiosa pela estreia de “Falso Brilhante” e como ele será capaz de nos surpreender. EITA!
    Magdalena

  5. Bjus pra quem fica! Vou e volto.

  6. E o discurso da Dilma em rede nacional hoje… Nem vou dizer nada. Sim, votei nela, fui burro. E olha que me avisaram aqui! Mas, toda burrice vira experiencia, aprendi! Em outubro em acerto! #tsunamisincero

  7. Acho uma fofura quando você escreve sobre Carpina, sobre voltar lá e reencontrar sua terra! Isso que te torna tao admirado por muitos, como eu! Tahh, você é um autor famoso, bem sucedido profissionalmente e financeiramente e porque diabos iria aparecer lá na terrinha quase na terra do nunca depois de estar bem situado na vida?!!?? Orasss, porque você sabe olhar pra trás e é isso que te poe lá na frente! Quem te conhece sabe, você é um doce. Por isso que te admiro, por isso que sempre venho aqui. #seulindo

  8. Longa viagem pela Europa… que delícia! Idade mínima necessária para o emprego anunciado 40 anos, ae complica… rs! Aceita um de 28… (risos) baixinho, simpático, talentoso, um verdadeiro gentleman… Quem é o patrão? Eu me candidato! Haaaa, Toscana… Eu topo! #sonharébom

  9. Klebber é um cara muito bonito e com certeza talentoso! Sorte a dele em poder contracenar com o José Mayer! Quanta troca, quanto aprendizado…! A parte, Aguinaldo pode escrever umas cenas hots entre os dois , né? Nada de beijinho doce. Mas, algo intenso sei lá… coisas de macho! Falta masculinidade nos gays da televisão. #sóacho

  10. Que bela entrevista Simone!!! Perfect como sempre!

  11. Muito bacana a entrevista, parabéns Simone.
    Gostei muito da forma de pensar do Klebber, do equilíbrio e sensibilidade que demonstrou ter. Espero que faça bastante sucesso e que tenha uma carreira sólida e reconhecida.
    Beijos.

  12. Muito bacana a entrevista, parabéns Simone.
    Gostei muito da forma de pensar do Klebber, do equilíbrio e sensibilidade que demonstrou ter. Espero que faça bastante sucesso e que tenha uma carreira sólida e reconhecida.
    Beijo.

  13. Tá aí, boa entrevista! Esse rapaz parece que fará da arte que ama uma carreira.
    Gosto muito de ver a atuação de quem leva a sério o trabalho.
    Um trama bem escrita tem que ter um bom casting.
    Tudo de bom a todos e aquela paz!
    Rozem

  14. Muito boa a entrevista! Não imaginei que o Kleber, na vida real, tivesse posicionamentos e conceitos tão fortes e bem estabelecidos. Mas, entre esses novos atores, com certeza está entre os melhores. Sempre se destacou nas novelas nas quais participou. Presumo que esse novo personagem, em “Falso Brilhante” será um desafio a ele, pois não se sabe bem se é gay, bi , gui ( é isso mesmo? tô com preguiça de ler de novo, rsss).

    Bye bye.

  15. CAPÍTULO XII – DA PERFEIÇÃO MORAL

    903. Incorre em culpa o homem, por estudar os defeitos alheios?

    “Incorrerá em grande culpa, se o fizer para os criticar e divulgar, porque será faltar com a caridade. Se o fizer, para tirar daí proveito, para evitá-los, tal estudo poderá ser-lhe de alguma utilidade. Importa, porém, não esquecer que a indulgência para com os defeitos de outrem é uma das virtudes contidas na caridade. Antes de censurardes as imperfeições dos outros, vede se de vós não poderão dizer o mesmo. Tratai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante. Esse o meio de vos tornardes superiores a ele. Se lhe censurais a ser avaro, sede generosos; se o ser orgulhoso, sede humildes e modestos; se o ser áspero, sede brandos; se o proceder com pequenez, sede grandes em todas as vossas ações. Numa palavra, fazei por maneira que se não vos possam aplicar estas palavras de Jesus: Vê o argueiro no olho do seu vizinho e não vê a trave no seu próprio.”

    904. Incorrerá em culpa aquele que sonda as chagas da sociedade e as expõe em público?

    “Depende do sentimento que o mova. Se o escritor apenas visa produzir escândalo, não faz mais do que proporcionar a si mesmo um gozo pessoal, apresentando quadros que constituem antes mau do que bom exemplo. O Espírito aprecia isso, mas pode vir a ser punido por essa espécie de prazer que encontra em revelar o mal.”

    a) – Como, em tal caso, julgar da pureza das intenções e da sinceridade do escritor?

    “Nem sempre há nisso utilidade. Se ele escrever boas coisas, aproveitai-as. Se proceder mal, é uma questão de consciência que lhe diz respeito, exclusivamente. Demais, se o escritor tem empenho em provar a sua sinceridade, apóie o que disser nos exemplos que dê.”

    905. Alguns autores hão publicado belíssimas obras de grande moral, que auxiliam o progresso da Humanidade, das quais, porém, nenhum proveito tiraram eles. Ser-lhes-á levado em conta, como Espíritos, o bem a que suas obras hajam dado lugar?

    “A moral sem as ações é o mesmo que a semente sem o trabalho. De que vos serve a semente, se não a fazeis dar frutos que vos alimentem? Grave é a culpa desses homens, porque dispunham de inteligência para compreender. Não praticando as máximas que ofereciam aos outros, renunciaram a colher-lhes os frutos.”

    O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Allan Kardec

  16. Mira Silvatón,tengo un estafadorzito muy parecido con este muchacho Kleber. El Gallito por sinal és muy rentable para nosotros.Suerte mi queridón o como dicen ustedes mierda mucha mierda jajajajaja!!!

  17. Victoria Nasser lindinha da jujuca,fada madrinha sou eu viuuu? O Guiguito da juju é Midas…onde e em quem ele toca ,vira ouro ,ouro puro tendeuuuu? Tem que entrar na fila pra ser tocada tendeuu bem ehemmmm? Tem gente na frente… Boa sorte viuuuu lindinha??

  18. Em alguns contos, a fada madrinha é uma senhora que protege e ajuda alguém durante toda a vida. E “Fado padrinho” será que existe?

  19. Este rapaz é bonito. Tomara que saiba aproveitar a oportunidade.

    Mas o que realmente tem me deixado feliz, além dos protagonistas, é a volta de alguns atores que tanto fizeram novelas de Aguinaldo Silva, e que já não davam mais a cara. Que bom saber, se for verdade, da volta de Flávio Galvão e Paulo Betti – este último, ressuscitado da Malhação, para, segundo dizem, assumir o papel originalmente pensado para José Wilker. Como eu ja disse anteriormente, são de soluções assim que a TV tem necessitado, em vez de rejuvesnecer o personagem e entrega-lo a um atorzinho mediano.

  20. Ele deu um show como par de Maria zilda em Caras e Bocas. Aliás ,ja está na hora de Maria Zilda fazer uma novela de Aguinaldo Silva

  21. Esse menino é lindo e lindo ! Vai arrebentar !!!
    Ótima escolha!Um tipo LINDO que pode ser TUDO !
    Estou ansioso pra ver …

  22. Enquanto isso, outros “atores” não se interessam por teatro, leitura, etc … Kleber tem tudo para sustentar a felicidade, pois sua base de vida é sólida. Vamos que vamos.

  23. Interessante.Não sei como o autor vai propor a narrativa desse romance ,mas sendo o autor de sucesso que é,vejo uma proposta interessante pela frente.Perspectivas.
    Contra ponto. O ator diz ter uma relação distante com o pai na vida real.Na ficção vai ter um relação próxima,intima,sem limites,com um ‘pai’.Vem aí um potencial incrível de interpretação e outras possibilidades cênicas.Uma relação homo-afetiva com diferença grande de idade pode trazer ganhos para os dois.O ‘pai’ ajuda o ‘filho’ a crescer e vice versa.Oxalá uma relação ‘leve,pra cima,sem dramas’ e com direito,claro, aos conflitos inerentes a qualquer relacionamento,com direito a perdas também.Mais ganhos do que perdas.Votos de um desfecho positivo para o romance entre o jovem e o maduro.Entre o homem e o garoto.Entre dois meninos.
    Interessante.A jornalista recebeu o entrevistado em sua própria casa.Diferente.
    Boas energias.
    ————- Felicidades ao autor,aos atores,à produção! ———————–

  24. Parabéns a todos! Que venha logo mais um campeão de audiências!

  25. Ufa, finalmente ganhei coragem de comentar por aqui
    sou de Mocambique e acompanho o Aguinaldo desde os tempos do bloglog.
    \’adoro\’/sou apaixonada por seu humor acido, imodestia(porque convenhamos, se ele \’e bom tem que falr mesmo, he he)
    a entrevista com o kleber sensacional como todas por aqui – parabens Simone

    ola pessoal do portal

    cptos
    Dorcas

  26. Ufa, finalmente ganhei coragem de comentar por aqui
    sou de Mocambique e acompanho o Aguinaldo desde os tempos do bloglog.
    ‘adoro’/sou apaixonada por seu humor acido, imodestia(porque convenhamos, se ele ‘e bom tem que falr mesmo, he he)
    a entrevista com o kleber sensacional como todas por aqui – parabens Simone

    ola pessoal do portal

    cptos
    Dorcas

  27. Adorei, ele é um ator muito sólido. Acho o trabalho do Klebber muito bom.
    Com a novela sendo do Aguinaldo tenho certeza que o talento dele será bem explorado.
    Muito sucesso, ansiosa demais por Falso Brilhante.

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